quinta-feira, 25 de julho de 2013

Monobloco lança novo trabalho no Curitiba Winter Fest

Pela primeira vez, os Grupos Santi e Wood’s estão juntos em um evento que promete agitar o público curitibano: o Curitiba Winter Fest. Em sua primeira edição, que será realizada no dia 27 de julho no Espaço Torres, a partir das 23h, serão três grandes atrações: Monobloco, que realiza o show da turnê de lançamento do CD ‘Arrastão da Alegria’, o grupo de DJs mascarados, A Liga, e a dupla sertaneja Marcus & Adriano.
Em “Arrastão da Alegria”, o Monobloco - grupo criado em 2000 por C.A. Ferrari, Celso Alvim, Mário Moura, Pedro Luís e Sidon Silva, integrantes da banda Pedro Luís e A Parede, a partir de uma oficina de percussão - resgata clássicos, sambas garimpados, pérolas da MPB, marchinhas e canções do imaginário pop, ao mesmo tempo em que traz composições inéditas, novos estilos e batidas. Serão mais de 6 horas de música preparadas especialmente pelas casas que são referências em diversão e entretenimento em Curitiba. Com uma mega estrutura, a pretensão do Curitiba Winter Fest é entrar no calendário anual de festas da cidade.
De acordo com o diretor nacional de marketing do Grupo Wood’s, que detém as marcas Wood’s e WS Brazil, Alan Ceppini, o Curitiba Winter Fest vai ser o primeiro de muitos outros dessa parceria. “Estamos dando o pontapé inicial num grande evento que vai marcar o calendário do inverno curitibano. A primeira edição já começa não sendo uma simples festa. Com o nosso know-how aliado à ação de co-branding com o Grupo Santi, vamos proporcionar uma experiência única ao público presente”.
Já o sócio-proprietário do Grupo Santi, do qual fazem parte o DUC Club, Boteco Santi, Santillana e Villa do Porto, em Florianópolis, Diego Fortun, acredita que a parceria entre as casas será muito importante para fortalecer o festival. “Com a união dos grupos, conseguiremos manter o festival como um evento fixo no calendário anual da cidade. Com a força das marcas viabilizaremos as melhores atrações, e também grandes parceiros e patrocinadores. O resultado será espetacular”, finaliza.
O festival contará com um atendimento personalizado e estrutura diferenciada para trazer mais conforto para quem quer curtir os shows sem preocupações. Os espaços serão divididos em pista, área VIP, on stage e camarote. A expectativa é receber um público de mais de 2 mil pessoas.

O Espaço Torres está situado na rua Pergentina Silva Soares, 159,a Jardim Botânico. Informações sobre ingressos: 3315-08080 ou www.diskingressos.com.br

Três novas exposições no Museu Alfredo Andersen

Nesta sexta-feira (26), às 18 horas, abrem três novas exposições no Museu Alfredo Andersen. As mostras “ConstruSons” de Guilherme Jaccon, “Natureza Morta” de Diego de Los Campos, e “Devastação” do artista plástico Malah, ficam expostas até 25 de agosto. A entrada é gratuita.
Em “ConstruSons” o artista apresenta uma instalação que traz registros sonoros de diferentes paisagens. Os sons saem por entre tubos, nos quais é possível ouvir lugares quietos e abandonados, avenidas movimentadas, até mesmo o balançar de árvores e cantos de pássaros. Além de escutar, essa experiência sensorial também pode incluir o ato de falar, ou simplesmente fazer barulho, já que alguns tubos captam sons e os reproduzem em diferentes saídas.
Já “Natureza Morta” trata-se de um vídeo que, na verdade, contradiz a natureza morta como a representação do arranjo imóvel. O vídeo, no seu caminho oposto, imobiliza a natureza levando-a ao ponto de partida do seu crescimento. Em vez de congelar a vida no seu processo naturalmente degenerativo, reduz a quantidade de vida em um processo de congelamento parcial artificialmente degenerativo.
Nesta série, chamada “Devastação”, o artista criou uma instalação e um conjunto de esculturas a partir do nó de pinho. Sua incorporação ao mundo da arte se dá por um processo que permite ao nó ganhar uma elegância geométrica, cujas formas nos lembram sempre sua origem. O carvão espalhado pelo chão estimula uma reflexão sobre nossas ações.


As exposições podem ser visitadas de terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado e domingo, das 10h às 16h. 

O Rappa volta a se apresentar em Curitiba

Curitiba tem um novo encontro com O Rappa. Marcelo Falcão (voz), Xandão Menezes (guitarra), Lauro Farias (baixo) e Marcelo Lobato (teclado), junto com Cleber Sena (bateria), DJ Negralha (scratches e efeitos) e Marcos Lobatos (teclados) retornam à cidade nesta sexta (26) e sábado (27) com o show do disco e DVD “Rappa - Ao Vivo”, gravado na Favela da Rocinha/RJ, em agosto de 2009 e lançado em 2010.
Com realização da Prime, as apresentações serão realizadas no Curitiba Master Hall (rua Itajubá, 143, Portão), a partir das 21 horas. Na bagagem, o quarteto traz os sucessos que marcam a carreira e uma prévia do novo trabalho, que será lançado no início do segundo semestre. 
Hits como “Rodo Cotidiano”, “Me Deixa”, “A Feira”, “Minha Alma (A paz que eu não quero)” e covers explosivos como “Hey Joe” podem fazer parte do set list. As músicas fazem parte do registro que tem 25 músicas de toda a carreira da banda, incluindo canções do primeiro disco de 1994, homônimo, até o álbum Sete Vezes, que saiu em 2008. O trabalho traça um panorama da trajetória de sucesso da banda, que é resultado de timbres de dub, reggae, rock, riffs intensos e efeitos que emolduram psicodelia dentro de contornos brasileiros modernos.
O pacote sonoro embrulha sentimentos por dias melhores, que caminham sobre mensagens críticas que abordam a realidade brasileira com perspectiva própria. Ao mesmo tempo em que enxerga a vitória do dia a dia de um universo como a Rocinha, esse olhar importa o colorido que só a periferia consegue entregar.
E O Rappa sempre soube disso. Seus integrantes têm lutado contra a desigualdade social, atuando em diversas frentes, seja no financiamento de projetos que estimulem a inclusão de jovens colocados à margem da sociedade ou no recrutamento de atores de comunidades carentes para participar de seus clipes. E é com essa identidade que a banda cai na estrada.
Essas apresentações com a turnê que a banda batizou de Valeu a Pena Esperar, serviram de laboratório para o próximo disco, que será lançado em agosto. De quebra, o público terá a chance de conferir o primeiro resultado desse trabalho, a música “Anjos (Pra quem tem fé)”, que já ficou entre as mais vendidas do iTunes e ultrapassou 1 milhão de views no YouTube poucos dias após seu lançamento, em maio. Também deve estar no repertório, “Vida Rasteja”, que teve trecho divulgado recentemente. Sua letra tem versos que se conectam com o momento vivido pelo país: “Se começar foi fácil, difícil vai ser parar”.
A banda já contabiliza passagens pelo Lollapalooza Brasil 2012, quando foi headliner nacional e também foi uma das atrações do Lollapalooza 2012 em Chicago, onde o quarteto foi escalado para tocar no mesmo palco do Black Sabbath, e em seguida se apresentou no Fillmore Miami Beach at the Jackie Gleason Theater, um belo teatro que já recebeu shows de artistas/bandas renomados como, Guns n’ Roses, Ziggy Marley, entre outros.
Este também é um novo momento da relação entre fã e banda. O Rappa estabelece novos canais oficiais com seus fãs com a maciça utilização de ferramentais digitais, em especial uma melhor presença em redes sociais. Essa postura também será vista no novo site da banda, que passa ser uma plataforma de conteúdo exclusivo d’O Rappa, estreitando ainda mais o laço entre o grupo seu público. 


O show do Rappa tem classificação etária de 16 anos. Informações sobre ingressos: 3315-0808 e 3248-1001 ou www.maisumadaprime.com.br

Alecir Carrigo traz o ritmo caiçara ao projeto Música na Biblioteca

O violeiro, compositor e pesquisador Alecir Carrigo apresenta o show "Vida caiçara na região de Ubá", nesta sexta-feira (26), no projeto “Música na Biblioteca”. As composições do repertório resultam de um trabalho de pesquisa desenvolvido pelo músico junto às comunidades de culturas caiçara da região de Ubá, que fica entre os litorais paranaense e paulista. A apresentação acontece a partir das 17h30, no hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba. A entrada é franca.
O repertório do show traz uma seleção de canções extraída de dois projetos de Carrigo: "Vida caiçara", CD lançado em Curitiba no ano de 2001, e do projeto "Afandangado". A apresentação contará com composições próprias, entre elas "Rosinha, Minha sereia" - tema do filme de mesmo nome da cineasta Berecine Mendes - "Princesinha do Mangue" e "Fandango Paranaense" que, juntamente com "Princesinha do Mangue", foi selecionada para o projeto "Rumos Musicais", promovido pelo o Itaú Cultural para fazer parte do CD "Cartografia Musical Brasileira".

O PROJETO - O "Música na Biblioteca" valoriza os talentos da música local. Desde 2011, mais de cem músicos, dos mais diversos gêneros - da MPB à música barroca, passando pelo chorinho, música indiana, tango e samba - já se apresentaram no palco da Biblioteca Pública do Paraná. 

TV e-Paraná vai homenagear Dominguinhos

A TV e-Paraná (canal 9) presta homenagem ao cantor e compositor José Domingos de Morais, o Dominguinhos, que morreu na terça-feira (23), aos 72 anos, em São Paulo. A emissora vai exibir no domingo (28), às 16h, o programa e-Show “Dominguinhos”, uma gravação exclusiva da e-Paraná no Canal da Música. No mesmo domingo também será veiculado, às 23h, o “Ensaio Dominguinhos”, um programa da TV Cultura.
Dominguinhos. Foi uma grande festa com participação da Orquestra de Cordas, do instrumentista João Pedro, do Calamengau e do Dominguinhos Trio, além do homenageado.
O pernambucano Dominguinhos era de Garanhuns. Considerado o sanfoneiro mais criativo e importante da atualidade, o cantor, compositor e instrumentista se arriscava na sanfona desde menino. Conheceu Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, quando tocava triângulo com seu irmão na banda “Os três pinguins”, aos oito anos. Os dois conterrâneos foram morar no Rio de Janeiro e Dominguinhos ganhou uma sanfona de Gonzagão, aos 13 anos. Três anos depois foi consagrado herdeiro artístico.
Há seis anos Dominguinhos lutava contra um câncer de pulmão. Durante o tratamento desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes.

CARREIRA - O artista percorria o Rio de Janeiro com os irmãos se apresentando em circos e arrastapés. Sua primeira gravação foi em 1957, tocando sanfona na música “Moça de feira”, de Armando Nunes e J. Portela, no disco de Luiz Gonzaga. No mesmo ano se familiarizou com outros ritmos, como samba e bolero, e montou o “Trio Nordestino”, com Borborema e Miudinho, em viagem ao Espírito Santo. Quando retornou ao Rio, se apresentava em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem.
Em 1965 foi convidado a gravar LP destinado ao público migrante nordestino. Então, voltou a tocar forrós e baiões. Dois anos depois fez turnê com Gonzagão pelo Nordeste. Na viagem, conheceu a cantora pernambucana Anastácia, com quem iniciou carreira artística conjunta e mais tarde se casou.
Na década de 70 trabalhou com Gal Costa e Gilberto Gil. Foi nesta época que gravou seu maior sucesso, em parceria com Anastácia, “Eu só quero um xodó”. Em pouco tempo teve cerca de 20 regravações, inclusive no Exterior. As parcerias não paravam. Também foi instrumentista de shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia. Teve ainda participação no primeiro disco gravado por Elba Ramalho, “Ave de Prata”, em 1979.

POPULARIDADE - Na década de 80, as suas composições “De volta pro meu aconchego”, em parceria com Nando Cordel, gravada por Elba Ramalho, e “Isto aqui tá bom demais”, com Chico Buarque e gravada pelos dois, foram incluídas na novela Roque Santeiro, da TV Glogo, e sua popularidade só aumentava.

Na década de 90 criou o projeto Asa Branca, destinado a levar shows para praças de diversos estados. Suas composições foram registradas por intérpretes como Fagner e Maria Bethânia. Em 99 lançou seu 44º disco. N ano passado, se dedicou ao centenário de Luiz Gonzaga, com participações em diversas apresentações pelo país. 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

“Ifigênia”, da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, estreia em Curitiba

Uma das passagens mais contundentes da dramaturgia universal, a tragédia “Ifigênia em Áulis”, de Eurípedes é o ponto de partida dessa peça teatral, montagem da Cia. Elevador de Teatro Panorâmico. O espetáculo tem direção de Marcelo Lazzaratto e dramaturgia de Cássio Pires. Na fábula, Agamemnon, comandante das forças gregas que se preparam para atacar Tróia, é compelido a sacrificar sua filha Ifigênia para que a deusa Artemis cesse o longo período sem ventos que impede o embarque dos gregos. A inesperada chegada de Clitemnestra em companhia da filha e a intervenção de Aquiles, alheio à trama, complicam seus planos.
O diretor Marcelo Lazzaratto conta que o texto de Eurípedes foi escolhido como ponto de partida do novo espetáculo devido à sua estrutura formal e temática, onde se pode fazer emergir claramente os questionamentos e tensões entre coro e protagonista, entre indivíduo e sociedade. Nas oito cenas do espetáculo, os atores trabalham o tempo inteiro com o sistema do Campo de Visão. A montagem apresenta um coro de nove atores que podem fazer qualquer personagem durante o espetáculo. É um jogo coletivo com ações individuais e muita sintonia. A trilha do espetáculo também é improvisada em cena por dois músicos.
O elenco conta com Carolina Fabri, Daniela Alves, Gabriel Miziara, Manfrini Fabretti, Maurício Schneider, Pedro Haddad, Rodrigo Spina, Sofia Botelho e Wallyson Mota.


O espetáculo “Ifigênia” será apresentado no Teatro José Maria Santos de 25 a 27 de julho, sempre às 20h30. A classificação etária é 14 anos e os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).

“El Deseo - O Apaixonante Cinema de Pedro Almodóvar” na Caixa Cultural Curitiba

A Caixa Cultural Curitiba apresenta, de 25 a 31 de julho, a mostra “El Deseo – O Apaixonante Cinema de Pedro Almodóvar”, que reúne a cinematografia do diretor espanhol. A programação tem curadoria Sílvia Oroz, especialista na obra de Almodóvar, e do jornalista Breno Gomes, e conta com 19 filmes, incluindo todos os longas-metragens do diretor, e um documentário britânico sobre sua obra.
A mostra apresenta um cineasta que subverte o cinema e a estética, em busca de uma história emocionante, o que realmente faz de Almodóvar um diretor singular e, por vezes, visionário. O espanhol usou e abusou do melodrama unindo, com maestria, o culto e o popular, tratando de problemas comuns a todos, porém levados à última potência. “Para Almodóvar, o desejo está presente em todos os seus filmes. A mostra vem para homenagear um cineasta que tem fortes ligações com o Brasil, e cujos filmes são bastante esperados por aqui e que, como poucos, sabe tocar fundo na alma do espectador”, destaca Gomes.
 “Pepi, Luci, Bom e outras garotas de montão”, “Matador” e “Maus Hábitos” marcam os primeiros anos do espanhol como cineasta. Foi com as obras “Mulheres à beira de um ataque de nervos”, “Ata-me” e “A Flor do meu Segredo” que se consagrou internacionalmente. A maturidade artística veio com “Carne Trêmula”, “Fale com Ela”, “Má Educação”, “Volver” e “A Pele que Habito”, o mais recente trabalho do diretor, fora o ainda inédito “Os Amantes Passageiros”.

O diretor - Pedro Almodóvar chamou a atenção para a produção cinematográfica espanhola e para a produção underground, renovando o melodrama e abusando do kitsch, se tornando pop. Com o cineasta, a paixão ficou latente na tela e explodiu para fora dela. Mulheres, homens e travestis convivem juntos, de forma às vezes harmoniosa, às vezes efervescente. Almodóvar levou para o cinema, de forma respeitosa e ao mesmo tempo revolucionária, o que hoje se denominou confluência de gêneros. Todos os filmes realizados por ele foram lançados comercialmente no Brasil.
O primeiro filme de Almodóvar data de 1980 e, nos 30 anos que se seguiram, o jovem vindo do interior da Espanha se realizou profissionalmente, em uma efervescente Madri. Dirigiu 19 longas-metragens, até o momento. Almodóvar foi o primeiro espanhol a ser indicado ao Oscar de Melhor Diretor e é reconhecido mundialmente como o mais importante cineasta da Espanha, desde Luis Buñuel.

Debate - Na terça-feira (30), às 20h, está programado o debate “Pedro Almodóvar – o diretor”, com a participação dos curadores e mediação do presidente da Fundação Cultural Curitiba, Marcos Cordiolli.

Programação:

25 de julho de 2013 (quinta-feira)
17h – Pepi, Luci, Bom e outras garotas de montão
19h – Labirinto de Paixões
21h – Maus Hábitos

26 de julho de 2013 (sexta-feira)
17h – Que eu fiz para merecer isto?
19h – Matador
21h – A Lei do Desejo

27 de julho de 2013 (sábado)
16h – Mulheres à beira de um ataque de nervos
18h – Ata-me!
20h – De Salto Alto

28 de julho de 2013 (domingo)
16h – Kika
18h30 – A Flor do meu Segredo
20h30 – Carne Trêmula

29 de julho de 2013 (segunda-feira)
17h – Tudo sobre minha mãe
19h – Fale com ela
21h – Volver

30 de julho de 2013 (terça-feira)
17h – Má Educação
19h – Tudo sobre o desejo – O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar
20h – Debate “Pedro Almodóvar – o diretor”, com os curadores Silvia Oroz e Breno Lira Gomes e mediação de Marcos Cordiolli

31 de julho de 2013 (quarta-feira)
17h – Abraços Partidos
19h30 – A Pele que Habito

Os ingressos para a mostra “El Deseo - O Apaixonante Cinema de Pedro Almodóvar” custam R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia, conforme legislação e correntista Caixa). Informações: 2118-5111.