quinta-feira, 7 de março de 2019

Adaptação da obra “A Roupa Nova do Rei” é encenada no palco do Faz de Conta

O Grupo Malasartes recria e traz ao palco do Faz de Conta, no Shopping Estação, a conhecida obra de Hans Christian Andersen, “A Roupa Nova do Rei”. O espetáculo acontece de forma gratuita neste sábado (9), às 16h.
A peça dinâmica, que provoca a imaginação e a reflexão da plateia, traz os personagens representados por grandes bonecos de látex. A narrativa conta a farsa do rei, sem escrúpulos, que gasta todo o dinheiro do povo para alimentar sua vaidade e incrementar o guarda-roupa real.

O PADEIRO E O DIABO - O fim de semana dos dias 9 e 10 de março conta com a peça “O Padeiro e o Diabo” no Teatro de Bonecos Dr. Botica, promovido pelo Instituto Grupo Boticário.
A história mostra um diabo que fica sem trabalho e decide aprontar contra um bondoso padeiro. As apresentações acontecem em três horários: 13h, 15h e 17h.
Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (estudantes, idosos e crianças de 3 até 12 anos). Menores de 3 anos não pagam.

A BELA E A FERA - Fica em cartaz nos dias 9 e 10 de março, no Teatro EBANX Regina Vogue, o espetáculo “A Bela e a Fera”, da Cia do Abração. Inspirada no conto mundialmente reconhecido, a peça é narrada por um bloco carnavalesco.
Na história, a protagonista pede ao seu pai, um ex-compositor de sambas, agora caixeiro-viajante, que lhe traga de presente o ‘Samba da Rosa’. O pai escuta o samba vindo do castelo de uma Fera e a partir de então se desenrola toda a trama conhecida do clássico infantil.
A peça será apresentada às 15h nos dois dias. Os ingressos custam R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia-entrada).

Outras informações: 3094-5300 ou www.shoppingestacao.com.br

MON terá programação especial no Dia Internacional da Mulher

O Museu Oscar Niemeyer (MON) preparou uma programação especial neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Às 15h acontecerá uma visita mediada à exposição “Luz ≅ Matéria”, com foco nas obras das artistas que compõem a mostra. A atividade contará com discussões acerca do “ser mulher na sociedade contemporânea”.
Após a mediação, às 16h, acontecerá a oficina “Tenho a mim mesma”, na qual, por meio da técnica de estêncil, os participantes farão um autorretrato. A proposta da oficina é baseada nas obras da artista Anna Mariah Comodos, que também integram a mostra “Luz ≅ Matéria”.
Para participar, basta adquirir o ingresso do Museu, no valor de R$ 20,00 ou R$ 10,00 (meia-entrada). Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada gratuita todos os dias. As ações são destinadas a pessoas de todas as idades e não é necessário conhecimento prévio em arte.

Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br

quarta-feira, 6 de março de 2019

Nova diretora do Museu de Arte Contemporânea quer um museu para todos os públicos


Foi uma viagem de escola no fim da década de 1990 que fez com que Ana Rocha, os 12 anos, tivesse o clique que a levou a estudar Artes Visuais, virar produtora artística e ser, aos 31 anos, a diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR). Naquele ano, ela saiu de Telêmaco Borba, cidade onde passou parte da infância e adolescência, para conhecer o planetário do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, com a turma da escola.
Entretanto, algo a interessou mais no passeio do que as explicações sobre fenômenos celestes: o artista norueguês Alfredo Andersen. Também estava na rota uma visita ao museu homônimo, seguida de uma oficina de desenho. “Lembro muito dessa experiência de estar no museu”, lembra Ana.
Depois da visita, Ana estudou teatro, fez aulas de dança, mas nunca teve o ímpeto de ser artista. Um ano antes de fazer vestibular para o curso de Artes Visuais na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), onde se graduou em 2009, outra ida ao museu, acredita ela, pode ter influenciado na sua escolha: visitou a premiada exposição “Sonhando de olhos abertos”, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em 2004, com obras icônicas do surrealismo e do dadaísmo.
A experiência a marcou, mas Ana havia decidido que queria fazer a faculdade para trabalhar com cinema. Na universidade, ela teve aulas de História da Arte com pesquisadoras como Cristina Mendes e Simone Landal. Nunca mais quis saber de cinema.
Fascinada pelo tema, estagiou na graduação em áreas como o setor educativo de museus e em projetos de restauro (participou da restauração do Paço da Liberdade). Viu que o ambiente asséptico não combinava com ela. Em outro estágio, na Galeria Casa da Imagem, Ana participou dos processos de organização de exposições e encantou-se. “Falei: tá aí, é isso que eu quero fazer. Gosto de estar aqui, no museu, conversando com artistas, pensando exposições e a mediação da arte com o público”.

PENSAR O ESPECTADOR - Graduada, Ana Rocha trabalhou por mais alguns anos na galeria e abriu sua produtora (a Anarocha art projects), em 2013. Produziu exposições na Bienal de Curitiba em 2011 e 2013, além de ter sido responsável pela logística internacional do evento em 2015.
Das mostras mais recentes, Ana realizou a individual de Rafael Silveira, no MON, e Loucuras Anunciadas, de Francisco Goya, na Caixa Cultural. “Esse lugar da curadoria e produção é muito legal porque você está no meio do caminho. Você conversa muito com o artista, mas tem que se preocupar o tempo todo com o público”, destaca Ana.
Essa preocupação é uma marca em projetos desenvolvidos por ela, como "Extensões em 16XA4" (uma exposição/publicação fruto de uma convivência entre ela e oito artistas) e Cada vez mais perto, uma provocação de Ana para que quatro artistas criassem trabalhos fora de um museu ou galeria - uma casa abandonada, a galeria de um antigo cinema de rua e um apartamento residencial foram alguns dos locais escolhidos pelos artistas.
A única limitação da produtora e curadora era que os espaços fossem no Centro de Curitiba, uma maneira de incentivar uma relação mais ampla com a cidade. “Dessa forma, as pessoas não têm uma experiência só com a obra, mas com a arquitetura, com as pessoas que moram na rua. É pensar como a arte pode mudar a percepção do mundo”, diz a diretora, também pós-graduada em Artes Visuais (Universidade Positivo, 2014). Ela estudou justamente exposições que quebraram paradigmas na forma tradicional de expografia: "Quando a atitude se torna forma", de 1969, e "Xerox Book", de 1968.

HISTÓRIAS COM O ACERVO - Além de dialogar com diferentes públicos – algo plural, como Ana faz questão de salientar –, outro desejo da nova diretora do MAC-PR é repensar histórias com o acervo, a exemplo do que fazem hoje a Pinacoteca e o Museu de Arte de São Paulo.
“Que histórias são possíveis de contar com o acervo que as instituições têm. Esse é um modelo que me interessa muito trazer para o MAC-PR, envolvendo também historiadores, antropólogos, sociólogos. Minha ideia é fazer essas releituras”, diz Ana, que quer, ainda, estimular a produção contemporânea e estabelecer diálogos entre artistas do acervo com novos profissionais.
Se ela já tinha pensado em dirigir um museu? Sim, mas não que isso pudesse acontecer tão cedo. “Tenho uma carreira bem ativa, são dez anos trabalhando. Pensar uma instituição tem uma outra dinâmica. Mas é uma evolução do trabalho, uma lógica diferente e um desafio. Estou feliz da vida, mesmo”.


Marcio Renato dos Santos lança neste sábado o seu oitavo livro de contos


Neste sábado, 9 de março, Marcio Renato dos Santos autografa “A Cor do Presente”, o seu oitavo livro de contos, no Café Tiramisù, em Curitiba. Publicada pela Tulipas Negras, a obra reúne 11 narrativas em 120 páginas e custa R$ 30,00. O evento tem início às 14h30 e segue até às 19 horas. A entrada é gratuita.
Os contos de “A Cor do Presente” tratam do nonsense e do irreversível da realidade, e também da melancolia e da solidão. Para materializar as questões, o escritor vale-se de enredos com personagens variados, entre eles um cantor, uma detetive, um falsificador de obras de arte, uma historiadora, jogadores de futebol da segunda divisão e criminosos. E, apesar dos enredos, o que ainda chama atenção é a linguagem exaustivamente burilada e em sintonia com a oralidade e vozes literárias contemporâneas e clássicas.
“A Cor do Presente” confirma que Marcio Renato dos Santos – desde “Minda-au”, o seu primeiro livro, publicado em 2010 – segue recriando sonhos, fragmentos do real e narrativas de outros escritores, poetas, cineastas e artistas visuais – o desenho da capa e o da página 2 são de autoria de Simon Taylor.

O Café Tiramisù está situado na Rua XV de Novembro 1.330, anexo ao Museu Guido Viaro, no Centro.

Museu Oscar Niemeyer prorroga as exposições de Verger e Nemer


Aqueles que ainda não conseguiram visitar as exposições “Pierre Verger” e “Nemer - Aquarelas Recentes - Geometria Residual” terão uma segunda chance, pois elas foram prorrogadas.
Na mostra do fotógrafo francês Pierre Verger, o público pode conhecer 120 fotografias feitas entre 1930 e 1960. O pano de fundo das imagens são os cinco continentes visitados por Verger, que documentou diversas culturas que logo desapareceriam sob o impacto da ocidentalização. A exposição fica em cartaz até o dia 17 de março, na Sala 4.
Na Sala 7, está a mostra “Nemer - Aquarelas Recentes - Geometria Residual”. A exposição conta com obras do artista mineiro José Alberto Nemer, que trabalha especialmente com a fotografia e a aquarela. Nemer se destaca por utilizar características únicas na sua produção, como as dimensões e, especialmente, a utilização do preto, prática pouco comum na técnica de aquarela. Com curadoria de Agnaldo Farias, a exposição fica disponível para visitas até o dia 24 de março.
Para visitar as exposições, basta adquirir o ingresso do Museu, no valor de R$ 20,00 ou R$ 10,00 (meia-entrada). Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada gratuita todos os dias. O MON funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, com acesso até 17h30. Às quartas-feiras a entrada é gratuita para todos os públicos.

Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br

sexta-feira, 1 de março de 2019

Cinemateca de Curitiba recebe Masterclass de Roteiro com Jessica Candal e Daniel Tavares


A Tambor Multiartes vai oferecer dias 15, 16 e 17 de março, a Masterclass de Roteiro com Jessica Candal, roteirista e diretora curitibana, e Daniel Tavares, roteirista e professor da renomada escola de cinema latino-americana, EICTV-Cuba. A masterclass abordará os fundamentos de desenvolvimento de histórias, como estrutura, personagens, gêneros dramáticos, etapas de desenvolvimento, work-flow e processos criativos. Os encontros serão na Cinemateca e a entrada será gratuita, mas é necessário fazer inscrição para garantir a vaga, pois são limitadas. Basta acessar www.tambormultiartes.com
O evento marca a abertura das inscrições do processo seletivo para o Núcleo de Projetos Audiovisuais de Curitiba – NPA, edição 2019. Essa iniciativa vem para movimentar a criação audiovisual paranaense. Ao longo de oito meses, 24 roteiristas terão encontros quinzenais com os orientadores, que irão guiá-los na escrita dos seus roteiros de séries e longas-metragens de ficção. Também serão oferecidas masterclasses com ministrantes convidados abertas ao público em geral. Ao fim do processo, os projetos participantes do NPA serão apresentados numa Mostra Final, aberta ao público, com a presença de produtores locais e comunidade. As inscrições estarão abertas de 15 de março a 14 de abril também no site www.tambormultiartes.com
“Nosso objetivo é conectar pessoas, trocar visões de mundo. Queremos que os laboratórios e oficinas do projeto sejam momentos de encontro, que os participantes encontrem estímulo para ampliar e difundir seus pontos de vista", declara o coordenador do Núcleo, Marcelo Munhoz. “A ideia é contribuir para esta fase crucial que é a concepção do filme, se isso estiver bem estruturado a probabilidade de viabilizá-lo, via editais, é bem maior. Nossa intenção é que o projeto ganhe mais qualidade ao passar pelo Núcleo”, acrescenta.
A iniciativa, uma das pioneiras nessa área no Brasil, teve origem no Núcleo de Dramaturgia Cinematográfica do SESI/PR e no Núcleo Audiovisual SESI/PR tendo quatro edições anuais desde 2012, segue a tendência mundial de crescimento de laboratórios de desenvolvimento de roteiros e projetos audiovisuais.
"Nos últimos dez anos, realizamos e acompanhamos realizadores relevantes do cinema do Brasil e do mundo batalhando para produzir os seus filmes, e também gente muito jovem, de vários lugares, que está descobrindo e ressignificando o cinema. Essa vivência nos deu uma visão de caminhos que jovens talentos podem experimentar para viabilizar seus filmes, suas séries de TV, fazê-las encontrar seu público”, conclui.

SOBRE A TAMBOR MULTIARTES - A Tambor Multiartes atua no mercado audiovisual em Curitiba há mais de 10 anos, desenvolvendo projetos de formação, educação e produção audiovisual. O Projeto Ficção Viva trouxe importantes cineastas ibero-americanos para ministrar oficinas de roteiro em Curitiba, como: Guillermo Arriaga (México), Lucrecia Martel (Argentina), Pedro Costa (Portugal) e Kleber Mendonça (Brasil). O Núcleo de Audiovisual do SESI PR formou roteiristas e ajudou a desenvolver projetos de 2012 a 2015, e o Núcleo de Crítica de Cinema em 2016 veio consolidar a formação de pensamento sobre a realização audiovisual. Marcelo Munhoz, coordenador do NPA, além de fundador da Tambor, foi um dos idealizadores do Projeto Olho Vivo que realizou o Ponto de Cultura Minha Vila Filmo Eu, trabalho de ensino de cinema na Vila das Torres, em Curitiba, que obteve reconhecimento nacional. A Tambor Multiartes realizou ainda o documentário “A Grande Nuvem Cinza” (The Great Grey Cloud), com direção de Marcelo Munhoz. Para saber mais visite o site www.tambormultiartes.com
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo: CELEPAR.

SOBRE OS MINISTRANTES:

DANIEL TAVARES - Roteirista, graduado pela UFRJ e pela Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños/EICTV, Cuba e mestre em Estudos Latino-americanos pela Universidade Federal da Integração Latino-americana/UNILA. Coordenou a cátedra do curso regular de Roteiro da EICTV entre 2011 e 2013. Participou em laboratórios de desenvolvimento como consultor (Nuevas Miradas, 34o Festival de Cinema de Havana, 2012) e como coordenador (I Festival Latino-americano de Cinema 3 Margens, Foz do Iguaçu, 2017); bem como em comissões técnicas de avaliação de projetos de longa-metragem em editais regionais brasileiros (Funcultura, Pernambuco, 2015; e FAC, Distrito Federal, 2016). Atualmente, mantém atividades docentes no Brasil (Centro Audiovisual Norte-Nordeste; Porto Iracema das Artes) e em Cuba (Curso Regular de Roteiro Cinematográfico, EICTV). Em paralelo aos Núcleos Criativos dos quais participa (Muiraquitã Filmes/SP, 2016; Cinema Inflamável/CE, 2017; Videofilmes/RJ, 2018) e as consultorias profissionais de roteiro para ficção e documentário, escreve e desenvolve projetos em parceria com roteiristas, produtorxs e diretorxs do Brasil e das mais diversas latitudes da América Latina.

JESSICA CANDAL - Jessica Candal é Bacharel em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas-metragens Ainda Ontem, Bárbara na Cidade, Teia e O Espelho de AnA. Na área de curadoria, atuou como criadora e curadora do “Reflexos de AnA – Mostra de Documentários de Mulheres” e colaborou com o “Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba”, "FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba" e o festival "COLORS: Cinema+diversidade". E como roteirista, escreveu os longas: Horizonte; Eduardo e Mônica, em parceria com Michele Frantz; Tão Longe do Centro da Terra, em parceria com Aarón Fernández; e Barba Ensopada de Sangue e Ferrugem, em parceria com Aly Muritiba. Em 2014, Horizonte, seu primeiro roteiro de longa-metragem, venceu o Concurso de Pitchings do Olhar de Cinema e em 2017 participou do Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting. E em 2018, Ferrugem ganhou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Gramado. Atualmente está desenvolvendo seu segundo roteiro autoral, “Bárbara na Cidade e Outras Histórias”, além da cinebiografia “A Rua é Nóiz”, em parceria com Aly Muritiba, Toni C. e Emicida.

Quatro filmes em cartaz na Cinemateca e Cine Guarani para aproveitar no feriado


Uma das opções para quem vai passar o carnaval em Curitiba é aproveitar a programação da Cinemateca e do Cine Guarani. São quatro filmes em cartaz, em duas sessões diárias (16h e 19h), para crianças e adultos, que incluem animação, dramas e o documentário sobre a banda Ultraje a Rigor.
No Cine Guarani, com sessões às 16h, está em cartaz a animação brasileira “Tito e os Pássaros”, dos diretores Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. O filme conta a história de Tito, um menino tímido de 10 anos que mora com sua mãe. De repente uma epidemia incomum começa a se espalhar, tornando as pessoas doentes sempre que ficam assustadas.
Uma das bandas mais reconhecidas do cenário musical brasileiro das últimas décadas, o Ultraje a Rigor, é o tema do documentário lançado em janeiro, que está em cartaz também no Cine Guarani, com sessões às 19h. Dirigido por Marc Dourdin, “Ultraje” conta a história de um dos mais influentes e irreverentes grupos da história do rock brasileiro, que no fim da Ditadura Militar, na década de 1980, estava por toda parte no dia a dia dos brasileiros.
A carreira do grupo e a vida de seus membros, especialmente o líder Roger, estão expostas no documentário que aborda desde o sucesso de “Inútil”, hino das Diretas Já, passando por diversas formações e transformações até os dias atuais, revelando uma trajetória de mais de três décadas de fidelidade ao rock’n’roll.

DRAMAS - Em pleno verão, uma mulher brasileira espera o corpo do seu marido que foi morto durante as férias do casal na Argentina. A burocracia é tanta e a espera tão longa que ela começa a perder a noção do tempo e o senso de realidade. 
Esta é a história de “Vergel” (foto), drama dirigido por Kris Niklison que está em cartaz na Cinemateca, com sessões às 16h. No elenco estão Camila Morgado, Maricel Álvarez e Daniel Fanego.
Na sessão das 19h, a Cinemateca exibe o drama franco-belga “A Nossa Espera”, do diretor Guillaume Senez. O filme narra a história de Olivier que após o sumiço sem explicações de sua esposa, precisará lidar sozinho com seus filhos pequenos e as demandas do trabalho. Em meio a esses desafios, ele descobrirá que a vida pode ir muito mais além do que ele imaginava.

Confira a programação:

Cine Guarani (av. República Argentina, 3430 – Portão Cultural)

TITO E OS PÁSSAROS (BR, 2018, animação, 73’)
Um menino e seus dois amigos partem para encontrar a pesquisa perdida do seu pai sobre canções de pássaros, algo que pode salvar seu mundo de uma epidemia na qual o medo adoece as pessoas.
Direção: Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto
Classificação: livre
Horário: 16h
Ingresso: R$ 12 e R$ 6 (meia)

ULTRAJE (BR, 2019, documentário, 92’)
Uma das bandas mais reconhecidas do cenário musical brasileiro das últimas décadas, o Ultraje a Rigor invadiu os rádios e TVs na década de 1980. No fim da Ditadura Militar a banda estava por toda parte no dia a dia dos brasileiros. É assim que começa a trajetória do grupo, que tem sua carreira e a vida de seus membros, especialmente o líder, Roger, expostas nesse documentário.
Direção: Marc Dourdin
Elenco: Roger Moreira, Edgard Scandurra, Maurício Defendi
Classificação: 12 anos
Horário: 19h
Ingresso: R$ 12 e R$ 6 (meia)

Cinemateca de Curitiba (Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco)

VERGEL (Brasil/Argentina, 2019, drama, 86’)
Em pleno verão, uma mulher brasileira (Camila Morgado) espera o corpo do seu marido que foi morto durante as férias do casal na Argentina. A burocracia é tanta e a espera tão longa que ela começa a perder a noção do tempo e o senso de realidade. O apartamento onde ela está hospedada é cheio de plantas, mas ela sequer consegue cuidar delas. Até que uma vizinha (Maricel Álvarez) se oferece para ajudar a regar e a mulher encontra nessa desconhecida, alguém com quem compartilhar sua dor.
Direção: Kris Niklison
Elenco: Camila Morgado, Maricel Álvarez, Daniel Fanego
Classificação: 16 anos
Horário: 16h
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia)

A NOSSA ESPERA (França/Bélgica, 2018, drama, 98’)
Olivier é o politizado funcionário de uma fábrica, onde volta e meia bate de frente com seus superiores para defender os colegas de trabalho. Um dia, ele é surpreendido com o súbito desaparecimento de sua esposa, Laura. Sem saber o que aconteceu nem para onde ela foi, Olivier precisa conciliar o trabalho com a criação de seus dois filhos, Elliot e Rose.
Direção: Guillaume Senez
Elenco: Romain Duris, Laure Calamy, Laetitia Dosch
Classificação: 12 anos
Horário: 19h
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia)