segunda-feira, 4 de julho de 2016

Alunos do Conservatório de MPB apresentam espetáculos gratuitos

Os alunos do Conservatório de MPB de Curitiba, mantido pelo Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC), órgão responsável pela gestão da área musical da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), apresentam até o dia 9 de julho, o resultado do trabalho desenvolvido no primeiro semestre de 2016, em espetáculos gratuitos. As apresentações integram o Projeto Afina-se, e acontecem no palco do Auditório Nhô Belarmino no Conservatório de MPB e no Teatro do Paiol.
A tradicional iniciativa permite que, ao fim de cada semestre, os estudantes mostrem o aprendizado obtido em sala de aula. Segundo a coordenadora pedagógica do Conservatório, Mari Lopes Franklin, além de proporcionar a possibilidade do público apreciar o talento e a criatividade desses novos artistas, também é uma oportunidade para os alunos superarem o medo de palco.
Nos shows, sob a orientação dos professores, sobem ao palco estudantes iniciantes e de nível avançado dos diversos cursos de instrumento, canto e práticas de conjunto. De cunho didático, o programa conta com toda uma estrutura de produção, que tem por objetivo estabelecer uma ponte entre a escola e o ambiente musical profissional.

PROGRAMAÇÃO

SEGUNDA 04 JUL – 18h30
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
SAXOFONE (Raul Valente); BANDOLIM (Renan Bragatto); PRÁTICA DE CONJUNTO DE MPB (Lucas Melo).

TERÇA 05 JUL – 18h30
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
CANTO POPULAR (Joubert Guimarães); CANTO POPULAR (Ana Cascardo).

QUARTA 06 JUL – 18h30
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
PIANO (Reginaldo Nascimento).

QUINTA 07 DEZ – 18h30
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
CANTO POPULAR (Clarissa Bruns); CANTO POPULAR (Joubert Guimarães).

SEXTA 08 JUL – 18h30
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
CANTO POPULAR (Joubert Guimarães).

SÁBADO 09 JUL – 14h
Conservatório de MPB – Auditório Nhô Belarmino
BATERIA PARA CRIANÇAS (Edi Tolotti); VIOLÃO E VIOLA CAIPIRA (Rogério Gulin)

Informações: Coordenação Pedagógica do Conservatório de MPB, fone 3321-3318. 

Projeto Combo Musical, da Regional Cajuru, incentiva a formação de bandas

Uma das novidades entre os cursos oferecidos pela Fundação Cultural de Curitiba nas regionais é o Combo Musical, projeto que está sendo desenvolvido pelos alunos de música da Rua da Cidadania do Cajuru. Sob orientação do músico Johnny Dionysio, os alunos dos cursos de bateria, violão, guitarra, contrabaixo, viola caipira, teclado, violino, canto e coral estão interagindo e formando pequenos grupos para vivenciar a prática de banda.
O projeto começou no primeiro semestre de 2016, com apoio da Coordenação do Núcleo Regional Cajuru, como parte do conteúdo didático do Curso de Bateria.  Com intuito de criar situações para a prática de conjunto, buscou-se a integração com os alunos dos demais cursos de música. De acordo com o professor Johnny Dionysio, a ideia é formar núcleos básicos de instrumentos, incentivando a dinâmica de grupo, o talento, a musicalidade, a experiência de palco e a iniciação ao multi-instrumentalismo.
O Combo Musical possui um repertório diferenciado baseado em diversos estilos musicais: rock, pop, blues, reggae, jazz, música popular brasileira, músicas regionais, músicas infantis, fusion, world music, músicas autorais, estilos temáticos (junino, natalino, etc), entre outros. O repertório também é escolhido de acordo com o nível técnico, faixa etária de cada aluno, dos músicos convidados e do formato das apresentações ao público em geral.
Algumas músicas que estão sendo ensaiadas e apresentadas pelo Combo Musical são o medley “Riffs” (clássicos do rock mundial); “I show the sheriff”, de Bob Marley; “Come together”, dos Beatles; “Everybody wants to rule the world”, do Tears for Fears; “Wave”, de Tom Jobim; “Na baixa do sapateiro”, de Ary Barroso; “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e “Aquarela”, de Toquinho, entre outras.
A prática de banda tem como objetivo a integração dos alunos de bateria e de outros cursos de música da Regional Cajuru, de forma que eles possam aplicar seus conhecimentos. Ao longo de cada semestre são criadas situações em formato de ensaio com execução de melodias, progressões harmônicas, dinâmica, improvisação e performance dos alunos”, diz. Os grupos já realizaram algumas apresentações. A primeira foi realizada no dia 23 de abril, durante a inauguração da Rua da Cidadania Cajuru.
          
ANFITEATRO - Com a inauguração da Rua da Cidadania do Cajuru, no último mês de abril, a comunidade daquela regional passou a contar com um espaço voltado especialmente às atividades culturais. O auditório, em forma de anfiteatro, com palco e camarins, foi projetado para atender as especificidades técnicas de apresentações de peças teatrais, shows musicais e espetáculos cênicos, sendo o único com essas características entre todas as Ruas da Cidadania. 
O espaço está aberto não só à comunidade do Cajuru, mas também às outras regionais, disponível para ensaios, apresentações e qualquer outra atividade de cunho cultural”, explica o coordenador das Regionais da Fundação Cultural de Curitiba, Crizanto Westphalen. Para usar o teatro basta agendar as datas no Núcleo da FCC no Cajuru.
A concepção de um espaço cênico para a Rua da Cidadania foi uma demanda da população local encampada pela Prefeitura, que através da FCC acompanhou o projeto de criação do equipamento e a sua execução, de forma a atender as especificações necessárias para uso artístico. Com a inauguração, alguns projetos já começaram, como é o caso do “Combo Musical”, que incentiva a formação de bandas.
O anfiteatro possibilita a reunião dos alunos dos vários cursos de música da regional para ensaios e apresentações. Sob orientação do músico Johnny Dionysio, os alunos dos cursos de bateria, violão, guitarra, contrabaixo, viola caipira, teclado, violino, canto e coral estão interagindo e formando pequenos grupos para vivenciar a prática de banda. O projeto começou no primeiro semestre de 2016, com apoio da Coordenação do Núcleo Regional Cajuru. De acordo com o professor Johnny Dionysio, a ideia é formar núcleos básicos de instrumentos, incentivando a dinâmica de grupo, o talento, a musicalidade, a experiência de palco e a iniciação ao multi-instrumentalismo.

Tarzan volta aos cinemas numa história de resgate e vingança

(Reuters) - Tarzan pode ter deixado as florestas, mas o chamado da selva mostrou-se irresistível para o herói que salta entre os cipós, e ele é atraído de volta para as florestas africanas e acaba se vendo numa busca para salvar a sua mulher sequestrada e o povo congolês num novo filme.
"A Lenda de Tarzan", programado para estrear nos cinemas brasileiros no dia 21 de julho, traz o Tarzan, interpretado pelo ator sueco Alexander Skarsgard, com o nome de John Clayton, morando num solar na Inglaterra vitoriana e casado com Jane, interpretada por Margot Robbie.
Contudo, um convite do Congo leva os Claytons de volta, onde eles sofrem uma emboscada, e Jane é sequestrada pelo nefasto Leon Rom (Christoph Waltz), que tem a tarefa de entregar Tarzan a um chefe tribal em troca de diamantes.
"É como se fosse a história tradicional ao contrário. A gente volta para o Congo em vez de começar de lá”, disse a atriz Margot Robbie à Reuters.
Skarsgard, mais conhecido por interpretar um vampiro na série da HBO “True Blood”, é a mais recente estrela a viver Tarzan, adquirindo massa muscular por nove meses para incorporar a força do herói das selvas e a sua agilidade, semelhante à de um animal.
"Uma transformação para um ator é sempre empolgante”, afirmou Skarsgard. “Foi difícil fisicamente e mentalmente às vezes porque você fica muito isolado de amigos e família por nove meses. Não foi difícil de certa maneira porque eu estava empolgado e motivado demais”.
A história ficcional de Tarzan, baseada nos livros de Edgar Rice Burroughs, é trançada com a história real de George Washington Williams, historiador afro-americano, que viajou para o Congo e criticou o rei Leopoldo 2° da Bélgica pelo tratamento brutal e cruel dado ao povo congolês.
No filme, Samuel L. Jackson interpreta Williams, que ajuda a salvar o povo congolês de ser escravizado pelos militares belgas.
"É uma maneira de estabelecer alguma precisão histórica”, disse Jackson. “Isso foi algo que de fato estava acontecendo no Congo na época, e o rei Leopoldo é responsável por um dos maiores holocaustos na África”.

Fotografias expostas no Aeroporto Afonso Pena mostram exuberância natural do Paraná

O Paraná é privilegiado em belezas naturais, com parques e áreas protegidas que preservam florestas, rios de água limpa, cachoeiras gigantes, ilhas e baías. Exuberantes cenários habitados por uma rica fauna silvestre.
Um pouco dessa riqueza pode ser visto na exposição “O Paraná e sua Biodiversidade”, capturadas pelas lentes do fotógrafo Denis Ferreira Netto, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná. A mostra vai até 29 de julho no Aeroporto Internacional Afonso Pena, por meio de uma parceria com a Infraero.
“O Paraná e sua Biodiversidade” é uma exposição itinerante e já percorreu alguns estados brasileiros. São 24 imagens da fauna, flora e de paisagens naturais do Estado. A maior parte dos registros foi feito dentro de Unidades de Conservação do Paraná, como parques e áreas protegidas. Entre as imagens está a de uma onça-pintada feita no Parque Nacional do Iguaçu.

FOTÓGRAFO - Denis Ferreira Netto é jornalista e repórter fotográfico. Com 37 anos de experiência, já trabalhou para diversos órgãos de imprensa no Brasil e no exterior.
É especializado em fotografia ambiental e documental. Da sua produção constam exposições individuais e coletivas, ensaios e reportagens, além de prêmios nacionais, dois livros individuais e outros em co-autoria. Há 23 anos é funcionário da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná. 

Bairro Tatuquara ganha seu primeiro equipamento cultural

Os mais de 100 mil moradores dos bairros Tatuquara, Caximba e Campo de Santana ganharam seu primeiro equipamento cultural. Inaugurada na última sexta-feira, a Casa da Leitura Laura Santos atenderá seus usuários na Rua da Cidadania do Tatuquara de segunda a sexta-feira das 8h30 às 17h30. Com um acervo de 2.800 títulos, o espaço administrado pela Fundação Cultural de Curitiba conta com espaço para leitura local, empréstimo de livros de literatura e diversas atividades de incentivo à leitura, para crianças, jovens e adultos.

Laura Santos - A poeta curitibana Laura Santos (1919-1981) foi uma das fundadoras da Academia José de Alencar, em Curitiba. Publicou seus poemas em livros e em jornais da capital. Para homenagear a "Pérola Negra", como ficou conhecida, foram lidos textos da autora durante a solenidade de abertura que teve como convidados especiais os sobrinhos da escritora Lucilene Cristovam, Will Amaral e Wilson Amaral.

Curitiba Lê - O programa Curitiba Lê é composto por um conjunto de ações de fomento, difusão e formação que visam aumentar quantitativa e qualitativamente os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos. Para integrar o Curitiba Lê, todas as bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural foram transformadas em Casas da Leitura, cada uma homenageando um autor. No total são 15 espaços que tem como objetivo incentivar ativamente a prática da leitura e envolver a comunidade com o hábito de ler.

Regional Tatuquara - Em funcionamento desde novembro de 2015,  a nova Rua da Cidadania conta com unidades da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Espaço Empreendedor, Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), Fundação Cultural de Curitiba, Fundação de Ação Social (FAS), Urbanização de Curitiba S/A (Urbs),Guarda Municipal,Secretaria do Governo Municipal e secretarias municipais do Abastecimento, Finanças, Trabalho e Emprego, Esporte, lazer e Juventude  e do Urbanismo. 

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Peça “Hominus Brasilis” é a atração na Caixa Cultural Curitiba

A Caixa Cultural Curitiba apresenta neste final de semana a peça “Hominus Brasilis”, que utiliza uma linguagem cênica inédita no Brasil: todas as cenas acontecem sobre uma plataforma de 2m². O palco não tem cenário, nem adereços. Utilizando apenas o corpo e vozes, sem a ajuda de outros recursos cênicos, os atores apresentam um olhar irreverente sobre a trajetória dos acontecimentos, permitindo que a plateia identifique facilmente as figuras e momentos marcantes da história da humanidade.
Criada pela Cia. De Teatro Manual, a peça recupera grandes momentos da humanidade e convida o espectador a se deparar com o surgimento da vida, a extinção dos dinossauros, a expansão marítima da Europa e as grandes guerras. O público verá também eventos que marcaram a história brasileira, como a chegada dos portugueses, a escravidão e a ditadura militar.
O projeto nasceu a partir de uma pesquisa da trajetória do homem no mundo. O grupo de quatro atores – Helena Marques, Matheus Lima, Dio Cavalcanti e Patricia Ubeda – utiliza sonoplastia vocal ao vivo para contar episódios marcantes da História.
O espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2014 na Categoria Direção e ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014 na Categoria Especial pelo estudo do espaço cênico através da Plataforma.

Indicado para maiores de 14 anos, a peça “Hominus Brasilis” será apresentada na sexta-feira e sábado, às 20h; domingo, às 19h, com ingressos custando R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia, conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito Caixa). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura. Mais informações: 2118-5111.

Peça “Dente de Leão”, do Espanca!, chega ao palco do José Maria Santos

Curitiba recebe, de 1 a 3 de Julho, no Teatro José Maria Santos, a sexta montagem do Grupo Espanca!: “Dente de Leão”. Além da peça, o grupo oferece uma oficina de teatro gratuita, nos dias 2 e 3 de julho.
 “Dente de Leão” é uma visão sobre um delicado processo de aprendizagem a que estamos expostos desde cedo: a representação. A peça busca mostrar como aprendemos - e aprendemos brincando - a representar papéis. Na família, na escola, no trabalho ou no palco. Pai, mãe, irmã, professor, aluno ou Hamlet. É também um olhar sobre a juventude, sobre o frescor desta estação. O trabalho em grupo tem a força ansiosa de quem ainda não se conformou com a repetição, que simplesmente pergunta “o que nós estamos fazendo das nossas vidas?” sem tempo para ouvir longas respostas.
O texto foi escrito por Assis Benevenuto, que trabalha com o grupo há seis anos. Nesse espetáculo também se mantem a parceria com a Companhia Brasileira, tendo Nadja Naira como iluminadora. Esta é a primeira direção de Marcelo Castro, um dos fundadores do grupo. A criação do espetáculo foi financiada pela Petrobras, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Há mais de 3 anos, a Petrobras tem sido uma parceira extremamente importante para a manutenção do grupo, incluindo as atividades do Teatro Espanca!.

Sinopse - Um grupo de alunos troca ideias sobre suas vidas e projeta o futuro enquanto mata aulas no auditório do colégio. No final do ano, pais e professores se juntam aos estudantes na esperada Feira de Ciências. Insatisfeitos com seus destinos, os adolescentes preparam uma apresentação capaz de questionar as imagens que representam e abalar as instituições que os rodeiam.

O Espanca! - Nos últimos 12 anos, o grupo Espanca! criou 7 peças de teatro, um conjunto de obras que revela sua pesquisa sobre a encenação de dramaturgias contemporâneas que propõe discussões sobre os códigos do fenômeno teatral e a escrita de uma investigação chamada poética da violência. Há 6 anos, o grupo ainda mantém um espaço cultural no hipercentro de Belo Horizonte, aberto a propostas artísticas de diversas linguagens.
Estima-se que os projetos da companhia já alcançaram mais de 120.000 pessoas em 59 cidades de 14 estados brasileiros. Com “Por Elise” (2005), “Amores Surdos” (2006), “Congresso Internacional do Medo” (2008) e “Marcha Para Zenturo” (2010) o Espanca! criou espetáculos inéditos escritos pela dramaturga Grace Passô. “O Líquido Tátil” (2012) foi escrito e dirigido pelo argentino Daniel Veronese, um dos maiores nomes do teatro mundial. “Dente de Leão” (2014) foi escrito por Assis Benevenuto e dirigido por Marcelo Castro. Estes trabalhos circularam pelos principais festivais de teatro do país, receberam diversos prêmios e nomeações (Shell, APCA, Qualidade Brasil, SESC-SATED, entre outros) e todos seguem no repertório da companhia. Na última década, eles fizeram 649 apresentações em todas as regiões do país, além de Alemanha, Colômbia, Uruguai e Chile. Recentemente o grupo estreou o novo espetáculo “Real” que conta com a dramaturgia de Márcio Abreu, Diogo Liberano e Roberto Alvim.
Há 6 anos, o grupo desdobra seu trabalho artístico na concepção de um espaço que tornou-se referência na cena cultural belo-horizontina abrigando reuniões, ensaios, oficinas, debates, apresentações de teatro, performances, shows, projetos experimentais, saraus, feiras, exposições, atividades criativas e coletivas feitas por artistas e grupos culturais da cidade e do país.
O Teatro Espanca! já tem público estimado total de 20.000 pessoas e mais de 800 agentes culturais envolvidos em sua programação. Sua manutenção também se dá em diálogo com a comunidade ao seu redor, através de práticas diárias de convivência, ações políticas e intervenções estéticas realizadas em diálogo com a rua, sua diversidade e suas contradições.

Indicada para maiores de 14 anos, a peça “Dente de Leão” tem ingressos custando R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia, conforme legislação).