quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Camerata Antiqua apresenta “Foudling Hospital Anthem”, obra histórica de Handel


O maestro gaúcho Diego Schuck Biasibetti chega à cidade para um concerto com a Camerata Antiqua no sábado (27), 18h30, na Capela Santa Maria. As apresentações trazem a obra “Foudling Hospital Anthem”, de George Frideric Handel. Solos da soprano Luciana Melamed, da mezzo Daniele Oliveira e do tenor Sidney Gomes completam a produção.
Pela primeira vez à frente do grupo, o maestro Biasibetti disse estar animado. “É um programa pelo qual tenho um apreço grande, por entender bem da época em que foi feito. São músicas barrocas, com uma mistura de linguagens clássicas de séculos diferentes”, comenta.
Reger a Camerata Antiqua pela primeira vez gera um pouco de ansiedade, segundo o maestro. “Aquele medinho sempre dá, a gente fica nervoso. Principalmente porque é a primeira vez que estou aqui, então é necessária uma pequena adaptação”, afirma.
Além da obra de destaque do programa, a composição “Concerto Grosso”, de Handel, também será executada. A obra “Opus Musicum Sonatarum Praestantissimarum”, de Johann Christoph Pezel, fecha a apresentação.

FOUDLING HOSPITAL ANTHEM - A obra que intitula o programa foi uma homenagem para a primeira instituição de caridade infantil do Reino Unido. O local foi também a primeira galeria de arte pública graças à filantropia criativa dos artistas William Hogarth, Handel e seus contemporâneos.
Os dois artistas eram pioneiros em seus respectivos campos de atuação e precisavam de plataformas para promover o trabalho. Em maio de 1749, Handel se ofereceu para realizar um concerto beneficente. O programa incluiu a primeira apresentação do “Anthem (Hino) Foundling Hospital” especialmente escrito por ele e que abre com um texto adaptado do Salmo 41, "Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre", em um apelo claro ao público para apoiar o trabalho do hospital.

CONVIDADO - Diego Schuck Biasibetti é formado na Hochschule für Künste (Bremen, Alemanha) em violoncelo barroco, viola da gamba e regência coral. Como regente e solista, tem atuado com orquestras do sul do Brasil. Atualmente é violoncelo solista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Unisinos-Anchieta, violoncelista e regente assistente do maestro Manfredo Schmiedt, na Orquestra Sinfônica da Universidade Caxias do Sul, e regente do Porto Alegre Consort.

Os ingressos para esta apresentação da Camerata Antiqua custam R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia).

Edição comemorativa do espetáculo “Pequenas Caquinhas”, no Teatro Zé Maria


“Pequenas Caquinhas” - criação do grupo Antropofocus - extrai humor de todas as maneiras possíveis dentro do teatro. Seja do ator, do texto, dos elementos técnicos, de um adereço inesperado, sempre abusando da imaginação da plateia. A montagem traz uma comédia inteligente, que não faz uso de apelações gratuitas – como palavrões e interação ofensiva com a plateia. O nome é bastante sugestivo, mas não é nada disso que você está pensando. O “pequenas” é somente por causa do tamanho curto ‐ às vezes curtíssimos ‐ dos quadros apresentados, e as “caquinhas” são simplesmente devido ao fato do grupo partir dos mais ínfimos detalhes para criar grandes cenas de muito humor.
O espetáculo estreou em abril de 2004, e durante esses 18 anos de carreira, as várias cenas da peça foram trocadas, recriadas, substituídas. Há um cálculo de que mais de 120 cenas diferentes tenham sido usadas na peça durante toda a sua existência. A direção é de Andrei Moscheto, que também está no elenco ao lado de Anne Celli, Dailo Correira, Jairo Bankhardt e Marcelo Rodrigues.

Indicadas para maiores de 10 anos, as encenações de “Pequenas Caquinhas” acontecem de 25 a 27 de outubro, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia). Mais informações: 3315-08080 ou www.diskingressos.com.br.

Gipsy Kings pela primeira vez em Curitiba, nesta quinta no Positivo


Depois de uma longa espera, os Gipsy Kings - liderados por Nicolas Reyes & Tonino Baliardo - se apresentam no Brasil e desembarcam em Curitiba nesta quinta-feira (25), às 21h, no Expo Unimed, com produção da Seven Entretenimento. A banda, que vendeu mais de 20 milhões de álbuns pelo mundo, continua a celebrar a sua própria e empolgante tradição. Uma tradição que uniu a família Reyes e a família Baliardo. Tocando nas ruas de Cannes ou no deslumbrante cenário de St. Tropez, os Gipsy Kings quebraram as barreiras da world music, como um dos raros grupos a escalar as paradas musicais dos EUA e do mundo.
Fundindo o flamenco, a rumba, a salsa e o pop, os Kings prometem colocar todos os brasileiros para dançar em seus shows, fazendo uma grande festa com seus lendários sucessos como: “Bamboléo”, ”Djobi Djoba”, “Volare” e outros, logicamente acompanhados por suas inconfundíveis guitarras flamencas.
Mais recentemente, foram destaque nas trilhas sonoras de filmes como: “Sing”, “O Grande Lebowski”, “Toy Story 3” e “Glee”, abraçando clássicos ocidentais de Bob Marley, Doobie Brothers e The Eagles, com grande graciosidade e algumas pitadas da cultura caribenha e brasileira.
“A música sempre foi uma paixão”, diz o guitarrista Tonino Baliardo. “Mesmo depois de todo esse tempo, depois de todos esses anos de turnê e trabalho. A música nos deu muito. Nós amadurecemos, nos desenvolvemos e tudo tem sido muito bom para nós”.

Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do Positivo ou no Disk Ingressos. Mais informações: 3315-0808.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Concerto da OSP vai homenagear 100 anos de Alceo Bocchino


A Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta neste domingo (28), às 10h30, no Teatro Guaíra, o concerto “Bocchino 100”, uma homenagem ao compositor curitibano Alceo Bocchino, fundador e maestro emérito da Orquestra. O concerto será no Guairão com regência do chileno Victor Hugo Toro, maestro convidado.
A entrada será gratuita e não terá distribuição de ingressos antecipada ou lugares marcados. As portas do teatro abrirão às 9h30 para a entrada do público.
Na programação, será apresentada uma sinfonia composta pelo maestro em 2000 e dedicada à Orquestra. É uma homenagem à história e ritmos da Lapa. Também serão tocadas a “Suíte Miniatura”, uma obra inspirada nos brinquedos infantis e que foi gravada em CD pela Orquestra Sinfônica em 1999, e a “Seresta Suburbana para Orquestra de Cordas”, as duas obras também foram composta por Alceo Bocchino.
“Bocchino é nosso maestro emérito e fundador. Não podíamos deixá-lo de fora do programa da temporada no ano do seu centésimo aniversário”, disse o atual maestro-titular Stefan Geiger.
Victor Hugo Toro é o atual maestro principal da Orquestra Sinfônica de Campinas, tendo passagem pela Orquestra Sinfônica do Sodre, no Uruguai; e pela Osesp, de São Paulo.

BOCCHINO - Alceo Bocchino nasceu em Curitiba em novembro de 1918. Quando tinha 5 anos, já tocava piano e se apresentava em competições paranaenses. Se mudou para o Rio de Janeiro em 1946, deixando para trás a carreira de advogado e começando a trabalhar com composição de trilhas sonoras para programas de rádio. Em 1959, ajudou a fundar a Orquestra Sinfônica Brasileira e foi seu maestro por 4 anos.
De volta a Curitiba em 1985, Bocchino se juntou com outros entusiastas da música erudita para fundar a Orquestra Sinfônica do Paraná.

Museu Oscar Niemeyer abre duas mostras nesta quinta-feira


O Museu Oscar Niemeyer (MON) abre nesta quinta-feira (25), às 19h15, duas mostras: “Nemer: Aquarelas Recentes - Geometria Residual” e “Tempos Sensíveis”, com obras do acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), ambas com curadoria de Agnaldo Farias.
José Alberto Nemer é artista visual e doutor em Artes Plásticas pela Université de Paris VIII. Lecionou em universidades brasileiras e estrangeiras, como a Universidade Federal de Minas Gerais (1974 a 1998) e a Université de Paris III - Sorbonne (1974 a 1979).
Pertencente a geração dos chamados desenhistas mineiros, que se firmou no cenário da arte brasileira a partir da década de 1970, Nemer participa de salões e bienais no Brasil e no exterior. A mostra fica em cartaz até dia 24 de fevereiro de 2019.
Já a mostra “Tempos Sensíveis” traz pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e instalações que têm como tema a natureza humana, as suas perplexidades, carências e desconfortos.
São 96 obras de 79 artistas, dentre eles Livio Abramo, Carlos Zilio, Käthe Kollwitz, Poty, Antonio Dias, Luiz Henrique Schwanke, Antonio Manuel, Karin Lambrecht, Carina Weidle e Luciano Zanette. É uma exposição de longa duração e pode ser vista na Sala 8, do MON, que passa a ser ocupada pelas exposições do MAC-PR.
Na hora da abertura a entrada é gratuita. A visitação pode ser feita de terça domingo, das 10h às 18h e os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia)

DOMINGO COM HORÁRIO ESPECIAL - No domingo (28), em função do 2° turno das Eleições, o museu abrirá das 12h às 18h. O visitante poderá participar da oficina livre "Música e Expressão", das 12h às 17h, com a técnica de pintura com tinta guache. Às 16h30, a visita mediada à exposição "Arte_decodificação cosmológica", com a equipe do Educativo.

Mais informações: 3350-4400 ou museuscarniemeyer.org.br.

Quarto dia da Flibi tem bate-papo sobre violência e performance


Nesta quinta-feira (25), a segunda edição da Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná – Flibi 2018 apresenta programação variada com entrada franca. Às 19h15, os escritores Edyr Augusto e Fernando Bonassi conversam sobre a violência, tema presente em suas obras, e recriação da realidade. O bate-papo conta com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e tem mediação do jornalista Yuri Al'Hanati.
A Flibi acontece até sábado (27) com mais de 60 convidados em palestras, bate-papos, oficinas, atividades para o público infantil e apresentações de música e teatro. Toda a programação tem entrada gratuita.
Às 16 horas, o artista multimídia e button-maker Hélio Leites faz performances e participa de bate-papo, mediado por Fernando Bini, na Arena BPP. No mesmo espaço, Cristian Brayner e Marta Sienna falam sobre o futuro das bibliotecas às 15 horas e, às 11 horas, Claudecir Rocha analisa a obra da poeta Laura Santos (1919-1981). Às 18 horas, acontece o encontro da Associação dos Amigos da Biblioteca Pública do Paraná na Arena BPP.
Mano a Mano Trio é a atração desta quinta do projeto Música na Biblioteca, às 17 horas, no hall térreo. Em espaços da BBP, Kenni Rogers lê, às 10h30 com Gabriela Carneiro e às 15h30 com Elton Louis, trechos da obra de Jamil Snege (1939-2003), autor homenageado da Flibi 2018. Alyne Rocha apresenta o Teatro Lambe-lambe: A menina e o mundo, às 12 horas, no hall térreo.
O curso “Experimentação Gráfica”, ministrado por Adriana Tabalipa, que teve início na segunda, 22, continua hoje e segue até sexta (26), das 9h às 11 horas, na Seção Infantil. Joca Terron conduz o último dia da oficina de narrativas, das 14h às 17 horas, que teve início dia 22 sob coordenação de Nelson de Oliveira.
A partir das 15h, no auditório, acontece a exibição do filme “Dumbo”. Com exceção de sábado (27), a Biblioteca exibe filmes para o público infantil durante a Flibi, com entrada gratuita e sempre no mesmo horário e local.
Os autores também fazem sessões de autógrafos e suas obras estarão à venda no hall térreo da BPP. Às 15h, as escritoras Priscila Prado e Jandira Zanchi e o artista multimídia Hélio Leites autografam suas obras. Às 16h, Cristian Brayner assina “A biblioteca de Foucault: reflexões sobre ética, poder e informação”. Para encerrar, uma hora antes do bate-papo que acontece no auditório, Fernando Bonassi e Edyr Augusto autografam, respectivamente, Luxúria e Pssica.

A FLIBI - O diretor da BPP, Rogério Pereira, afirma que a Flibi resume em seis dias as atividades que a Biblioteca já realiza regularmente. “A Festa Literária é uma espécie de intensivo do que oferecemos ao público, contemplando diversas áreas e ampliando, ainda mais, o diálogo com a comunidade”, diz o diretor. Ele destaca que outras propostas, como projeção de filmes, também integram esta segunda edição da Flibi. Confira a programação completa.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Palestra sobre a República de Curitiba, literatura de fantasia e Wilson Bueno no terceiro dia da Flibi 2018


Nesta quarta-feira, 24, a segunda edição da Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná segue com diversas atividades, todas com entrada gratuita. Às 19h15, o escritor e jornalista Eduardo Bueno apresenta no auditório da BPP a palestra “Dos Primórdios do Paraná (1550-1650) à República de Curitiba”. O bate-papo conta com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e tem mediação do jornalista Ricardo Sabbag.
Às 16 horas, a Arena BPP é palco de um debate a respeito de literatura de fantasia com Bárbara Morais, Enéias Tavares e Nikelen Witter. No mesmo espaço, mas às 15 horas, Marden Machado fala sobre adaptações de obras literárias para o cinema e, às 11 horas, Luiz Manfredini e Fernando Karl discutem a obra e a vida do escritor Wilson Bueno (1949-2010).
Às 17 horas, no hall térreo, Dinamite Combo é a atração do dia do projeto Música na Biblioteca. Em espaços da Biblioteca, Kenni Rogers - às 10h30 com Cleverson Nascimento, e às 15h30 com Rodrigo Zin - lê trechos da obra de Jamil Snege (1939-2003), o autor homenageado da Flibi 2018. Alyne Rocha apresenta o “Teatro Lambe-lambe: A Menina e o Mundo”, às 12 horas, no hall térreo.
O curso “Experimentação Gráfica”, ministrado por Adriana Tabalipa, que teve início na segunda, 22, continua até sexta-feira, 26, das 9h às 11 horas, na Seção Infantil. Joca Terron assume a oficina de narrativas, das 14h às 17 horas, que teve coordenação de Nelson de Oliveira nos dias 22 e 23 de outubro.
A partir das 15h, no auditório, acontece a exibição do filme “Vida de Inseto” (1998). Com exceção de sábado, 27, a Biblioteca exibe filmes para o público infantil durante a Flibi, com entrada gratuita e sempre no mesmo horário e local.
Os autores também realizam sessões de autógrafos e suas obras estarão à venda no hall térreo da BPP. Ao meio-dia, Luiz Manfredini autografa, entre outros títulos, “A Pulsão Pela Escrita” - biografia do escritor paranaense Wilson Bueno. Já às 15h, os autores de literatura fantástica Bárbara Morais, Nikelen Witter e Enéias Tavares assinam suas obras. Para encerrar, depois de sua palestra no auditório da BPP, Eduardo Bueno autografa os livros da Coleção Brasilis.

A FLIBI - O diretor da BPP, Rogério Pereira, afirma que a Flibi resume em seis dias as atividades que a Biblioteca já realiza regularmente. “A Festa Literária é uma espécie de intensivo do que oferecemos ao público, contemplando diversas áreas e ampliando, ainda mais, o diálogo com a comunidade”, diz Pereira, lembrando que outras propostas, como projeção de filmes, também integram esta segunda edição da Flibi - toda a programação está disponível no site da Biblioteca.
O curador da Flibi, Marcio Renato dos Santos, diz que este ano foi possível aprimorar ainda mais a Festa Literária. “Ampliamos a programação, contemplando artistas, escritores, historiadores e jornalistas nacionais e paranaenses. Há diversas linguagens, de performance à música e teatro. Mas, evidentemente, a ficção e a poesia estão presentes neste evento que presta homenagem a um prosador e poeta, o Jamil Snege”, comenta Santos, que ainda acrescenta: “O ecletismo dá o tom desta edição da Flibi”.

Mais informações: 3221- 4917 ou www.bpp.pr.gov.br