sexta-feira, 31 de julho de 2020

BPP lança novas edições dos projetos online Hora do Conto e Era Uma Zine


Já estão no ar as novas edições virtuais dos projetos Era Uma Zine e Hora do Conto, desenvolvidos pela Biblioteca Pública do Paraná para atender o público infantil de forma remota durante a quarentena.
HORA DO CONTO - No vídeo da semana, Thiago Dominoni apresenta "O Pintinho Ruivo de Raiva", de Anderson Novello. O conteúdo está disponível no canal do YouTube BPP Conta, que também traz materiais gravados por contadores parceiros. Assista aqui.
ERA UMA ZINE - O fanzine eletrônico traz mais uma parte da série dedicada aos contos de fadas. As fábulas são o tema da edição, que ainda traz uma entrevista a escritora Gloria Kirinus, sugestão de filme e novas dicas para os leitores produzirem seu próprio zine. Baixe aqui.
A Biblioteca segue a orientação do Governo do Estado para o enfrentamento ao coronavírus e está fechada por tempo indeterminado.

Prefeitura lança 2º edital emergencial para os trabalhadores da cultura


A Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba lançaram um novo edital emergencial para a seleção de conteúdos a serem veiculados em suas redes sociais.
O segundo edital (nº 023/2020) é lançado três meses após o primeiro chamamento com o objetivo de apoiar os artistas e trabalhadores da cultura afetados pelo cancelamento de espetáculos e fechamento de espaços culturais.  Ao mesmo tempo, o edital proporciona à população o acesso a produtos culturais via internet, especialmente durante este período de pandemia.
O valor total do edital é de R$ 450 mil. O recurso é oriundo de emenda parlamentar de 23 vereadores. Serão contemplados 300 projetos no valor de R$ 1,5 mil cada.
As inscrições têm início às 18h do dia 10 de agosto e encerram às 12h do dia 17 de agosto de 2020, pelo sistema Sisprofice, no site www.sic.cultura.pr.gov.br. Os proponentes podem ser pessoas físicas com idade superior a 18 anos ou pessoas jurídicas enquadradas nas modalidades MEI (micro-empreendedor individual), EI (empreendedor individual) e Eireli (empresa individual de responsabilidade limitada), domiciliadas em Curitiba.
A Fundação Cultural de Curitiba está trabalhando no sentido de minimizar os impactos junto aos trabalhadores da cultura. No início da pandemia lançamos um primeiro edital que foi concluído com êxito. Os vídeos adquiridos já estão sendo veiculados nas redes sociais da FCC. Estamos lançando esse segundo edital que em breve garantirá o acesso gratuito da população a novos conteúdos culturais na internet”, ressaltou a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro.

NOVIDADES - A inscrição é limitada a um projeto por proponente, independentemente do tipo de personalidade jurídica. Dessa forma, o proponente deverá optar entre se inscrever como pessoa física ou jurídica. Essa é uma das alterações do novo edital em relação ao primeiro.
Outra novidade é que, além de vídeos de conteúdo cultural, serão aceitos artigos, contos e crônicas, que poderão ser disponibilizados em arquivo PDF.
O tempo de duração dos projetos de vídeos (solos ou coletivos) continuam de no mínimo 33" (trinta e três segundos) a aproximadamente 60' (sessenta minutos), à exceção dos projetos de dança e teatro, e de oficinas e práticas de artes e vídeo-aula, que terão tempos diferenciados.
A nota mínima para a classificação do projeto no edital, que era de 80 pontos na edição anterior, passa para 70 pontos. Houve alterações também nos critérios de classificação e respectivas pontuações.

REQUISITOS - Podem participar artistas que tenham vídeos autorais (solos ou coletivos) nas áreas de artes visuais, cinema, dança, literatura, música, patrimônio cultural, teatro, circo e manifestações culturais tradicionais, como curtas-metragens, videoclipes, monólogos, leituras, contação de histórias, clipoemas, videodança ou espetáculos de dança filmados, arte digital, animações, exposições virtuais, documentários, números de circo e comédia filmados, e também vídeo-aulas de técnicos da área da cultura, como produtores, iluminadores, técnicos de som, cenotécnicos, cenógrafos, maquiadores, figurinistas, roadies, entre outros. Também serão aceitos artigos, contos e crônicas, devendo ser, assim os vídeos, de classificação indicativa livre.
Considerando as instruções de isolamento social dadas pelas autoridades sanitárias, as propostas de vídeos solos, artigos, contos e crônicas podem ter sido produzidas a qualquer tempo até o prazo final de inscrição.
As propostas de vídeos coletivos devem ter sido produzidas até 15 de março de 2020, véspera da data em que foi decretada Situação de Emergência em Saúde Pública no Município de Curitiba em razão da pandemia do coronavírus (Decreto Municipal 421 de 16/03/2020). Neste caso, os artistas precisam assinar uma Declaração de Veracidade, atestando que o material coletivo foi produzido antes da data do decreto.
Os projetos passarão por duas etapas de validação: a primeira de análise da documentação exigida pelo edital e a segunda de análise do mérito das propostas. Os projetos contemplados serão apresentados nas mídias sociais da Fundação Cultural de Curitiba pelo prazo de um ano a partir da assinatura do termo de apoio para repasse do recurso financeiro.

Quiz sobre arte leva conhecimento ao visitante virtual do MON


O Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece todas as sextas-feiras ao público um quiz interativo diferente. Com perguntas e respostas, a cada semana um novo tema é abordado. O conteúdo inclui movimentos artísticos, mostras e curiosidades em geral sobre o MON.
Entre as opções já realizadas estão perguntas sobre artistas mulheres do Paraná, com curiosidades sobre vida e obra de Violeta Franco, Leonor Botteri, Ida Hannemann, e Helena Wong, por exemplo. A atividade é veiculada sempre nos “stories” do Instagram e fica disponível na seção de “destaques” da mesma rede social do MON.
Lá, o visitante também encontra detalhes da exposição “Man Ray em Paris” – voltada à produção surrealista do artista entre 1921 e 1940 – e da mostra “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”, entre outros assuntos já abordados.
Além de testar conhecimentos, o quiz estimula o participante a conhecer mais sobre artistas, obras e coleções do acervo e de exposições atuais ou que já passaram pelo Museu.
A ação integra o rol das diversas novas atividades virtuais apresentadas pelo MON desde março, após o início da quarentena. São séries de posts temáticos, mostras online, mediações a obras e exposições, entrevistas e visitas a ateliês de artistas, além das tradicionais oficinas artísticas nas quartas-feiras e domingos.

Cine Passeio tem programação variada na semana


Exatamente três meses atrás, em 30 de abril, impelidos pela pandemia, o Cine Passeio lançou a primeira sala de cinema virtual do Brasil, a Sala Cine Vitória. De lá para cá, o frequentador do Cine Passeio, teve à disposição gratuitamente, a cada semana, pelo menos quatro programas diferentes, alguns com mais de um filme, e pode contar com mais de 100 títulos para ajudar a enfrentar esta quarentena. O Cine Vitória fez sucesso e está inspirando o surgimento de diversas outras salas semelhantes ao redor do país.
Nesta semana, a décima-quarta da Sala Cine Vitória, o programa apresenta cinco sessões bem especiais. No âmbito da Mostra Curitiba de Cinema DOC, em que é feito um levantamento da ótima produção documental do cinema curitibano, o destaque é o longa-metragem “Construindo Pontes”, de Heloísa Passos, antecedido pelo curta-metragem “Ferradura”, de Bea Gerolin. São filmes delicados, que abordam de maneira muito sensível as relações familiares. Na continuidade da Mostra Rogério Sganzerla, será apresentado “Nem Tudo É Verdade”, de 1986, em que Sganzerla mistura documentário e ficção para falar sobre a visita do grande cineasta Orson Welles ao Brasil. Já na Mostra Zé do Caixão o filme da semana é “O Estranho Mundo de Zé do Caixão”, de 1968, um filme composto por três curtas-metragens e que é considerado, por muitos, o precursor do formato multimídia no Brasil. Completam a programação da sala dois filmes recentes: o austro-alemão “A Tabacaria”, em que o inesquecível Bruno Ganz interpreta Sigmund Freud numa Viena às portas da Segunda Guerra Mundial; e o delicioso passeio gastronômico proporcionado pelo tocante drama cingapuriano “Lámen Shop”, de Eric Khoo.
Na Sala Cine Plaza, em que são disponibilizados filmes inéditos e pagos, acontecem duas estreias, os dramas “A Escolha”, dirigido pela estoniana Lina Trishkina, e “O Prisioneiro”, filme norte-americano dirigido por Paul Kampf. Continuam em cartaz a comédia americana “Armadas e Perigosas”, de Srikant Chellappa, o premiado drama de guerra tcheco “O Pássaro Pintado”, de Václav Marhoul, o drama americano “Professor”, de Adam Dick e a ficção-científica japonesa “Ultraman R&B - O Filme: O Cristal da União”, de Masayoshi Takesue.
Todos os filmes estão disponíveis no site www.cinepasseio.org.
No Conversas Sobre Cinema de sábado (1°), o jornalista e professor Paulo Camargo nos falará de um dos mais importantes cineastas brasileiros da atualidade, na aula “O cinema de masculinidades de Beto Brant”.
E na segunda-feira (3) você poderá acompanhar, no Podcast Passeio, um bate-papo que é quase uma música, com o maestro e compositor vencedor do prêmio Grammy Ruriá Duprat.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Curso online voltado às funções do corpo no ensino e prática da dança é destaque da Casa Hoffmann


As próximas duas semanas serão de aprendizado sobre o corpo humano para quem acompanhar as aulas on-line abertas disponibilizadas pelo Facebook da Casa Hoffmann e Fundação Cultural de Curitiba. A médica, fisioterapeuta e dançarina Elaine de Markondes é a facilitadora do curso “Dança: Função e Percepção”, que acontece de 4 a 13 de agosto, nas terças e quintas, sempre ao meio-dia. A ação faz parte do programa de Ações Formativas Complementares do Studio Virtual CasaHoffmann, é gratuito e livre para todas as idades.
As atividades estão previstas para durar 20 minutos. Este novo ciclo do projeto @studiovirtual Casa Hoffmann está dividido em quatro encontros, três aulas práticas e teóricas e uma focada em desmistificar o trabalho corporal na dança. Os três segmentos tratarão sobre anatomia e movimentos funcionais através da coluna vertebral, cintura pélvica e membros inferiores, cintura escapular e membros superiores.
O curso aborda o conjunto das funções músculo-esqueléticas considerando a atividade corporal como uma importante forma de manter permanência e longevidade ao corpo que dança.

SOBRE A PROFESSORA - Elaine de Markondes é ex-bailarina clássica e dançarina de tango há oito anos. Médica, fisioterapeuta, master trainer no Método Pilates. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Diretora do DeMarkondes Pilates e do Núcleo do Corpo, em parceria, há 20 anos. Atualmente, desenvolve atividades clinicas, ministra cursos, workshops e palestras em eventos, congressos e cursos de pós-graduação nas áreas do Método Pilates, da Cinesiologia da Dança e da Fisioterapia.
Na sequência a essa programação, durante as próximas semanas estão previstas aulas de Laremi Paixão com o tema Dançar é Pertencer, voltado a todas as idades.
O projeto @studiovirtual Casa Hoffmann é uma parceria entre a Fundação Cultural e o Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), que administram a Casa Hoffmann. Ele foi lançado em maio, para ampliar a oferta de atividades culturais e artísticas durante as medidas sanitárias de isolamento para conter a disseminação do novo coronavírus. A programação pode ser acompanhada pela plataforma da Casa Hoffmann.

Série de vídeos homenageia centenário de Sidónio Muralha


A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) é parceira da Fundação Sidónio Muralha no projeto Do Outro Lado do Vídeo Há um Poema, que comemora o centenário do escritor e poeta português.
São 22 vídeos diários com poemas do autor, apresentados por artistas, pesquisadores e estudantes brasileiros e portugueses. O conteúdo está disponível nas redes sociais da Biblioteca e no canal do YouTube BPP Conta. Acesse aqui.
Muralha morreu em Curitiba, em 1982, depois de viver duas décadas no Brasil. Seu legado inclui 20 livros para o público adulto, entre prosa e poesia, e uma premiada produção infantil, com títulos como "A Televisão da Bicharada" (1962), "Valéria e a Vida" (1976) e "Helena e a Cotovia" (1976), entre outros.
Em sua edição de maio, o jornal literário Cândido, editado pela Biblioteca Pública, publicou um resgate de sua trajetória, marcada principalmente pela preocupação e o compromisso com as crianças. Leia aqui.

quarta-feira, 29 de julho de 2020

UTFPR abre inscrições para curso gratuito sobre a saga Harry Potter


A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), por meio da plataforma Cursos de Extensão, divulga a abertura de inscrições para o curso Discussões sobre Harry Potter.
O curso tem como objetivo discutir a interdisciplinaridade, história da humanidade, políticas sociais, estereótipos, estigmas, relações familiares e sociais, mitologia, espiritualidade, psicologia, filosofia, entre outros itens através da saga Harry Potter. O público alvo compreende jovens e adultos que tenham interesse por leitura e discussões de obras literárias.
O curso será realizado semanalmente às quintas-feiras das 19h às 21h. Os encontros ocorrerão entre 13/08 e 15/10/2020.
As inscrições ocorrem até o dia 31/07/2020.
Cada encontro terá duração de 2 horas e o conteúdo programático será da seguinte forma:
Dia 1 – Introdução e discussão do tema “ficção e realidade” em “Harry Potter”
Dia 2 – Discussão do tema interdisciplinaridade em “Harry Potter”
Dia 3 – Reflexões sobre as políticas sociais em “Harry Potter”
Dia 4 – Discussão sobre preconceitos, estereótipos, estigmas, relações familiares e sociais em “Harry Potter”
Dia 5 – Reflexões sobre mitologia de acordo com as teorias de Joseph Campbell e Mircea Eliade
Dia 6 – “Harry Potter” e os arquétipos junguianos
Dia 7 – “Harry Potter” e Mitologia Celta
Dia 8 – “Harry Potter” e filosofia alquímica
Dia 9 – “Harry Potter” e a religião pagã e cristã – magia e preconceito
Dia 10 – A filmografia da saga “Harry Potter” – prós e contras

As inscrições são gratuitas. Saiba tudo AQUI

Centro Juvenil de Artes lança 2º Concurso Paranaense de Desenho


O Centro Juvenil de Artes Plásticas, da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, lança nesta quinta-feira (30) o 2º Concurso Paranaense de Desenho. As inscrições vão até dia 30 de setembro.
Destinado a crianças e adolescentes de 8 a 17 anos, o concurso propõe a temática “Lugares do Paraná”, com objetivo de incentivar os estudantes a refletirem sobre a identidade e a geografia paranaense e expressá-las por meio da arte, e fazer com que possam através do papel viajar sem sair de casa.
O Concurso de Desenho entra definitivamente para a história do nosso Centro Juvenil, que é a escola mais antiga de artes do país para crianças (desde 1956)”, disse o diretor Luiz Gustavo Vardanega Vidal Pinto, idealizador do concurso. Segundo ele, no ano passado foram quase 600 desenhos recebidos de várias regiões do Paraná, o que surpreendeu a comissão organizadora. “Neste ano, esperamos que haja uma participação ainda maior. O ato da criação de um desenho por si só traz uma grande reflexão visual, lembrando que interpretar uma imagem também é tão importante quanto ler e escrever”, acrescentou.

NORMAS - São duas categorias: crianças de 8 a 12 anos, e adolescentes de 13 a 17 anos. Os desenhos devem ser criados de próprio punho em técnica livre, como grafite, lápis de cor, lápis aquarelado, aquarela, giz de cera, giz pastel, canetas hidrográficas, entre outras.
É importante que o desenho seja produzido sem suporte digital e sem ajuda de terceiros. A obra também deve ser inédita e original, ou seja, não pode ser copiada ou ter sido editada ou publicada (parcialmente ou em sua totalidade) em qualquer meio de comunicação.
Os 40 melhores desenhos irão compor uma exposição coletiva entre novembro e dezembro, virtualmente ou em local a ser definido, conforme os desdobramentos da pandemia.
Os três melhores de cada categoria recebem uma premiação especial: um aparelho de videogame para os primeiros colocados de cada categoria; e kits de material artístico para os segundos e terceiros colocados.
As inscrições são gratuitas e devem ser enviadas de 30 de julho até 30 de setembro por um responsável pelo estudante (familiar) ou por meio da escola em que está matriculado.
A obra, que deve atender às exigências do regulamento (abaixo), precisa ser digitalizada e enviada junto com a ficha de inscrição devidamente preenchida para o e-mail educativocjap@seec.pr.gov.br. Confira o regulamento no site http://www.cjap.seec.pr.gov.br/

Redes sociais do MON apresentam curiosidades sobre a arquitetura do Museu


O Museu Oscar Niemeyer (MON) lançou uma série nas redes sociais que conta um pouco mais sobre a arquitetura e o processo de construção do Museu. Os posts temáticos fazem parte da ampla programação virtual, com conteúdo educativo e dinâmico, que a instituição tem oferecido ao público desde o início da quarentena, em março.
Isso inclui oficinas artísticas, mediações a exposições, entrevistas e visitas a ateliês de artistas e mostras virtuais, entre outras atividades. Os posts relacionados à arquitetura do Museu, que são publicados às sextas-feiras, têm tido grande aceitação do público, alcançando mais de 23,6 mil visualizações numa única postagem.

OLHO - Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída e 17 mil de áreas expositivas, o MON é uma das mais arrojadas obras projetadas por Oscar Niemeyer.
Entre as curiosidades descritas nos posts está o processo de construção do prédio do Olho, num intenso trabalho que durou seis meses ao longo de 2002.
Idealizado para abrigar um museu, sua estrutura possui 70 metros de comprimento e 30 metros de altura e está apoiada por uma torre de cinco andares. Em paralelo à construção, ocorreu a reestruturação do antigo edifício, projetado por Niemeyer em 1967.
Outro post da série conta que tal prédio foi idealizado por Niemeyer para ser a nova instalação do Instituto de Educação do Paraná (IEP). Este, entretanto, nunca chegou a funcionar no local. Quando a obra foi concluída, em 1978, o prédio passou a servir como sede das secretarias do Estado do Paraná, função exercida até o início dos anos 2000, quando começaram as negociações para a transformação do espaço num museu de arte.
Oscar Niemeyer tinha então 93 anos. Num primeiro momento, o arquiteto projetou dois espaços cobertos em cima do edifício principal, mas, ao ser informado posteriormente sobre a grandiosidade do terreno, o arquiteto criou outro projeto – o que tinha o anexo em forma de olho.

SOBRE O MON - O Museu Oscar Niemeyer pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina.

No total, o acervo conta com aproximadamente sete mil peças, abrigadas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

PANDEMIA - O MON está temporariamente fechado para o público, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determinou o fechamento dos espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas e teatros – e suspendeu os eventos artísticos e culturais a partir do dia 17 de março de 2020, por causa da pandemia.

No Cândido, a polarização política e o mercado editorial no Brasil


A intensa polarização ideológica da sociedade brasileira atual tem reflexos diretos no mercado editorial. É o que mostra a reportagem de capa da nova edição do Cândido, jornal editado pela Biblioteca Pública do Paraná, assinada pelo jornalista Murilo Basso.
A partir de entrevistas com editores e acadêmicos, ele explica por que a média mensal de vendas de livros sobre política vem aumentando desde as "Jornadas de Junho" de 2013. E ainda seleciona as obras que fazem a cabeça de direitistas e esquerdistas assumidos.
Outros destaques do Cândido 108: entrevista com o repórter Chico Felitti, autor de “A Casa - A História da Seita de João de Deus”, Christian Schwartz discute o desenvolvimento de traduções produzidas por máquinas, reportagem de João Lucas Dusi sobre a reação das editoras brasileiras à nova crise causada pela pandemia da Covid-19, poema de Bruna Beber, conto de Tônio Caetano, HQ de Marcel Bartholo e fotos de Vinícius Moscato na seção Cliques em Curitiba. Todas as ilustrações são de Visca.
Em razão do fechamento temporário da Biblioteca Pública do Paraná, a distribuição de exemplares impressos do Cândido está suspensa até o retorno das atividades da instituição. O jornal pode ser lido em seu novo site http://www.bpp.pr.gov.br/Candido

A FCC faz chamamento para mapear espaços culturais de Curitiba


A Fundação Cultural de Curitiba faz um chamamento público e disponibiliza um formulário a ser preenchido por espaços artísticos e culturais, micro e pequenas empresas, cooperativas, instituições e organizações culturais da cidade. O objetivo é realizar um mapeamento das unidades existentes e coletar informações básicas para a elaboração dos editais da Lei Aldir Blanc (14.017/2020), assim que a lei esteja regulamentada pelo governo federal.
O mapeamento servirá para obter um diagnóstico de quantos são, quais são e qual o perfil dos espaços independentes e particulares sediados no município de Curitiba. O preenchimento do formulário não habilita o espaço a participar dos editais da Lei Aldir Blanc, já que para isto haverá um edital de cadastramento específico.
Com este diagnóstico, teremos condições de elaborar os editais propostos pela lei federal e prever o volume de recursos a ser destinado aos espaços, a partir de dados mais consistentes e mais próximos da realidade”, explica a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro. O mapeamento é uma ação conjunta da Fundação Cultural de Curitiba com o Conselho Municipal de Cultura, que propôs a realização desse diagnóstico prévio.
O formulário pode ser preenchido pelo representante, proprietário ou gestor do espaço, até o dia 12 de agosto de 2020.

domingo, 26 de julho de 2020

Mercado Municipal de Curitiba promove campanha Inverno Solidário


A Ascesme – Associação dos Comerciantes Estabelecidos no Mercado Municipal de Curitiba está promovendo a campanha Inverno Solidário 2020, que arrecadará roupas, agasalhos, meias, calçados, cobertores, roupas de cama e alimentos não perecíveis. As doações serão entregues para asilos e outras instituições selecionadas de Curitiba e Região Metropolitana.
A campanha Inverno Solidário vai até o dia 22 de setembro. As doações podem ser feitas em três pontos de coleta no Mercado Municipal: Espaço Arena, Praça de Convivência do Setor de Hortifruti e Setor de Orgânicos. Todas os itens irão passar por triagem e a higienização (em parceria com a Lav & Lev Juvevê), seguindo as orientações dos órgãos de saúde.
Quem tiver interesse em fazer doações maiores ou cadastrar sua instituição para os recebimentos das doações, basta entrar em contato pelo e-mail mercadomunicipaldecuritiba1958@gmail.com.
O horário de funcionamento do Mercado Municipal de Curitiba é das 8h às 18h, de terça a sábado, e das 8h às 13h aos domingos. As entradas estão localizadas na Rua da Paz, 640, na Avenida Sete de Setembro (entrada secundária) e na Rua General Carneiro.

Mais informações no site www.mercadomunicipaldecuritiba.com.br, no Facebook e no Instagram.


Novo Prêmio Biblioteca Digital vai selecionar livros inéditos

A Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura, por meio da Biblioteca Pública do Paraná, lançou a primeira edição do Prêmio Biblioteca Digital.
Criado para fomentar a produção e circulação de livros inéditos no formato de e-book, o novo concurso literário vai selecionar obras em quatro categorias: Romance, Conto, Poesia e Infantil.
Os três primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios em dinheiro: R$ 10 mil (primeiro lugar), R$ 5 mil (segundo lugar) e R$ 3 mil (terceiro lugar). Os 12 livros vencedores formarão uma coleção e serão disponibilizados para download gratuito no site da Biblioteca Pública do Paraná.
As obras concorrentes serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por oito membros (dois em cada categoria). O resultado do concurso será divulgado na última semana de novembro.
As inscrições serão totalmente online e gratuitas, por meio de um formulário disponível no site da BPP entre os dias 29 de julho e 13 de setembro. Acesse o edital no http://www.bpp.pr.gov.br/sites/biblioteca/arquivos_restritos/files/documento/2020-07/premio_biblioteca_digital_edital.pdf.
"O Prêmio Biblioteca Digital é uma das iniciativas do Governo do Paraná para movimentar o setor cultural, um dos mais afetados pela pandemia da Covid-19. Com o novo concurso, a Biblioteca Pública também volta a editar e premiar a produção literária", diz a diretora da BPP e presidente do júri, Ilana Lerner.

Luzes valorizam casa na Praça do Japão e o Portal Polonês


O Departamento de Iluminação da Secretaria Municipal de Obras Públicas concluiu a implantação dos sistemas de iluminação cênica da Casa da Cultura Japonesa e do Portal Japonês, na Praça do Japão, e do Portal Polonês, ponto de passagem obrigatório para quem trafega na Rua Mateus Leme, entre as ruas Comendador Lustoza de Andrade e Wellington de Oliveira Vianna, no Centro Cívico. 
Área de convivência pública e tradicional do Água Verde, a Praça do Japão faz parte da história de vida dos moradores do bairro. Raras são as famílias que moram na região e não possuem fotografias ou outras lembranças do local. Agora, dois monumentos que caracterizam a praça estão em destaque também durante a noite.
A Casa da Cultura, que abriga a Biblioteca Hideo Handa, pode ter sua forma nipônica melhor apreciada. Bem colocados entre fachada e cobertura, estão 59 projetores de LED que possibilitam jogo de cores pela nova iluminação cênica do edifício. Outros dois projetores de LED foram instalados no Portal Japonês, tornando mais convidativo o passeio noturno pela Praça do Japão para quando passar a pandemia do novo coronavírus.
O prefeito Rafael Greca recordou que, além da nova iluminação, as cerejeiras floridas neste inverno curitibano potencializam a beleza da Praça do Japão.
As cerejeiras florescem quando ainda faz frio. A florada, anúncio e promessa da futura estação, na Praça do Japão combinou com a nova iluminação cênica recém-instalada”, disse Greca.

PORTAL POLONÊS - Erguido em 1991 em comemoração aos 120 anos da chegada os primeiros imigrantes poloneses em Curitiba, o Portal Polonês não à toa está na Rua Mateus Leme. A via era o caminho entre o Centro da cidade e as colônias de famílias polonesas, que mais tarde se tornaram os bairros Abranches, Taboão, Pilarzinho e Barreirinha. Perto também está o Bosque João Paulo II, que eternizou a passagem do líder católico nascido na Polônia por Curitiba, em junho de 1980.
O sistema de iluminação cênica do Portal Polonês passou a contar com 38 projetores, que tornam ainda mais perceptíveis seus 120 metros de extensão, os 6 metros de altura, lambrequins e encaixes que reproduzem uma casa tipicamente polonesa.
De acordo com o secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo Rodrigues, os novos projetores valorizam e evidenciam as formas arquitetônicas das edificações curitibanas.
A iluminação cênica mostra o cuidado que temos com Curitiba e presta uma nova homenagem a imigrantes japoneses e poloneses, que contribuíram com a formação e o desenvolvimento da nossa cidade”, disse Rodrigues.

Redes sociais do MON apresentam curiosidades sobre a arquitetura do museu


O Museu Oscar Niemeyer (MON) lançou uma série nas redes sociais que conta um pouco mais sobre a arquitetura e o processo de construção do Museu. Os posts temáticos fazem parte da ampla programação virtual, com conteúdo educativo e dinâmico, que a instituição tem oferecido ao público desde o início da quarentena, em Março.
Isso inclui oficinas artísticas, mediações a exposições, entrevistas e visitas a ateliês de artistas e mostras virtuais, entre outras atividades. Os posts relacionados à arquitetura do Museu, que são publicados às sextas-feiras, têm tido grande aceitação do público, alcançando mais de 23,6 mil visualizações numa única postagem.
Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída e 17 mil de áreas expositivas, o MON é uma das mais arrojadas e espetaculares obras projetadas por Oscar Niemeyer.
Entre as curiosidades descritas nos posts está o processo de construção do prédio do Olho, num intenso trabalho que durou seis meses ao longo de 2002. Idealizado para abrigar um museu, sua estrutura possui 70 metros de comprimento e 30 metros de altura e está apoiada por uma torre de cinco andares. Em paralelo à construção, ocorreu a reestruturação do antigo edifício, projetado por Niemeyer em 1967.
Outro post da série conta que tal prédio foi idealizado por Niemeyer para ser a nova instalação do Instituto de Educação do Paraná (IEP). Este, entretanto, nunca chegou a funcionar no local. Quando a obra foi concluída, em 1978, o prédio passou a servir como sede das secretarias do Estado do Paraná, papel exercido até o início dos anos 2000, quando começaram as negociações para a transformação do espaço num museu de arte.
Oscar Niemeyer tinha então 93 anos. Num primeiro momento, o arquiteto projetou dois espaços cobertos em cima do edifício principal, mas, ao ser informado posteriormente sobre a grandiosidade do terreno, o arquiteto criou outro projeto – o que tinha o anexo em forma de olho.

SOBRE O MON - O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

DECRETO - O MON está temporariamente fechado para o público, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determinou o fechamento dos espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas e teatros – e suspendeu os eventos artísticos e culturais a partir do dia 17 de Março de 2020.

Redes Sociais do MON
Hotsite: museuoscarniemeyer.org.br/mon/monemcasa/
Facebook e Instagram: @museuoscarniemeyer
YouTube: @museuoscarniemeyermon

sábado, 18 de julho de 2020

Letícia Sabatella e Orquestra Sinfônica do Paraná homenageiam Aldir Blanc


A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) acaba de estrear um concerto diretamente da casa dos músicos, executando a canção "O Bêbado e a Equilibrista", de Aldir Blanc e João Bosco, com a participação especial da atriz e cantora Letícia Sabatella cantando diretamente do Teatro Guaíra, sem público. O vídeo é uma homenagem ao compositor Aldir Blanc, que faleceu em maio deste ano, vítima da covid-19.
Essa é a quarta ação digital realizada pela OSP após o início da quarentena. O primeiro foi o concerto "Assim Falou Kubrick", com a trilha sonora de "2001: Uma Odisseia no Espaço", seguido por "O Trenzinho Caipira", de Heitor Villa-Lobos com a voz de Uyara Torrente, d’A Banda Mais Bonita da Cidade e o terceiro, o ator Alexandre Nero homenageou os profissionais da saúde cantando "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barro.
O segmento mais afetado pela pandemia do coronavírus foi o de apresentações ao vivo. Por esse motivo, a Orquestra Sinfônica do Paraná, com a regência do Maestro Stefan Geiger, reformulou o escopo de todo o segundo semestre da temporada 2020 para ações digitais que, por meio da música, possam transmitir uma mensagem de solidariedade neste momento.

Antigo instrumento de cordas é destaque em novo vídeo do Ônibus da Cultura


A programação virtual do Ônibus da Cultura nesta semana é embalada pela música árabe. Em suas redes sociais, o projeto disponibilizou uma gravação feita pela orquestra feminina Ladies Ensemble, que interpreta o tema árabe-andaluz “Magaya”, com destaque para solista Myria Tokmaji, refugiada síria radicada em Curitiba, que toca o Qanun, instrumento de cordas que é considerado um dos mais antigos do mundo.
A performance foi gravada com cada integrante tocando de sua própria casa. O vídeo pode ser assistido gratuitamente no Instagram e Facebook do Ônibus da Cultura e no canal do YouTube do Solar do Rosário.
Nascida em Aleppo, cidade da Síria arrasada pela guerra, Myria Tokmaji está em Curitiba há sete anos. Junto com toda a família veio recomeçar a vida no Brasil. Ela é especialista em tocar o Kanun, ou Qanun, instrumento com  78 cordas, cuja origem remonta ao século X. O exótico e encantador som que emite conquistou logo na primeira audição a fundadora da orquestra Ladies Ensemble, Fabiola Bach Akel, que a conheceu num concerto solo na cidade.
Depois de muita pesquisa, uma vez que a escala musical do Kanun é bem diferente dos instrumentos ocidentais, Myria foi integrada a Ladies Ensemble. O resultado é uma fusão musical que mistura a tradição erudita da orquestra curitibana com a música mundial.
É um encontro musical de diferentes povos. E a faixa escolhida para este vídeo também ressalta isso. A Andaluzia, na Espanha, ficou sob domínio mouro por quase 800 anos. Com isso, a influência oriental é muito grande. Magaya é um tema tradicional muito bonito e que nos remete aos tempos medievais e a heranças culturais de grande força”, afirma Fabiola Bach Akel.
Nas redes sociais do Ônibus da Cultura, o público ainda encontra outros conteúdos culturais, como vídeos sobre curiosidades, artistas e história da capital paranaense.
Fundado há dois anos, o projeto é composto por dois veículos do transporte coletivo que foram adaptados como unidades culturais móveis: o Ônibus Palco e o Ônibus Museu, que levam programação gratuita para os bairros de Curitiba. Com as atividades paralisadas no momento devido à pandemia da covid-19, estão sendo divulgados conteúdo on-line inspirados nos seus acervos e feitos por artistas parceiros.

MON conquista público fora do Brasil com a versão virtual do programa Arte Para Maiores


O premiado programa Arte para Maiores, realizado pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), de Curitiba, ganhou uma versão virtual na quarentena. Com isso, tem conquistado novos participantes, até mesmo fora do país. Antes do início do período de distanciamento social, havia 290 inscritos e agora são 330 participantes, incluindo não residentes em Curitiba, o que significa um acréscimo de aproximadamente 13%.
As atividades são destinadas especialmente a pessoas com mais de 60 anos e as inscrições permanecem abertas a novos integrantes pelo e-mail educativo@mon.org.br
Um dos novos adeptos das atividades é o técnico em eletrônica aposentado Vanderlei Longo, 68 anos. Embora resida em Curitiba, ele ingressou no projeto em maio deste ano, assim que soube da versão online. “Muitos têm dificuldades de deslocamento, o que faz com que as atividades virtuais ganhem um novo público”, comenta. Segundo ele, mesmo após a reabertura do Museu ao público, pretende continuar seguindo o programa de casa, no formato virtual.
O arquiteto argentino Pedro Julio Roca, 67 anos, também viu na versão online uma oportunidade de participar do programa. Morador de Los Cardales, província de Buenos Aires, ele já visitou presencialmente o MON e acompanha a distância a programação. “O Arte para Maiores reviveu meu amor pelas atividades artísticas que despertaram nesta quarentena. Estou muito satisfeito com o novo desejo de fazer arte, para o qual o programa me convida”, diz. Ele afirma que pretende, no futuro, tentar participar de uma versão presencial do programa, numa próxima vinda ao Brasil, mas até lá continuará fazendo as atividades em sua casa, na Argentina.
Participante assídua do Arte para Maiores desde 2019, a farmacêutica aposentada Beatriz Ditzel Patriota, 62 anos, conta que ficou triste quando começou a quarentena, porque achou que o programa seria interrompido. “No Arte para Maiores formamos um grupo heterogêneo, mas com vontade de aprender sobre arte”, comenta.
Para ela, a continuidade das atividades em formato virtual foi muito importante para exercitar a criatividade e a imaginação no período de distanciamento social. “Meu marido, que tinha curiosidade de saber como eram as oficinas, mas nunca podia participar devido às suas atividades profissionais, agora pôde conhecer o programa, já que está trabalhando em casa neste período e tem contribuído com as oficinas que faço em casa”, diz.

PRÊMIO NACIONAL - No ano passado, o programa conquistou um dos mais importantes prêmios nacionais na área de educação em museus, o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). Em 2019, o Arte para Maiores registrou um aumento de público de 150% em relação ao ano anterior.
Todos os participantes cadastrados recebem, agora por WhatsApp, sugestões de oficinas variadas, sempre acompanhadas por links que trazem sons, vídeos e PDFs explicativos. A maioria das atividades está relacionada às exposições do MON e podem ser realizadas a partir de suas próprias casas. A proposta é a mesma das reuniões presenciais: aproximar o público das artes visuais.
A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, explica que, por ser um espaço democrático e que busca sempre atingir todos os públicos, o MON tem uma especial preocupação social com as pessoas acima de 60 anos, que talvez sejam as mais impactadas pelo distanciamento social. “Entendemos que o Museu deve continuar sendo um motivo de inspiração e de leveza para esse público, portanto, o objetivo do Arte para Maiores em versão virtual é permitir que essas pessoas participem de atividades dinâmicas e educativas de maneira segura, a partir de suas próprias casas”, diz.

DECRETO ESTADUAL - O Museu Oscar Niemeyer (MON) está temporariamente fechado para o público, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determinou o fechamento dos espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas e teatros – e suspendeu os eventos artísticos e culturais a partir do dia 17 de março de 2020.

#EmCasaComSesc apresenta nova programação de filmes gratuitos por streaming


Desde o início da pandemia, o projeto Cinema #EmCasacomSesc disponibiliza filmes gratuitos por streaming. A cada semana, é liberada uma nova programação, que conta com longas-metragens e documentários, nacionais e estrangeiros, clássicos e contemporâneos, para todas as idades. Para assistir, basta acessar www.sescsp.org.br/cinemaemcasa.
O projeto faz parte da plataforma Sesc Digital, una iniciativa do Sesc SP para ajudar a disseminar a cultura em todo o Brasil, especialmente neste período de pandemia.

Programação Cinema #EmCasacomSesc – até 22 de julho

FRANCOFONIA – LOUVRE SOB OCUPAÇÃO
Direção: Alexander Sokurov (França, Alemanha, Holanda – 2015 / 88 min / 10 anos)
Pensando na relação entre arte e poder, o documentário filmado no Museu do Louvre questiona se a arte pode nos ensinar sobre nós mesmo, inclusive nos momentos mais sangrentos do mundo.

CORPO ELÉTRICO
Direção: Marcelo Caetano (Brasil, 2017 / 94 min / 16 anos)
O verão está chegando e Elias tem sonhado muito com o mar. Na fábrica em que trabalha, as responsabilidades aumentam à medida em que o fim de ano se aproxima. Depois de uma noite fazendo hora extra, Elias e os operários decidem sair e tomar uma cerveja. É quando novas possibilidades de encontros surgem no horizonte de Elias.

VISAGES VILLAGES
Direção: Agnés Varda e J.R (França, Alemanha -2018 / 94 min / 10 anos)
Uma experiência fotográfica e cinematográfica de dois talentos mundialmente reconhecidas por questionarem a cultura da exibição das imagens: Agnès Varda, cineasta, e JR, fotógrafo e criador de galerias e exposições fotográficas ao ar livre. Juntos, eles viajam por regiões da França bem longe dos centros urbanos, com um caminhão que captura imagens de forma mágica.

A SOCIEDADE SECRETA DE SOUPTOWN
Direção: Margus Paju (Estônia – 2015 / 105 min / Livre)
Em pleno festival de verão da cidade, Mari e seus amigos notam algo estranho: todos os adultos estão agindo como crianças! Eles pedem ajuda ao avô de Mari e recebem um caderno antigo com pistas para o antídoto contra a epidemia misteriosa que está afligindo a cidade. Com apenas 48 horas para reverter a maldição e um misterioso homem mascarado em seu encalço – a Sociedade Secreta sai em sua missão mais importante.

Programação virtual do Cine Passeio traz diversas opções para os amantes do terror


Os fãs de terror não podem deixar de conferir a programação virtual do Cine Passeio desta semana. Na sala Cine Vitória, que disponibiliza filmes gratuitos, estreia uma antologia do mestre brasileiro desse gênero, o cineasta José Mojica Marins: a Mostra Zé do Caixão, uma parceria com a SpCine Play, com o filme “À Meia-Noite Levarei Sua Alma”, de 1964.
Já a Mostra Curta Curitiba traz os filmes “Terror Noturno”, de Evandro Scorsin, “A Casuística”, de Lucas Mancini e “Náusea”, de Thomas Webber e a Sessão Meia-Noite Virtual apresenta “A Maldição da Freira”, do britânico Aislinn Clarke, que mostra a história de dois padres enfrentando o demônio em um lar irlandês para mulheres.
Para quem prefere outros gêneros cinematográficos, tem a Mostra Rogério Sganzerla, com o filme “Copacabana Mon Amour”, de 1970, que foi censurado na época e lançado somente em 2015, a Mostra Curitiba de Cinema Doc, que apresenta o longa-metragem “Um Olhar Para a Escuridão”, de Cristiane Lemos, antecedido pelo curta-metragem “Mulheres do Tatuquara”, de Luciano Coelho, além do filme “O Paraíso Deve Ser Aqui”, do palestino Elia Suleiman, que recebeu prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes em 2019.

LANÇAMENTOS DA SEMANA - Para quem procura filmes inéditos, na sala Cine Plaza, que tem cobrança de ingressos, entram em cartaz o drama americano “Professor”, de Adam Dick, e a ficção científica japonesa “Ultraman R&B – O Filme: O Cristal da União”, de Masayoshi Takesue.
Ainda continuam na programação o terror italiano “O Garoto do Leito 6”, de Milena Cocozza; a ficção-científica russa “O Guardião dos Mundos”, de Sergey Mokritskiy; o thriller espanhol “O Candidato”, de Rodrigo Sorogoyen e o drama americano “Fluidity”, de Linda Yellen.
Para assistir os filmes de ambas as salas, basta acessar www.cinepasseio.org.

VOLTANDO AO TERROR - Na segunda-feira (20), o novo episódio do Podcast Passeio, que vai ao ar no site do cinema, traz um conversa com quadrinista José Aguiar aborda o o trabalho de José Mojica Marins, o Zé do Caixão, falando das semelhanças entre as histórias de terror e os contos de fadas, “aquelas histórias feitas para que a criança não fosse para a floresta porque lá tem um lobo que pode pegá-la”. Segundo Aguiar, o terror teria uma função de regulação social, pois por mais que utilize cenas de monstros, demônios ou de violência explícita, termina sempre mostrando que os maus nunca ganham no final.

Planeta Brasil anuncia primeiro show ao vivo da era “novo normal” na Pedreira Paulo Leminski


O Planeta Drive-In, maior drive-in do Sul do Brasil, implantado na Pedreira Paulo Leminski, vai promover neste próximo domingo (19), o primeiro show ao vivo da era “novo normal” na capital paranaense, ao ar livre e com o público dentro de carros.
Para a apresentação, a Planeta Brasil Entretenimento, produtora responsável pelo Planeta Drive-In, foi buscar o Makinada, uma das bandas mais irreverentes do cenário do samba e pagode, que vai apresentar a sua badalada festa “Sorria”, que nasceu de uma parceria com o Grupo Bossa. Durante o show inédito, o Makinada vai tocar grandes sucessos do pagode dos anos 1990, além de hits atuais, com uma roupagem nova, brincando com diversos ritmos brasileiros. A banda curitibana vai aproveitar a oportunidade, também, para gravar o videoclipe oficial de “Agora é a Hora”, sua nova canção autoral.
A festa ‘Sorria’ surgiu há alguns anos, sempre atraindo e, principalmente, divertindo muita gente em Curitiba. Com a pandemia, a edição de 2020 tinha ficado de lado, mas encontramos no Planeta Drive-In uma maneira para continuar levando alegria para os curitibanos, ainda mais neste momento tão conturbado, em que todos precisam de motivos para sorrir e ter esperança diante dos momentos ruins que estamos passando. E tudo isso se torna ainda mais especial por se tratar do primeiro show ao vivo pós-coronavírus na Pedreira Paulo Leminski, palco dos sonhos dos músicos paranaenses”, comenta João Gilberto, vocalista da banda Makinada. Completando a programação, o DJ Lemmy Kilmister subirá ao palco para abrir e fechar a festa, agitando o público com clássicos da música popular brasileira.

ENTRETENIMENTO SEGURO - Segundo o diretor da Planeta Brasil Entretenimento, Patrik Cornelsen, o Planeta Drive-In foi desenhado como uma forma de trazer de volta atrações culturais fora de casa à vida das pessoas, uma experiência vintage, com tecnologia de última geração aplicada, além de uma infraestrutura completa de gastronomia e serviços com comodidade e segurança, respeitando as principais orientações dos órgãos oficiais para diminuir a disseminação da Covid-19, entre elas evitar aglomerações em locais públicos. “Trata-se de um modelo inteiramente pensado para atender as demandas de cultura e entretenimento. Diferentemente de qualquer comércio ou serviço, no drive-in não há contato entre as pessoas”, afirma.
No Planeta Drive-In, não existe qualquer forma de aglomeração e o modelo foi pensado para os cenários mais extremos de isolamento social, seguindo as melhores referências de eventos já realizados na Europa e na Ásia para controle da Covid-19. Os colaboradores envolvidos na produção são em número bastante reduzido, e submetidos a exames, paramentos e esterilização total, inclusive de pertences, antes do início de suas atividades.
Levando em consideração o público espectador, os veículos passam por um pioneiro sistema de desinfecção nos pneus e da lataria, com ingresso validado eletronicamente e sem contato humano. A venda de alimentação e bebida é feita via aplicativo, e os produtos são entregues embalados na janela do veículo, que só pode permanecer aberta do lado esquerdo. “Até mesmo o uso dos sanitários ganhou uma ajuda muito importante no combate ao coronavírus. A ida aos banheiros deve ser solicitada e agendada via aplicativo, pois apenas uma pessoa por vez é autorizada a transitar na arena. Além da limpeza tradicional, os sanitários são dotados de um moderno sistema de esterilização de ar”, completa Cornelsen.
A festa “Sorria”, com show da banda Makinada, será realizada a partir das 14h, no maior drive-in do Sul do Brasil, implantado na Pedreira Paulo Leminski - Parque das Pedreiras (R. João Gava, 970). Os ingressos, vendidos antecipadamente, custam R$ 90,00 por carro (até 4 pessoas por automóvel) e estão disponíveis no site www.planetadrivein.com. O evento contará, também, com transmissão online e ação solidária em prol da Pastoral da Criança. Mais informações nas redes sociais oficiais da Planeta Brasil Entretenimento e do Planeta Drive-In.

Espetáculo teatral “Farol” ganha mais uma apresentação virtual ao vivo neste sábado


Após o sucesso de público na estreia em 4 de julho, quando foi assistido por pessoas em sete países, o espetáculo “Farol”, realizado pela produtora Cena Hum em parceria com o ator Marco Zenni, retorna para uma nova apresentação neste sábado, 18 de julho, às 21h.
Dentro do projeto “Teatro Vivo Ao Vivo”, a peça, que tem texto inédito, é encenada no Teatro Cena Hum, em Curitiba, e transmitida em tempo real pelo YouTube, com link disponibilizado a quem efetua compra on-line de ingresso, que custa R$ 10,00 + R$ 2,50 (taxa de conveniência) na plataforma Sympla.
A história retrata o dia a dia de um faroleiro, vivido por Marco Zenni, que vive isolado em um farol à espera de um barco que vai lhe tirar dali. Angustiado pela solidão e pelas incertezas em relação ao futuro, ele anseia pela chegada da embarcação ao mesmo tempo em que desenvolve uma rotina de cuidados com o farol, garantindo que quem navegue por ali não se choque com as pedras.
A peça faz uma analogia ao período de quarentena imposto à grande parte da sociedade devido à pandemia de coronavírus. Fala sobre as sensações, alegrias e decepções que as pessoas estão tendo durante o isolamento social e tem como objetivo deixar uma mensagem positiva, de que as coisas vão passar e as pessoas vão sair de tudo isso bem e fortalecidas.
Segundo a organização, a encenação da peça no palco do teatro respeita todas as regras sanitárias de prevenção. Durante a apresentação, o espaço é ocupado apenas pelo ator, o diretor George Sada (que também assina o texto do espetáculo), a iluminadora Kaoana Cruz e um cinegrafista, que seguem as medidas de distanciamento social.

terça-feira, 14 de julho de 2020

Descubra a história do Paraná em ebooks gratuitos do Museu Paranaense


Quer saber mais sobre a história do Paraná? O Museu Paranaense disponibiliza em seu site diversos livros, com download gratuito, escritos por pesquisadores e historiadores. As obras abordam o surgimento e desenvolvimento do estado em diversas áreas e personagens e movimentos que fizeram parte dessa trajetória.
Os livros estão disponíveis no site do Museu Paranaense, em Serviços/Edições do Museu Paranaense. Você também pode acessar por este link.
A coleção “Teses do Museu Paranaense” tem 13 volumes. Sãos estudos feitos a partir do acervo do museu ou de pessoas ligadas à instituição. Entre os assuntos estão arqueologia, participação da igreja nas eleições de 1954, história do bairro Santa Felicidade, o movimento do Contestado, comunidades quilombolas e a participação do museu na exposição antropológica brasileira de 1882.
Já a coleção “Histórias do Paraná”, organizada em parceria com a Universidade Federal do Paraná, tem oito títulos que tratam de acontecimentos e personagens que fizeram parte da história do Paraná. Uma das obras, “O Macabeu: Imigração e Identidade Judaica no Paraná”, de Michel Ehrlich, fala sobre os mais importantes antecedentes para a construção da identidade moderna judaica, e descreve a chegada, adaptação e integração dos judeus no Brasil, especialmente, em Curitiba.
No livro “Entre Sapatos e Livros: A Trajetória de um Sapateiro na Militância Comunista em Paranaguá/PR – 1935 a 1964”, de Thiago Possiede, que faz parte da coleção, o autor conta a história do sapateiro Antonio Rocha. Seus hábitos de leitura ficaram tão famosos que ele acabou sendo orientador de trabalhos acadêmicos na cidade.
Outra obra da coleção é “Imaginário da Formação do IV Reich: América Latina Após a 2ª Guerra Mundial”. O autor Marcos Meinerz fala sobre uma suposta conspiração que teria acontecido com o líder nazista Hitler e seus subordinados para formar o IV Reich, inclusive, com ajuda de imigrantes alemães na cidade de Marechal Cândido Rondon, no interior do Paraná.

REEDIÇÕES - O site ainda tem mais uma coleção diferente com o mesmo título “Histórias do Paraná”, mas os PDFs desses ebooks estão com uma qualidade inferior, dificultando um pouco a leitura. São segundas edições de cinco livros publicados originalmente em 2001, pela Secretaria de Educação do Estado do Paraná, que apresentam conhecimentos e interpretações da História Regional, abordando diversos aspectos que conferiram identidade ao estado.
As obras disponíveis são: “Paraná: Ocupação do Território, População e Migrações”, por Sergio Odilon Nadalin; “Vida Material, Vida Econômica”, por Carlos Roberto Antunes dos Santos; “Cultura e Educação no Paraná”, por Etelvina Maria de Castro Trindade e Maria Luiza Andreazza; “Paraná: Política e Governo”, por Marion Brepohl; e “Urbanização e Industrialização do Paraná”, por Dennison de Oliveira.

Livro de médico paranaense reflete sobre o Covid-19 e expõe a fragilidade da democracia no Brasil


O Brasil alcançou nas últimas semanas o epicentro mundial da pandemia pelo novo Coronavírus. O aumento do número de casos e mortes pela doença é espantoso. Com esta motivação o médico Carlos Homero Giacomini passou a produzir crônicas sobre a pandemia, mesclando os acontecimentos marcantes do país às mudanças em seu próprio cotidiano. Em “Pasquim da Pandemia”, ele não só expõe medos e inseguranças sobre a doença, mas também reflete sobre o momento histórico de instabilidade política que o Brasil vive, e como isso afetou o tratamento da maior crise sanitária da nossa história recente.
Tendo trabalhado durante 35 anos como gestor público, na saúde e em outras áreas de governo, Homero traz uma perspectiva particular da pandemia, relatando com franqueza e uma dose de humor os desafios da saúde pública brasileira.

A ORIGEM DO TÍTULO - A palavra pasquim diz respeito a textos irônicos dirigidos às autoridades vigentes. O termo criado na Roma antiga foi bastante utilizado no Brasil durante a década de 1970 por jornalistas e quadrinistas opositores ao regime militar. Resgatada por Homero, a palavra dá o tom à análise política presente no livro, que tece críticas contundentes às medidas governamentais de combate ao coronavírus e analisa como a pandemia expõe cada vez mais as fragilidades da democracia no país.

A SITUAÇÃO DOS MAIS VULNERÁVEIS - O médico e escritor afirma que a pandemia pegou o mundo despreparado. “Muitas coisas já não iam bem e agora ficaram piores, em especial para cerca de 30% dos brasileiros que vivem sob múltiplas carências e que estão morrendo em maior número proporcionalmente”, explica o autor. Ele acrescenta que a falta de união no combate à pandemia impõe seu preço: “é triste ver o país desunido no combate à pandemia, sem ter tido a capacidade de alinhar as forças sociais na mesma missão de salvar vidas e diminuir os efeitos negativos sobre a economia”. Para Homero, a liderança tem peso primordial nesse contexto desafiador e o que foi feito até o momento não basta. “Quem poderia ter assumido o papel de liderança escolheu não fazê-lo, sequer foi solidário, deixando o país perplexo e desorientado. Muitos estão convencidos de que esta fuga às inegáveis responsabilidades de presidente, sobretudo nas horas mais críticas da nação, só pode ser explicada por motivos ainda não claros, que quase ferem de morte nossa frágil democracia, mas que, por obra dela mesma, começam a ser esclarecidos. Vai passar, mas muitos não poderão se orgulhar do papel que desempenharam para isso”, conclui o autor.

O FINANCIAMENTO COLETIVO - “Pasquim da Pandemia” é o quarto livro do médico paranaense. A obra faz parte de um projeto de financiamento coletivo, em que leitores e apoiadores contribuem com um valor e escolhem uma entre as recompensas disponíveis. As colaborações podem ser feitas a partir de R$ 15,00. O livro em formato digital pode ser adquirido por R$ 29,00 e o exemplar impresso autografado por R$ 49,00Para apoiar, basta se cadastrar no site Catarse, escolher o valor da colaboração e a forma de pagamento, que pode ser em cartão de crédito ou boleto bancário.