terça-feira, 2 de abril de 2019

Cantoras do trio UMA são atração do projeto Música na BPP


Formado pelas cantoras Nani Barbosa, Janaina Fellini e Thayana Barbosa, o trio UMA é a atração de mais uma edição do projeto Música na Biblioteca - que acontece nesta sexta-feira (5), às 17h30, no hall térreo da BPP. O repertório do show traz canções de seu álbum de estreia, lançado em janeiro deste ano e que leva o nome do grupo. A entrada é gratuita.
Conhecidas no cenário da MPB independente por suas carreiras individuais, Nani (voz e flauta), Janaina (voz e percussão) e Thayana (voz, acordeon, percussão) uniram forças para compor músicas inspiradas pelas mais diversas fontes - das artes plásticas à literatura, passando por experimentações vocais, trabalhos corporais, rituais ancestrais e o universo feminino. O resultado é uma sonoridade delicada e percussiva, marcada pela combinação das três vozes e a adição sutil de elementos eletrônicos.

MÚSICA NA BPP - Criado em 2012, o projeto tem o objetivo de colocar artistas locais de todos os estilos em contato direto com o público. Os shows são gratuitos e acontecem mensalmente e em edições especiais no hall térreo da BPP - por onde passam, todos os dias, 2 mil pessoas. Os músicos podem enviar propostas para a Divisão de Difusão Cultural da Biblioteca, pelo e-mail imprensa@bpp.pr.gov.br.

Mais informações: 3221-4911 ou www.bpp.pr.gov.br.

ParkShoppingBarigüi recebe feira de livros com preço único de R$ 10,00


O ParkShoppingBarigüi recebe mais uma edição da feira Top Livros. São oferecidos mais de 30 mil livros com preço único de R$ 10,00.  São títulos de diversos gêneros, de fábulas, obras biográficas, romances, ficções, religiões até livros técnicos. Além dos diversos livros disponíveis, também são oferecidos espaços de leitura e um Lounge Kids.
A feira funciona de segunda sexta, das 11h às 23h, sábados das 10h às 22h e domingos e feriados, das 12h às 20h, até o dia 30 de abril. O pagamento pode ser feito em dinheiro, débito ou crédito. O ParkShoppingBarigüi fica na Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Campo Comprido. Mais informações pelo telefone 3317-6150.

Dire Straits Legacy se apresenta nesta quarta-feira no Positivo


Neste primeiro semestre de 2019, a Dire Straits Legacy volta a América do Sul com seu novo show, “Tour 2019”. As apresentações acontecerão até dia 14 de abril, incluindo sete shows no Brasil. A banda passa por Curitiba nesta quarta-feira (3), para única apresentação no palco do Teatro Positivo, às 21h. Os ingressos estão à venda, pelo Disk Ingressos e a produção é assinada pela produtora MCA Concerts.
Dire Straits Legacy trará um show único e emocional que revive a inesquecível e mágica atmosfera da banda britânica formada na década de 1970. "Money for Nothing", "So Far Away", "Sultans of Swing", "Walk of Life" e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferrone (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Dibiase (teclados). Além de Jack Sonni, guitarrista que integrou o Dire Straits à época do lançamento do álbum “Brothers in Arms”.

SOBRE - Dire Straits Legacy é um projeto em permanente evolução e, afastando-se do clichê de reunião ou banda tributo, mantêm viva a memória de canções atemporais, como "Romeo and Juliet", "Sultans of Swing","Money for Nothing","Tunnel of Love","Walk of Life", "When It Comes to You", "You and Your Friend", "On Every Street" e muitos outros hits.
Muitos membros do Dire Straits se juntaram ao projeto durante esses anos, mas, em 2016, Alan Clark passa a fazer parte da banda. Clark é o histórico tecladista do Dire Straits, de 1980 a 1985. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz) que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992 e Jack Sonni (guitarra), que integrou a banda, de 1985 a 1988, época do lançamento e turnê do álbum “Brothers in Arms”. O renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits, de 1983 a 1985, tocou no famoso “Alchemy Live Album” e no EP “Twisting by the Pool”.
Trevor Horn é uma verdadeira lenda na indústria da música. Depois de formar a banda The Buggles e gravar o hit "Video Killed the Radio Star", produziu alguns dos hits que definiram os anos 80, como "Lexicon of Love" de ABC, “Owner of a Lonely Heart” do Yes e “Relax”, “Two Tribes” and “The Power of Love”, sucessos de Frankie Goes to Hollywood. Trevor também produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds e Seal, trabalho pelo qual recebeu um Grammy como produtor, e muitos outros.
O baterista Steve Ferrone é outra lenda da música e, além de gravar e tocar com George Harrison, Duran Duran, Stevie Nicks, Chaka Khan, Eric Clapton, Bee Gees, Al Jarreau e Johnny Cash, integrou a Tom Petty and the Heartbreakers, de 1994 a 2017. Os dois italianos que se juntam à banda são o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Dibiase.

Indicada para maiores de 14 anos, a apresentação do Dire Straits Legacy tem ingressos que variam de R$ 130,00 (meia) a R$ 480,00 (inteira) de acordo com o setor do teatro. A taxa administrativa de R$ 10,00 está incluída no valor. Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

UFPR realiza a 10ª edição do Feirão de livros entre 9 e 11 de abril


A Editora UFPR promoverá, entre os dias 9 e 11 de abril, o 10º Feirão de Livros da UFPR que terá descontos a partir de 50% na compra dos livros das editoras universitárias e a partir de 40% das editoras comerciais. Participam do evento 33 editoras e livrarias.
O público que comparecer encontrará obras de qualidade diferenciada em todas as áreas do conhecimento, além de best-sellers e títulos renomados como “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, de Michael Benson, “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.
Serão aproximadamente cinco mil títulos diferentes de todos os expositores. Só a Editora UFPR disponibilizará 306 obras distintas para a venda. Em seu aniversário de dez anos, o Feirão cresce e passará a ter mais expositores e ocupa um espaço maior.
A iniciativa da editora pretende ampliar o acesso da comunidade universitária e da comunidade externa às publicações, contribuir para o fortalecimento do hábito de leitura entre os alunos.
O evento será realizado no hall do prédio da Administração do Centro Politécnico da UFPR, no bairro Jardim das Américas, em Curitiba. O horário de funcionamento será das 9h às 19h. As compras podem ser feitas com cartão de crédito, à vista, parceladas ou no cartão de débito.

Museu Paranaense celebra os povos indígenas em abril


O Museu Paranaense celebra a população ameríndia em abril com programação dedicada à valorização, preservação e promoção da cultura, da língua e da arte dos povos indígenas. Curso de língua caingangue, mesa-redonda sobre arte contemporânea indígena, exibição de filme, apresentações do grupo Towê Fulni-ô, exposição e venda de artefatos fazem parte das atividades do Abril Indígena.
“Durante séculos, os índios resistiram a várias formas de dominação e desenvolveram estratégias para adaptar-se às condições mais adversas sem perder a dignidade”, disse a diretora do Museu Paranaense, Gabriela Bettega.
Segundo ela, se a cultura é a lente através da qual o homem vê o mundo, herdamos dos indígenas o desejo de beleza, provindo de sua vontade de perfeição ao pintar o corpo, modelar um vaso ou trançar um cesto, imprimindo em cada peça de seu trabalho a expressão de quem a fez. “Esperamos que as atividades programadas pelo museu ponham foco na sabedoria milenar dos nossos povos originários”, afirmou.

PROGRAMAÇÃO - As atividades do Abril Indígena iniciam nesta quarta-feira (3) com a primeira aula do curso de “Introdução à Língua e Cultura Caingangue” (até 26 de junho), ministrado pelo pedagogo Florêncio Rekayg Fernandes, indígena nascido na Terra Indígena Rio das Cobras no município de Nova Laranjeiras (PR). “Acredito que as minhas iniciativas de valorização e fortalecimento da cultura caingangue para a sociedade não indígena só vêm a contribuir no combate ao preconceito, valorizando sempre o trabalho coletivo e as práticas do meu povo”, diz.
No dia 10, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), ocorre o “Arte Indígena Contemporânea em Foco”, evento que propõe debater e apresentar a estética e poética ameríndia.
A programação inicia às 14h e segue até as 21h, com mesa-redonda, sarau poético, exposição de arte e exibição de filme. O evento é gratuito e as inscrições devem ser feitas em bit.ly/arte_indigena.
No dia 11, às 10h e 15h, tem apresentação cultural do “Grupo Towê Fulni-ô” com exposição e venda de artefatos dos povos Fulni-ô, de Águas Belas, Pernambuco. As apresentações são abertas ao público e não é necessário se inscrever previamente.

PIONEIRISMO - Pioneiro na coleta de material etnográfico, pesquisa e publicação sobre as populações indígenas no Paraná e no Brasil, o Museu Paranaense possui coleções que datam do século XIX. Destaque para atuações de pesquisadores como Romário Martins, José Loureiro Fernandes e Vladimir Kozák.
Pela importância do acervo iconográfico, filmográfico e textual de 17 povos indígenas brasileiros registrados por Kozák entre 1948 e 1978, desde 2017 o Museu passou a integrar o Programa Memória do Mundo da Unesco.

Mais informações: 3304-3300 ou www.museuparanaense.pr.gov.br.

Museu Oscar Niemeyer apresenta exposição inédita de Guita Soifer


A artista paranaense Guita Soifer inaugurou no Museu Oscar Niemeyer (MON) a sua exposição inédita, “Oferenda”. A mostra poderá ser vista até 4 de agosto, na Sala 10.
“A arte subjetiva de Guita, certamente, levará o espectador a interpretações próprias sobre a sua obra”, afirma a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika. “Ao transitar por diversas formas de arte há décadas, Guita trabalha de maneira singular o ser humano e a memória, com obras intimistas e simbólicas”, comenta Juliana.
O curador Adolfo Montejo Navas explica que há uma intervenção clara da obra no espaço da sala expositiva. “Uma única escultura contemporânea feita a partir de resina plástica parece brotar da parede e invadir boa parte do espaço, causando uma sensação surrealista”.
Segundo Navas, a exposição é resultado de um longo trabalho de pesquisa feito pela artista e expressa a memória da perda, do que acabou. São registros de um local que cedeu e que agora é ocupado pela natureza voraz. “Ela fala aqui da memória coletiva”, explica o curador.
Reconhecida no Brasil e no exterior, Guita Soifer transita por diversas formas de arte: pintura, gravura, desenho, fotografia, videoarte e instalação, criando sempre a partir de novos suportes.

SOBRE O MON - O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Governo do Estado. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. O acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, 17 mil deles de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Mais informações: 3350-4468 ou http://www.museuoscarniemeyer.org.br.

Museu da Imagem e do Som do Paraná exibe Mostra de Cinema Paranaense Contemporâneo


Ao longo de todo o mês de abril, o CineMIS, projeto de exibição de filmes do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), vai dedicar toda a sua programação à produção audiovisual do Paraná. A mostra “Cinema Paranaense Contemporâneo” tem início nesta terça-feira (2), às 15 horas, com o longa-metragem “Um Filme para Dirceu” (2012), da cineasta Ana Johann, premiado no Festival de Brasília com o Candango de Melhor Documentário em competição. O filme acompanha a trajetória de Dirceu, um gaiteiro que, aos 17 anos, ficou paraplégico após um acidente e consegue voltar a andar. O sonho de sua vida é tornar-se músico e a narrativa acompanha sua vida por três anos.
Rodado entre 2009 e 2011, o documentário nasceu de um desejo intenso do próprio Dirceu: o de ver sua vida, que embora breve já passou por situações dramáticas e rocambolescas, contada no cinema. Quando ligou para a diretora, ele tinha em mente um longa de ficção, aos moldes de “2 Filhos de Francisco”. Mas Ana, que acaba de rodar seu primeiro longa-metragem de ficção, “A Mesma Parte de um Homem”, acabou o convencendo e, juntos, embarcaram em uma obra de não ficção, da qual ela também se tornou personagem, tamanha a interação entre os dois.
Nesta quinta-feira, também às 15 horas, a mostra traz ao público curitibano a “1ª Sessão Unespar de Curta-metragens”, que reúne filmes realizados por estudantes, egressos e professores do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Estadual do Paraná, desde a época em que era Escola Superior Sulamericana de Cinema e TV até os dias atuais. Integram essa sessão: “Caleidoscópio”, “De Tanto Olhar o Céu”, “Ferradura”, “Órion”, “Pavão Sem Cores” e “Pequenos”.
Segundo Cristiane Senn, diretora do MIS-PR, “a ideia da mostra é chamar a atenção para a produção bem diversa” do audiovisual paranaense, incluindo obras de ficção e documentais, normalmente menos acessíveis ao público. “Também buscamos incluir filmes de realizadoras mulheres”.
Além dos curtas-metragens da Unespar, a mostra também inclui títulos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), com sede em Foz do Iguaçu. “A proposta é chamar a atenção para esses espaços de ensino de cinema e trazer as produções realizadas por seus egressos e professores ao mundo”, diz Cristiane.


PROGRAMAÇÃO:

02/abr – UM FILME PARA DIRCEU, de Ana Johann (80’, 2012, Curitiba)
Aos 17 anos Dirceu ficou paraplégico e voltou a andar. Dirceu é gaiteiro e seu sonho é viver da música. O documentário retrata a vida e os desafios de Dirceu durante 3 anos. Classificação: 12 anos

04/abr – 1ª Sessão UNESPAR de curtas-metragens (Curitiba)
A Sessão UNESPAR 1 é composta de curtas-metragens realizados por estudantes, egressos e professores do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Estadual do Paraná, desde a época em que era Escola Superior Sulamericana de Cinema e TV até os dias atuais. Classificação: 16 anos

09/abr – FERRUGEM, de Aly Muritiba (105’, 2018, Curitiba)
A adolescente Tati adora compartilhar sua vida nas redes sociais. Mas ela precisa amadurecer e lidar com as consequências, depois que algo que ela não queria que se tornasse público é divulgado no grupo do WhatsApp de sua turma de colégio. Vencedor do prêmio melhor filme e roteiro no Festival de Gramado. Classificação: 14 anos

11/abr – 2ª Sessão UNESPAR de curtas-metragens (Curitiba)
A Sessão UNESPAR 2 é a segunda rodada de curtas-metragens realizados por estudantes, egressos e professores do curso de Cinema e Vídeo da Universidade Estadual do Paraná, desde a época em que era Escola Superior Sulamericana de Cinema e TV até os dias atuais. Classificação: 16 anos

16/abr – Sessão UNILA de Curtas-metragens (Foz do Iguaçu)
A Sessão UNILA é composta de curtas-metragens realizados por estudantes, egressos e professores do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Classificação: 16 anos

18/abr – GARATUJAS, BADAMECOS E OUTROS MONSTROS, de Elizabeth Moreschi e João Castelo Branco (75’, 2017, Curitiba)
Em uma pré-escola dos arredores de Curitiba, crianças de quatro e cinco anos desenham e pintam. Elas nos mostram a importância do traço, da composição da cor e do ato de desenhar e pintar. Em uma mistura de surrealismo espontâneo e pintura de ação, estas imagens também trazem os monstros que vivem nas sombras profundas de cada um de nós. Classificação livre.

23/abr – Sessão Londrina
Sessão de curtas-metragens realizados nos últimos 10 anos na cidade de Londrina-PR. Classificação: 16 anos.

25/abr – CASA DE LUCIA, de Lucia Luz e João Marcelo Gomes (70’, 2017, Curitiba)
Através de registros feitos por Lucia, uma refugiada síria que vive no Brasil há dois anos, o documentário retrata uma trajetória inesperada para reencontrar seus pais e irmãos que vivem no Kuwait. Recém-casada, ela precisou deixar seu país às pressas com a família do marido. Classificação: 10 anos.

30/abr – Sessão Curta | Super8
A sessão Curta8 é composta de filmes paranaenses rodados em película Super8, numa seleção feita pela organização do Festival Internacional de Cinema Super8 de Curitiba. Classificação: 14 anos.

As sessões do “CineMIS apresenta – Cinema Paranaense Contemporâneo” acontecem às terças e quintas de abril, às 15h. O Auditório do Museu da Imagem e do Som do Paraná está situado na Rua Barão do Rio Branco, 395, Centro. A entrada é gratuita. Mais informações: www.mis.pr.gov.br.