quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Zizi Possi lança trabalho novo no Teatro Guaíra

A cantora Zizi Possi levantou mais de 200 músicas para os 12 shows que realizou em 2008 comemorando os 30 anos de carreira. Uma compilação destas canções foi apresentada na série de espetáculos, que por sua vez geraram um novo DVD: Cantos & contos.

O trabalho, de dois volumes, será lançado oficialmente neste sábdo (7) em Curitiba, em um show no Teatro Guaíra. Neste DVD, Zizi Possi canta com amigos e pessoas que fazem parte da sua trajetória pessoal e profissional.

Além da filha Luiza Possi, aparecem na gravação Edu Lobo, Alcione, Ivan Lins, João Bosco, Eduardo Dussek, Alceu Valença, Ana Carolina, Roberto Menescal e Toninho Ferragutti. O DVD e o show de amanhã trazem canções marcantes da Música Popular Brasileira.

Tem Cartola, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Edu Lobo, David Nasser e Rubens Soares, entre outros. As rosas não falam e Nega do cabelo duro certamente estão entre as canções que vão empolgar o público curitibano.

Este é o 19.º trabalho de Zizi Possi, uma das cantoras mais conhecidas do Brasil e que chega aos 32 anos de carreira. “Fico muito feliz com os caminhos que percorri, com as escolhas que fiz. Todas elas podem não ter sido as mais felizes, mas ajudaram a minha alma a ficar mais inteira. Acho que minha alma está refletida na minha trajetória. Agradeço a Deus por ter feito as escolhas que fiz”, afirma a cantora.

Zizi Possi se apresenta em Curitiba juntamente com Jether Garotti Junior (maestro, piano e clarineta), Kecco Brandão (teclados), Webster (violão e cordas) e Guello (percussão). A direção musical do show é da própria cantora e a direção geral está à cargo de José Possi Neto.

No cinema: A Origem

Em um mundo em que é possível invadir mentes e extrair segredos ocultos, Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é o melhor no assunto. Um habilidoso ladrão que rouba valiosos pensamentos do subconsciente das pessoas, principalmente durante o sono, quando estão mais vulneráveis.

Essa habilidade fez dele uma peça fundamental no mundo da espionagem corporativa, mas também o tornou um fugitivo internacional, proibido de voltar aos Estados Unidos e afastado de seus filhos. Para recuperar a sua liberdade, Cobb precisa por em prática o que parece impossível: encontrar A Origem.

Junto com sua equipe, ele terá de implantar uma ideia, ao invés de roubá-la. Se conseguir, além de realizar o crime perfeito, sua vida voltará à rotina. Porém, nenhum planejamento é capaz de prever o que está por vir, já que o perigoso inimigo parece adivinhar seus movimentos.

Do mesmo diretor de Batman - O Cavaleiro das Trevas, o filme de ação e ficção científica de Christopher Nolan liderou as bilheterias no final de semana da estreia norte-americana, arrecadando US$ 60,4 milhões. Leonardo DiCaprio, indicado três vezes ao Oscar, foi a única escolha do diretor e da produtora Emma Thomas ao papel de Cobb.

No cinema: Meu Malvado Favorito

O mal-encarado Gru já foi considerado o vilão mais temido do mundo, mas teve seu status abalado pelo novato Vector. Determinado a recuperar o título, Gru planeja executar um crime jamais visto pela humanidade: o roubo da Lua.

Auxiliado pelo exército dos atrapalhados Minions, pequenas criaturas amarelas e simpáticas, e armado com um lançador de raios encolhedores, ele só precisa ir até a Lua, transformá-la numa pequena esfera e trazê-la para a Terra.

Mas o que Gru não esperava era que três garotinhas órfãs pudessem mudar o rumo de seu maligno plano. Margo, Edith e Agnes veem nele a figura de um pai em potencial, sendo capazes de amolecer o coração do vilão e deixá-lo em um dilema: realizar o roubo da Lua ou assistir à apresentação de balé e ficar com as crianças?

Na dublagem em português, Leandro Hassun é o responsável pelo engraçado sotaque do grandalhão Gru, e Marcius Melhem empresta a voz ao divertido Vector. A animação de Pierre Coffin e Chris Renaud, lançada também em 3D, arrecadou US$ 60,1 milhões na estreia norte-americana.

Bandolim no programa Domingo Onze e Meia

O som do bandolim de Daniel Migliavacca toma conta da Praça Jacob do Bandolim, no Conservatório de MPB de Curitiba (Mateus Leme, 66), às 11h30 deste domingo (8), em mais uma edição do programa Domingo Onze e Meia. O espetáculo, selecionado por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura, tem a participação dos instrumentistas Vinícius Chamarro (violão 7 cordas) e Graciliano Zambonim (bateria). A entrada é franca.

O show é baseado no primeiro CD solo de Daniel Migliavacca, intitulado “Bandolim”, que conta com intervenções de renomados músicos, entre eles Toninho Carrasqueira, Alessandro Penezzi, Rogério Caetano e Pedro Amorim. O instrumentista apresenta ao público composições próprias e algumas releituras de clássicos da música brasileira, passeando por diversos ritmos dentro da linguagem do choro, como samba, frevo, valsa e maxixe.

Paulistano radicado em Curitiba desde 2000, Daniel Migliavacca iniciou seus estudos musicais tocando cavaquinho. Em 2003, o instrumentista optou pelo bandolim, tendo frequentado cursos, oficinas de música e workshops com Izaías Bueno de Almeida, Pedro Amorim, Hamilton de Holanda, Leandro Braga, Vittor Santos, entre outros.
Integrante da Orquestra À Base de Corda do Conservatório de MPB de Curitiba e do Clube do Choro de Curitiba, o músico já dividiu o palco com nomes como Renato Borghetti, Ná Ozzetti, Dominguinhos, André Abujamra, Leandro Braga, Hamilton de Holanda, Rogério Souza e Ronaldo do Bandolim.

Fim de semana com comédia no Teatro HSBC

O espetáculo Corra Como um Coelho, da companhia paulista dos Outros, será encenado neste final de semana, no Teatro HSBC, no calçadão da rua das Fores. A história da peça se passa em um salão de um palacete, com três personagens: uma dondoca com tendências suicidas, um estrangeiro misterioso e um rapaz que adora pequenas desgraças.

Os três se colocam em situações absurdas, que divertem a plateia. "É uma comédia que fala muito do teatro, mas trazendo diversas situações. Os espectadores recebem pistas que ajudam a construir a história que eles querem. São situações que acontecem neste cenário e as personagens tomam atitudes inesperadas para aquele ambiente. O público também pode se deparar com a possibilidade das máscaras das personagens caírem”, explica Carolina Bianchi, uma das integrantes do grupo.

domingo, 1 de agosto de 2010

Saraus na Casa Hoffmann unem dança, teatro e música

Nesta segunda-feira (2), às 18h, começa na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Largo da Ordem) a série de saraus “Tardes de Dionísio”, que tem como proposta ensaios abertos com bailarinos, coreógrafos, atores e músicos. A primeira atração do projeto é a leitura dramática da peça “Nós”, de Douglas Daronco, sob a direção de Thadeu Peronne e assistência de Mazé Portugal. Participam também a coreógrafa Inês Drumond e as bailarinas Julianne Engelhardt e Hadiji Nagao. A entrada é franca.

Com produção e organização assinadas pelos autores teatrais Rogério Viana e Douglas Daronco, as atividades de dança, leitura de textos teatrais e performances de cantores e instrumentistas que integram as “Tardes de Dionísio” repetem-se nos dias 16 e 30 de agosto e 13 de setembro, sempre com novos espetáculos. O projeto oferece aos autores de Curitiba a oportunidade de mostrar suas criações em um espaço privilegiado, revelando ao público os talentos locais.

A peça teatral "Nós", de Douglas Daronco, que abre a programação, pode ser caracterizada como um drama psicológico, no qual a ação dramática se desenvolve em torno de Amélia e sua fixação pela maternidade. Dividido em três atos, o trabalho retrata a inquietude de uma mulher que, após perder a filha no parto, segue pela vida com sequelas psicológicas e físicas.

Solar do Rosário lança reedição de livro de Poty

O espaço cultural Solar do Rosário, em Curitiba, lançou a reedição do livro Poty, o Lirismo dos Anos 90. A primeira publicação foi feita no ano 2000 e ainda havia muitos interessados em comprar e guardar o livro como recordação concreta da obra de Poty Lazzarotto (1924-1998), um dos maiores artistas paranaenses de todos os tempos.
O livro contém 20 imagens de obras feitas exclusivamente para o Solar do Rosário, no período entre 1992 e 1998. Elas remetem à cidade de Curitiba e à religiosidade, por meio de figuras de santos.

Cada uma das imagens presentes na publicação vem acompanhada de um texto escrito por Regina Casillo, diretora do espaço cultural. “Tivemos muita procura depois que os primeiros exemplares se esgotaram, principalmente por escolas. Muitas delas não têm nada sobre Poty Lazzarotto e queriam algo de concreto, além de poderem ver os painéis e obras espalhados pela cidade. Foi quando pensamos em utilizar os recursos da Lei Rouanet para fazer uma nova edição”, comenta Casillo. O patrocínio vem da empresa Peróxidos do Brasil.