sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Orquestra Sinfônica do Paraná executa ciclo de Smetana

Dentro da programação de 30 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná, o maestro Cláudio Cruz rege no próximo domingo (29) o Ciclo Sinfônico Minha Pátria (Má Vlast), do compositor tcheco Bedrich Smetana. Indicado para maiores de 7 anos, o concerto será às 10h30, no auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão) e os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).
O ciclo sinfônico é a obra mais famosa de Smetana e é composto por seis poemas: Vyserad, O Moldava (Vltava), Sarka, Pelos Prados e Bosques da Boêmia, Tabor e Blanik.
As obras foram compostas entre 1874 e 1879, quando o Smetana já estava surdo (em decorrência da sífilis) e são consideradas hinos de louvor à República Tcheca.

ESTRUTURA - A composição Vysehrad é de 1874 e estreou em 14 de janeiro de 1875, em Praga, sob a regência de Ludwig Slansky. Vysehrad (A Fortaleza Alta) é uma cidadela, no alto da colina que domina o rio Moldava, na região central da capital.
No Palácio Zofin, em Praga, aconteceram estreias de três dos poemas sinfônicos. Moldava (Vltava), escrito em 1875, estreou no ano seguinte. Smetana deu ao rio tcheco (afluente do Elba) importância nacional comparável à do Reno, para os alemães, ou a do Danúbio, para os austro-húngaros.
Sarka é de 1875, com a primeira apresentação em 17 de maio de 1877. Conta a história de uma jovem mulher, espécie de amazona tcheca que, em consequência de uma decepção amorosa, dedica ódio feroz aos homens.
Pelos Prados e Bosques da Boêmia também foi escrita em 1875 e estreou em 10 de dezembro de 1876. Assim como Moldava, é o hino do compositor à natureza do País.
As duas últimas peças do ciclo foram compostas em 1878-1879 e estrearam juntas em 4 de janeiro de 1880. Tabor refere-se ao local de um acampamento de hussitas (movimento reformador e revolucionário que surgiu na Boêmia, no século 15).
Blanik estreou no mesmo concerto que Tabor e forma um díptico com ele, usando o mesmo tema do coral hussita. Esta última parte do ciclo foi inspirada numa lenda tcheca sobre a montanha de Blanik.


REGENTE - Claudio Cruz regeu e solou no último concerto com a Sinfônica do Paraná, no dia 22, e regularmente se apresenta com o grupo. Ele é regente e diretor musical da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e diretor artístico da Oficina de Música de Curitiba (música erudita). 

Tesão Piá cria espetáculo inédito de final de ano

Se a vida é difícil por que não fazer piada para deixar tudo um pouco mais fácil? Para deixar este final de ano mais leve, o grupo Tesão Piá preparou um espetáculo especial para brindar o término de 2015 com o elenco completo – Cadu Scheffer, Fagner Zadra, Jéssica Medeiros, Samuel Machado e Luana Roloff, que acaba de chegar de uma temporada nos Estados Unidos, especialmente para participar da montagem. No próximo dia 29 de novembro, a apresentação inédita do “Tesão Piá Especial de Fim de Ano” acontece no palco do Guairão, às 20horas. Um repertório recheado de tiradas dos costumes curitibanos com participações especiais, entre elas, Fernando Erichsen e Vitor Hugo Moletta.
Satirizando os costumes, as gírias e as personalidades marcantes da capital, o show “Tesão Piá Especial Fim de Ano” é um deleite para o público que procura diversão e entretenimento. Coroando o trabalho de sucesso desenvolvido pelo grupo há mais de dois anos, os queridinhos de Curitiba prometem fazer história no palco mais tradicional da cidade. Com cerca de 1h40 de duração, a nova montagem conta com stand-up, música, personagens, esquetes e surpresas para lá de especiais.
Venha se identificar e rir com essa piazada que não perde uma piada. A nova montagem conta com muito stand up, música, personagens, esquetes e surpresas prá lá de especiais. Entre curitibanos e capivaras esse é um show que você não precisa levar a japona, porque o clima vai esquentar.
O grupo Tesão Piá foi formado em abril de 2013 com a intenção de fazer humor regional, recriando e satirizando situações do cotidiano do curitibano, por meio de vídeos criados para a internet. Os temas abordam desde o famoso clima de Curitiba até as gírias mais comuns usadas pela população. Regionalismo puro. Com o elenco fixo composto pelos atores Cadu Scheffer, Fagner Zadra, Jéssica Medeiros, Luana Roloff e Samuel Machado, conta também com algumas participações especiais de artistas locais e nacionais e já soma mais de 8 milhões de acessos em seu canal do YouTube. O sucesso se estende também aos palcos com o show de humor que foi o mais procurado da Mostra Fringe de 2013 a 2015. No ano de 2013, o grupo Tesão Piá lotou o Teatro Positivo para a gravação do seu DVD ao vivo.

Indicada para maiores de 12 anos, a apresentação do Tesão Piá tem ingressos que variam de R$ 25,00 (meia) a R$ 80,00 (+ R$ 6,00 de taxa administrativa), conforme a localização no teatro. Mais informações: 3304-7953 / 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

Museu Oscar Niemeyer realiza Domingo + Arte

O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza o Domingo + Arte no dia 29 de novembro. Neste dia, a entrada é gratuita entre 10h e 13h, e é o último dia de comemoração do aniversário de 13 anos do MON. O público poderá aproveitar as mostras, visitas mediadas e oficinas.
Às 11h, haverá uma visita mediada na mostra “Nos pormenores um universo – centenário de João Vilanova Artigas”, com uma das curadoras, Giceli Portela. A exposição, que ocupa duas salas – cerca de mil metros quadrados – traz projetos originais, desenhos artísticos do arquiteto e maquetes, além de obras dos artistas do modernismo aos concretos, principalmente aqueles que influenciaram a obra de Artigas, fotografias e documentos do acervo da família.
Das 11h às 15h, no subsolo, a equipe da Ação Educativa oferece uma oficina de construção de maquete, com o tema “casa dos sonhos”. Em seguida, às 15h, haverá uma oficina com Sérgio Moura, artista visual, artista-educador e serígrafo, com pós-graduação pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. O tema proposto será “Pipa: a arte é um voo no sonho lúdico da humanidade com Sérgio Moura”, utilizando a técnica de recorte e colagem.
Às 16h, na sala 7, haverá uma visita mediada com Ricardo Freire, historiador do museu, na mostra “União Soviética através da câmera”. As fotografias são do período de 1956, ano marcado por dois acontecimentos bastante contraditórios na União Soviética: Nikita Khruschev denuncia os crimes cometidos por Josef Stalin, morto em 1953, e as tropas soviéticas invadem a Hungria. A mostra fica em cartaz até dia 13 de dezembro.
Os visitantes também podem conferir as outras mostras que integram a Bienal Internacional de Curitiba, além das exposições: “Glück: o tempo e a imagem”, “Museu em Construção”, “Cones”, “Espaço Niemeyer”, “Pátio das Esculturas”, o projeto especial “Isolde Hötte, sua obra” e duas salas que contam com obras da coleção do Museu: “Histórias do Acervo MON – em aberto”.
Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br.

Carteiras de identidade não retiradas serão destruídas no prazo de 90 dias

Aproximadamente 22 mil pessoas que solicitaram a carteira de identidade nos postos de atendimento do Instituto de Identificação do Paraná (IIPR) não retiram o documento. Esse número corresponde a 4% do total dos documentos produzidos. Em média, 2 mil pessoas comparecem diariamente aos postos do Instituto de Identificação para dar início à emissão da carteira de identidade, somando aproximadamente 50 mil processos ao mês e 600 mil ao ano.
Por conta desses documentos que ficam parados, o Instituto de Identificação dará um prazo de 90 dias para os cidadãos retirarem o documento solicitado. Após esse período, a carteira de identidade será encaminhada para destruição. A expectativa da direção do IIPR é que a nova medida entre em funcionamento no início de 2016.
Vale lembrar que apenas o próprio requerente, ou seu procurador devidamente constituído, pode retirar a carteira no posto de atendimento com apresentação do protocolo. Caso haja extravio do protocolo, o requerente deve apresentar um documento oficial com foto”, explica o diretor do Instituto de Identificação, Alcimar de Almeida Garrett.
Após expiração do prazo, se o requerente não retirar o documento no posto, ele será redirecionado à central do Instituto de Identificação em Curitiba e, depois de catalogado, será destruída por medida de segurança.
A medida também valerá para as 22 mil carteiras de identidade não retiradas até agora. O prazo de 90 para que sejam destruídas será contado a partir de 1º de janeiro.
O diretor do IIPR lembra a importância de ter o documento em mãos. “O documento de identidade é a prova da sua cidadania. Além de ser um documento indispensável para emissão de passaporte, ele serve também para acesso a países que compõe o Mercosul, como Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai”, afirma o diretor.
A Polícia Civil recomenda que quem não lembra em qual posto de atendimento precisa retirar sua carteira entre em contato com o Instituto de Identificação por meio do site www.institutodeidentificacao.pr.gov.br, clicando em “Carteiras de Identidade”, no canto superior direito, ou pelo telefone (41) 3200-5001.

OSGEMEOS e Ronaldo Fraga vêm à Curitiba para o último encontro do #Conversarte

Para finalizar o projeto #Conversarte, que já teve quatro encontros com artistas renomados dos mais diversos segmentos, a última conversa aberta com a platéia traz os aclamados artistas visuais OSGEMEOS e o estilista Ronaldo Fraga. Nesta sexta-feira, dia 27 de novembro, às 21 horas, o palco do Teatro Bom Jesus abre suas cortinas para o tema “Enredo Brasil: Folclore, Lendas e Cotidiano no retrato da arte”, que encerra esta edição do projeto.
O casamento de Ronaldo Fraga e OSGEMEOS no palco estimula o público a pensar sobre as diferentes formas de expressão cultural e as infinitas possibilidades que se abrem ao debater arte urbana e moda. Os irmãos Pandolfo, Gustavo e Otávio utilizam linguagens visuais combinadas, o improviso e seu universo lúdico para criar intuitivamente uma variedade de projetos pelo mundo explorando, com dedicação e cuidado, as diversas técnicas de pintura, desenho e escultura e tem as ruas como seu lugar de estudo. Já Ronaldo Fraga é reconhecido pela capacidade criativa de propor coleções e projetos de moda que reduzem o distanciamento da produção industrial e artesanal no Brasil além de figurar entre os principais estilistas no processo de criação de um design de moda com DNA brasileiro.
Tendo como diferencial essa dinâmica de unir em um mesmo palco referências da cena cultural em seus mais diversos segmentos de atuação, o #Conversarte priorizou a falta de um roteiro pré-aprovado entre os convidados. “Todos os nossos convidados estrearam em conversas conjuntas no palco do Conversarte e essa fórmula gerou resultados até então nunca vistos em eventos com formatos similares”, destaca Carolina Montenegro, coordenadora geral do #Conversarte.
Já intervenção visual dessa etapa, conta com a curadoria de Tom Lisboa e traz ao foyer do teatro Bom Jesus as obras de Thiago Syen. Com o título “Bicicletas e Graffiti” a mostra reúne os três painéis desenvolvidos pelo artista para o #Conversarte, que foram construídos a partir de objetos, registros, memória  e pintura, resultado das experiências do artista envolvendo a bicicleta e o graffiti. Pintados com tinta spray, sua instalação traz para o público reflexões sobre a arte urbana e a mobilidade nas grandes cidades.  A exposição abre dia 27 de novembro e permanece aberta à visitação até 30 de novembro.
A participação de artistas paranaenses nas intervenções promovidas também durante os encontros incentivou o fomento e a divulgação de trabalhos reconhecidos internacionalmente. “A curadoria do evento priorizou artistas que dialogassem com as temáticas propostas, de forma que esse casamento das intervenções visuais e conversas sobre arte fosse claro e produtivo para a plateia”, ressalta a coordenadora.
Para fechar a noite em grande estilo, a Lots Criativa receberá uma intervenção artística em sua parte externa e uma exposição dos artistas André Coelho, Celestino Dimas, Ezekiel Moura, Roger Wodzynski.  No interior da loja as obras da artista plástica Nicole Gulin e do fotografo Guilherme Zawa – participantes das exposições ocorridas durante o #Conversarte. Além disso, os registros fotográficos dos bate papos feitos por Daniel Rebello, Lucas Costa e Valterci Santos também estarão expostos. “Nossa ideia é mostrar um resumo do que foi essa primeira edição e lançar o #Conversarte 2016, que trará como linhas de trabalho a moda, o teatro, a música, a literatura e a dança”, finaliza Carolina.
Realizado pela Montenegro Produções Culturais, com o apoio do Hospital Pequeno Príncipe e Gazeta do Povo, a primeira edição do projeto foi executada com incentivo do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet. Em 2016 o Conversarte tem a parceria do Shopping Mueller, que receberá os encontros e exposições de arte dentro dos temas: música, teatro, dança, literatura e moda.

Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia) + R$ 6,00 de taxa de administração. Mais informações 3057-1069 ou www.montenegroproducoes.com/conversarte.

Balé Guaíra dança “Orikis” e “Trânsito” no encerramento do mês da Consciência Negra

O Balé Teatro Guaíra participa das comemorações de encerramento da programação do mês da Consciência Negra, nesta sexta-feira (27), às 20h30, no auditório Guairão. O evento tem entrada franca e é promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Paraná e Centro Cultural Teatro Guaíra.
Serão apresentadas as coreografias “Orikis” e “Trânsito”, criadas especialmente para o Balé Teatro Guaíra, em 2001, pela coreógrafa baiana Ana Vitória Silva Freire.
“Trânsito” trata da diversidade rítmica de diferentes povos como japonês, chinês, africano e muçulmano. Em cena 18 bailarinos, sendo nove mulheres e nove homens dançam com trilha sonora composta por Cláudio Daueslberg, especialmente para a coreografia, e com figurinos de Ney Madeira.
O espetáculo dura 25 minutos e apresenta ambientação clean, usando papéis translúcidos amassados em branco, cinza e preto, que deixa a luz difusa e filtrada, em conformidade com os movimentos dos bailarinos.
Em “Orikis”, a coreografia é baseada em texto de Pierre Verger e também mostra a cultura africana. Para este espetáculo, a coreógrafa coloca em cena oito bailarinos, todos homens, de torsos nus e vestidos com calças jeans. O ponto de movimento é na parte superior do corpo, propondo o equilíbrio com a Terra. A trilha sonora de Orikis é do sul-africano Manuel Wandji. O figurino e cenário são de Ney Madeira. 

Ney Matogrosso em “Atento aos Sinais” no Guairão

Com a assinatura de Verinha Walflor, Ney Matogrosso retorna a Curitiba neste sábado (28), às 21h, no Guairão. Em seu novo reencontro com o público curitibano Ney - aos 74 anos! - traz na bagagem um Grammy pelo conjunto de sua obra e vai mostrar toda sua vitalidade num espetáculo pulsante. Irrequieto e moderno, o artista apresenta um repertório que concilia músicas de artistas contemporâneos (Criolo, Dan Nakagawa, Maria Gadú, entre outros) ao lado de nomes consagrados (como Arnaldo Antunes, Paulinho da Viola, Lenine, Lobão e Itamar Assumpção). No palco, o cantor será acompanhado por um time de primeira formado pelos músicos Marcos Suzano (percussão), Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Aquiles Moraes (trumpete), Everton Moraes (trombone), André Vale (guitarra) e Sacha Ambak (piano e direção musical).
Livre para todas as idades, o show de Ney Matogrosso tem ingressos que variam de R$ 70,00 (meia) a R$ 290,00 (+ R$ 6,00 de taxa administrativa), conforme a localização no teatro. Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br


Osvaldo Colarusso e Camerata Antiqua de Curitiba apresentam Mozart

“Mozart em Dó Maior” é o título do concerto que a Camerata Antiqua de Curitiba preparou para este fim de semana, sob a regência do maestro paulista Osvaldo Colarusso, também responsável pelos comentários do programa. As apresentações acontecem na Capela Santa Maria Espaço Cultural, às 20h de sexta (27) e 18h30 de sábado (28).
O programa leva este nome, pois as três obras são escritas na tonalidade de Dó Maior e foram compostas em Salzburg, antes da mudança definitiva de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) para Viena, que ocorreu em 1781. Osvaldo Colarusso explica que a Missa em Dó maior IK 317 “Missa da coroação” (1779), obra que dá nome ao concerto, foi a única Missa que Mozart concluiu e será executada em Curitiba pela primeira vez.
Outras duas obras previstas no Programa são Vesperae Solennes de Confessore IK 339 (1780) e Sinfonia Nº 28 em Dó maior IK 200 (1774). São obras sacras que segundo o maestro são difíceis de executar, “neste programa as obras são extremamente difíceis tecnicamente, especialmente nos movimentos e a orquestra está tocando muito bem”, elogia Colarusso.

O maestro – Nascido em 1958, em São Paulo (SP), Osvaldo Colarusso está radicado em Curitiba. Estudou trompa com Enzo Pedini e regência com Eleazar de Carvalho, além de desenvolver estudos de composição com Michel Philippot, no Brasil e na França, tendo se aperfeiçoado em regência de orquestra com o maestro russo Genady Roshdestvensky, na Accademia Chigiana di Siena (Itália). Entre 1980 e 1985, foi maestro do Coral Lírico do Theatro Municipal de São Paulo e premiado duas vezes pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA).
De 1985 a 1998, respondeu pelo comando da Orquestra Sinfônica do Paraná, com a qual realizou mais de 250 concertos, óperas e balés, além de gravar um disco com obras de Heitor Villa-Lobos. Desde 1980, tem atuado frente às principais orquestras nacionais como maestro convidado, acumulando a regência de mais de 500 concertos com importantes solistas, entre eles Mikhail Rudi, Nelson Freire, Vadim Rudenko, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Gilberto Tinetti, Marco Antonio de Almeida, Dang Thai Son, David Garret e Miha Pogagnick.
Participando dos mais destacados festivais de música do Brasil, entre eles o de Campos do Jordão, Curso de Verão de Brasília e Festival de Música de Londrina, do qual foi diretor artístico, o maestro possui um repertório extremamente vasto, com destaque para os grandes clássicos do século XX. Colarusso também desenvolve atividades como produtor e apresentador de programas de música clássica na Emissora Estadual do Paraná, além de manter uma classe de Harmonia e Análise.
Os ingressos para este concerto custam R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia). Mais informações: www.ingressorapido.com.br.


Curitibanos poderão assistir show da Blitz gratuitamente na Pedreira

Os curitibanos poderão assistir gratuitamente aos shows musicais do evento “Rolling Stone Music + Run” que acontece neste sábado (28), na Pedreira Paulo Leminski. Na programação estão previstas apresentações da banda Warriors, Rogério Cordoni & Orchestra da PM (Tributo a Elvis Presley) e a Blitz, apresentando seus grandes sucessos.
Para assistir aos shows sem pagar é preciso ir até o portão de entrada principal no dia do evento, a partir das 17h, e retirar uma pulseira de acesso. Só será distribuída uma pulseira por pessoa. Após a retirada, a entrada no espaço do show é obrigatória. Quem não observar estas regras terá o direito de acesso invalidado. A lotação do espaço gratuito é de 5 mil pessoas.
A Prefeitura disponibilizará ônibus gratuitos a partir da praça Rui Barbosa para a Pedreira Paulo Leminiski, e linhas especiais para a volta após o encerramento dos shows. Haverá diversos bloqueios nas ruas do entorno da Pedreira.

Corrida e caminhada - Para quem quiser suar a camisa, o evento também promove uma corrida e uma caminhada, com dois percursos, de 5km e 10km, no entorno da Pedreira. Mas atenção: para participar das provas é preciso adquirir um kit. Depois da corrida, os inscritos terão acesso a uma área exclusiva, a Arena Rolling Stone, dentro da Pedreira. As inscrições podem ser feitas no site http://rollingstone.uol.com.br/especial/musicrun.

PROGRAMAÇÃO:
17h: Abertura da Arena Rolling Stone
18h30: Show Rogério Cordoni & Orchestra da PM (Tributo a Elvis Presley)
19h50: Show WARRIORS (Classic Rock)
20h30: Aquecimento Coletivo
21h: Largada
22h30: Show BLITZ

0h00: Encerramento

SERVIÇO:

1ª ROLLING STONE MUSIC & RUN – CURITIBA
Data: Sábado, 28 de novembro, a partir das 18h
Local: PEDREIRA PAULO LEMINSKI
Endereço: Rua João Gava, 970 -Pilarzinho
KIT CORREDOR:
Camiseta + bolsa Rolling Stone + medalha + acesso à Arena Rolling Stone + open bar – R$ 109,00 + taxa de conveniência
PERCURSO:
Caminhada e Corrida Noturna de 5 Km e 10 Km no entorno da Pedreira
PREMIAÇÃO:
Troféu para os cinco primeiros colocados na modalidade 10Km e medalha para todos os corredores inscritos em corrida e caminhada de 5Km e 10Km.
LOCAL DE RETIRADA DO KIT CORREDOR: Hard Rock Café Curitiba

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Grupo Safra lança livro sobre o Museu Oscar Niemeyer

Foi lançado nesta terça-feira (24), no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, o 34º volume da série Museus Brasileiros, que este ano é dedicado ao Museu Oscar Niemeyer (MON). A publicação faz parte da coleção iniciada pelo banco Safra em 1982, que reúne obras do acervo dos principais museus do País. Os livros tornaram-se referência na história museológica do Brasil.
O exemplar do MON foi editado com o apoio do Ministério da Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). A distribuição é dirigida a instituições culturais, bibliotecas, centros de arte. A publicação, com 352 páginas, mostra referências da produção nacional e internacional nas áreas de pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura e design. As fotos das obras, selecionadas entre quase quatro mil do acervo do museu, estão publicadas em ordem alfabética pelo nome dos autores.
Orgulho, honra, satisfação e grandeza já são palavras insuficientes para descrever a relevância que o Museu Oscar Niemeyer representa no cenário cultural do Paraná”, são palavras do Secretário de Estado da Cultura do Paraná, João Luiz Fiani, na apresentação do livro.
A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, diz que “ao integrar a série Museus Brasileiros do Instituto Cultural J. Safra, reconhecida fonte de referência para a pesquisa da arte, o Museu Oscar Niemeyer ganha significativa oportunidade de mostrar um recorte de obras do seu acervo e divulgar sua breve história”.

MUSEUS BRASILEIROS - O Grupo Safra publicou 34 edições da série Museus Brasileiros de 1982 a 2015 - cada um com uma tiragem média de dez mil exemplares. Entre elas estão: Masp – Museu de Arte de São Paulo (1982); MAM-RJ – Museu de Arte Moderna do Rio e Janeiro (1999); MAS – Museu de Arte Sacra de São Paulo (1983); Muhne – Museu do Homem do Nordeste (2000); e MNBA – Museu Nacional de Belas Artes (1985).

HISTÓRIA - O MON é uma obra do arquiteto Oscar Niemeyer, autor do projeto que transformou o edifício original, que abrigava várias secretarias do governo estadual.
O prédio principal do museu, de linhas retas e concreto propendido, tem vão-livre de 65 metros – menor apenas que o vão de 74 metros do Masp. No conjunto arquitetônico, o destaque é edifício anexo, de forma elíptica, com 30 metros de altura e quatro pavimentos, onde fica o grande salão de exposições.
Apoiado numa torre de concreto plantada num espelho d’água, ele ganhou da população a identificação de Olho, tornando-se referência e motivo de encantamento para os curitibanos, que o elegeram como a edificação mais bonita da cidade.
O acervo do Museu Oscar Niemeyer foi inicialmente formado por obras oriundas do Museu de Arte do Paraná, pertencentes ao extinto Banestado, e aquisições diversas, por meio de compras e doações.
Hoje, reúne obras de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Otake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, bem como criações dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong.

Coral Brasileirinho comemora aniversário com “Festa de Arromba”

O Coral Brasileirinho comemora neste final de semana (dias 27, 28 e 29), no Auditório Poty Lazzarotto do Museu Oscar Niemayer, 22 anos de atuação e sua 200ª apresentação com o espetáculo “Festa de Arroba”.
Nesta representação cênico-musical chamada “Festa de Arroba”, com direção cênica de Milton Karam e direção musical de Helena Bel, os 26 integrantes do Brasileirinho apresentam canções emblemáticas dos anos 1960, que marcaram época, e que continuarão na memória das pessoas por muitas gerações. Neste mesmo período e há exatos 50 anos, estreava na televisão brasileira o Programa “Jovem Guarda” protagonizado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, o qual atraía uma multidão de jovens ao teatro, repercutindo suas músicas, suas roupas e atitude pelo Brasil afora.
As apresentações do grupo são temáticas, lúdicas e bem emocionantes, é o que explica Milton Karam. “Procuramos unir músicas com interpretações cênicas dela, num processo criativo constante, desde a escolha do repertório até os trabalhos que fazemos em sala de aula com as crianças. O Coral Brasileirinho é criatividade pura!”, conclui o diretor cênico.
E é com este clima que o Brasileirinho subirá ao palco para mostrar um pouco do panorama desta história, interpretando canções da Jovem Guarda, como Broto Legal, Vem Quente Que Eu Estou Fervendo, O Bom, Se Você Pensa, Biquíni de Bolinha Amarelinha, O Calhambeque, Ritmo da Chuva e Quero Que Vá Tudo Pro Inferno, dentre outras.

Trajetória - Cerca de 200 crianças e jovens, de 8 a 13 anos, passaram pela história do Coral Brasileirinho nestes 22 anos. Ravi Brasileiro, músico curitibano, foi um dos Brasileirinhos que continuou na área, para ele o grupo foi imprescindível em seu amadurecimento musical. “A maneira como é transmitido o conhecimento no Coral é muito legal, são através de brincadeiras que as apresentações são feitas. Isso possibilita um grande desenvolvimento no palco, no trabalho vocal, nos processos de produção e principalmente no amor à arte”, lembra Ravi.
Ainda sobre o ensino de música para criança Helena Bel explica que a arte exige disciplina, controle, paciência e dedicação. "Não é como o botão do Google que acontece tudo rapidinho, então trabalhar isso nesta era é muito legal. Para nós que vivenciamos esse processo, e para eles que aprendem todos esses necessários para vida”, afirma.
Com a ludicidade e o humor característicos do seu trabalho, por meio da interpretação musical e cênica, o Brasileirinho construiu ao longo de sua história 14 espetáculos temáticos, como: De Chiquinha a Chico, Álbum de Família, TV Brasileirinho, A Cara do Brasil, Cantando o 7, Quem Não Se Comunica Se Trumbica, Passarim, Adonirandi, Viva o Brasil, Brasileirinho no Morro, Brasileirinho 100 Gonzagão e Você Já Foi à Bahia, este último em homenagem ao centenário de nascimento do mestre Dorival Caymmi.
As foram para além de Curitiba, encantando públicos de outras cidades do Paraná, como Antonina, Campo Mourão, Colombo, Guarapuava, Ibiporã, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Rio Negro. Fora do Paraná, vivenciou a oportunidade de estar frente à frente com plateias de Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo, e nesta, por diversas vezes, a convite e ao lado do compositor Toquinho.

As apresentações da “Festa de Arroba” do Coral Brasileirinho acontecem sexta-feira (27), às 20h, sábado (28), às 18h e domingo (29), às 16h e os ingressos custam R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia).

Sidail César lança “No Batuque do Coração” no Teatro do Paiol

O Teatro do Paiol recebe na sexta-feira (27) e no sábado (28), às 20h, o show de lançamento do CD “No Batuque do Coração “ do músico e compositor Sidail César, com letras de Roberto Prado. As apresentações terão a participação de Carlos Careqa, Eliane Bastos, Cida Airam, Oswaldo Rios, Melina Mulazani, Sérgio Justen, Walmor Góes, César Matoso, João Luis Charmak, Jonas Cella,Clayton Rodrigues. Renan Bragatto, Otto Lenon, João Luis Rodrigues, Adriano Sátiro e contam com a direção geral de Anibal Marques. O álbum foi viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba.
Sidail César realizou vários shows em Curitiba desde os anos 80. Gravou em 1997 o CD “Chega de Choro”, em 1999 o CD “Parceria”, com Ronald Magalhães, em 2004, o CD “No Cine Marabá”, em 2011. Participou da coletânea “Brasil em 4 tempos”, organizada por Ronald Magalhães, no qual Eliane Bastos e Luci Pinheiro interpretaram músicas de sua autoria e Mauricio Sousa. Em 2013 lançou uma coletânea de todos os seus choros no CD “Corta Luz”.
Roberto Prado é poeta, jornalista, publicitário, escritor e roteirista. Compositor com canções gravadas por Maxixe Machine, Viola Quebrada, Tatára, Beijo a Força, Lábia Pop, Beto Trindade, Sidail César, Grupo Fato, Adriano Sátiro, Oswaldo Rios, Thadeu Wojciechowski, Carlos Careqa, Luiz Ferreira, Felipe Hirsch, entre outros. Teve duas canções incluídas na trilha sonora do longa-metragem ‘”Insolação”, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas, com Paulo José, selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Veneza/2009.

Os ingressos para as apresentações de Sidail César custam R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia).

Semana interessante nos cinemas. Temos “Chico”, “Chatô”, o novo filme de Shyamalan e outras boas novidades

Oito estreias nesta semana cinematográfica. E os destaques ficam por conta dos documentários: “Chico - Artista Brasileiro”, “Samba & Jazz”, “Iván” e o falso documentário “A Visita”, com a assinatura de M. Night Shyamalan, o indiano que assombrou o mundo com “O Sexto Sentido”. Temos também a cinebio “Chatô, O Rei do Brasil”; o terror “Victor Frankenstein”, o drama “Três Lembranças da Minha Juventude” e a comédia “American Ultra - Armados e Alucinados”
Continuam em exibição “Aliança do Crime”, “007 Contra Spectre”, “Grace de Mônaco”, “Ponte dos Espiões”, “Goosebumps: Monstros e Arrepios”, “Ninguém Ama Ninguém... Por Mais de Dois Anos”, “Mistress América”, “Malala” e “Perdido em Marte”. Para as crianças, a animação russa “O Reino Gelado 2” e “Hotel Transilvânia 2”.
O clássico “Morangos Silvestres”, de Ingmar Bergman, retorna no Itau Cinemas. E temos três pré-estreias: as comédias “Bem Casados” e “Pegando Fogo” e o drama “O Cheiro da Gente”.

A VISITA - Novo thriller assinado pelo diretor indiano M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”). Com elenco formado por Ed Oxenbould, Olivia DeJonge, Kathryn Hahn, Benjamin Kanes, tem o formato de "found footage", aqueles filmes centrados em falsos documentários, que invadiram os cinemas depois da década de 2000, na esteira do sucesso estrondoso de "A Bruxa de Blair" (1999). Este retrata a história perturbadora de dois irmãos que vão passar férias na fazenda de seus avós e, assim que descobrem que o casal de idosos está envolvido em algo assustador, percebem que as chances de voltar para a casa e à vida normal estão cada vez menores. Essa tensão logo ganha ares mais assombrosos a partir de um pedido simples feito aos irmãos: "Não saiam do quarto depois das 21h30".
Indicação etária: 12 anos

AMERICAN ULTRA: ARMADOS E ALUCINADOS - Comédia de ação dirigida pelo anglo-iraniano Nima Nourizadeh (“Projeto X”) e estrelada por Jesse Eisenberg, Kristen Stewart, Walton Goggins, Topher Grace, Connie Britton, John Leguizamo, Bill Pullman e Michael Papajohn. Mike Howell passa a maior parte de seu tempo se entorpecendo, trabalhando sentado atrás da caixa registradora de uma loja de conveniências e escrevendo um gibi que jamais será publicado sobre um macaco super-herói. Ele gostaria de, um dia, levar sua namorada e companheira Phoebe, para o Havaí - se um dia ele conseguir superar os inexplicáveis ataques de pânico que experiência toda vez que tenta sair da cidade. Sem que ele tenha qualquer memória sobre o fato, Mike é, na verdade, um agente da CIA altamente treinado e mortal. Num piscar de olhos, enquanto seu passado secreto volta à tona, ele se vê em meio a uma operação mortal do governo e é forçado a convocar o herói de ação interior para sobreviver.
Indicação etária: 16 anos

CHATÔ: O REI DO BRASIL - Polêmica cinebiografia de Assis Chateaubriand que levou cerca de 20 anos em produção. Baseado em livro homônimo de Fernando Morais, foi dirigido pelo ator Guilherme Fontes e tem no elenco os globais Marco Ricca, Andréa Beltrão, Paulo Betti e Leandra Leal, entre outros. Chatô (1892 -1968) foi o primeiro magnata das comunicações no Brasil, destacando-se entre o final dos anos 1930 e início dos anos 1960. Chegou a ser chamado de Cidadão Kane brasileiro. Fundador dos Diários Associados, da TV Tupi e do Museu de Arte de São Paulo, foi senador da República e tinha uma relação próxima e polêmica com o presidente Getúlio Vargas.
Indicação etária: 14 anos

CHICO: ARTISTA BRASILEIRO - Personagem fundamental da cultura brasileira nos últimos 50 anos, autor, dramaturgo e compositor de uma extraordinária coleção de canções que habitam o imaginário coletivo do país, Chico Buarque dialoga com a própria memória neste filme de Miguel Faria Jr. (“Vinícius”). O longa tem como um dos eixos a descoberta do irmão alemão de Chico. “É um artista revisitando a sua própria história do ponto de vista da maturidade”, resume o diretor.  Além do próprio Chico, há a participação de intérpretes tradicionais de sua obra, como Ney Matogrosso, Monica Salmaso, Adriana Calcanhotto e Mart’nália.
Indicação etária: 10 anos

IVÁN - Documentário de estreia do diretor/roteirista Guto Pasko, baseado nos diários escritos pelo refugiado ucraniano Iván Bojko, que durante a Segunda Guerra Mundial foi tirado à força de seu país por nazistas, realizou trabalhos forçados na Alemanha, imigrou para o Brasil, foi impedido de fazer contato com sua família, e após 68 anos retornou à Ucrânia, aos 91 anos, em um reencontro com o seu país, sua família e seu passado.
Indicação etária: 14 anos

SAMBA & JAZZ - Documentário nacional que marca a estreia do fotógrafo Jefferson Mello na direção. A geografia os separa: um brasileiro, o outro americano. Os instrumentos musicais também são diferentes. Mas há algo mágico e ritmico que une o samba e o jazz. E para mostrar essa semelhança, o olhar de quem entende do assunto. Mas com um diferencial: o sambista estará em Nova Orleans e o jazzista no Rio de Janeiro. Não importa a distância, os dois têm algo em comum: a paixão pela música e pelas manifestações populares que se desenvolvem nos mundos do Samba e do Jazz.
Indicação etária: Livre

TRÊS LEMBRANÇAS DA MINHA JUVENTUDE - Drama dirigido pelo francês Arnaud Desplechin (“Terapia Intensiva”) e estrelado por Quentin Dolmaire, Mathieu Amalric, Dinara Drukarova, Lou Roy-Lecollinet e Cécilo Garcia-Fogel. Paul Dédalus se prepara para deixar o Tajiquistão. Ele se lembra da infância em Roubaix, do ataque de loucura da mãe, do laço que o unia ao irmão Ivan, uma criança devota e violenta. Lembra-se de fazer 16 anos, da viagem de seu pai à URSS, onde, em uma missão clandestina, deu a própria identidade a um jovem russo. Lembra-se também de si mesmo aos 19 anos, da irmã Delphine, do primo Bob, das festas com Pénélope, Mehdi e Kovalki, o amigo que ainda o trairia. Lembra-se dos anos como estudante em Paris e da vocação para a antropologia. Acima de tudo, Paul se recorda de Esther, o coração da sua vida.
Indicação etária: 16 anos

VICTOR FRANKENSTEIN - Versão contemporânea da famosa obra de Mary Shelley, dirigida pelo inglês Paul McGuigan (“Xeque-Mate”) e estrelada pelos conhecidos James McAvoy e Daniel Radcliffe. O radical cientista Victor Frankenstein e seu igualmente brilhante pupilo Igor Strausman compartilham uma visão nobre de ajudar a humanidade através de sua pesquisa inovadora sobre a imortalidade. Mas as experiências de Victor vão longe demais, e sua obsessão tem consequências terríveis. Apenas Igor pode trazer seu amigo de volta da beira da loucura e salvá-lo de sua criação monstruosa. Jessica Brown Findlay, Andrew Scott, Mark Gatiss, Freddie Fox, Louise Brealey e Daniel Mays completam o elenco.
Indicação etária: 12 anos
Veja o trailer 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Radar camuflado!!!!!

O radar "ecológico", direto do blog do Zé Beto


Banda Sinfônica da Embap se apresenta no Teatro Guaíra

Sob a regência e direção artística de Edivaldo Chiquini, a Banda Sinfônica da Embap se apresentará dia 26 de novembro, às 20h30, no auditório Bento Munhoz da Rocha Netto (Guairão)
A Banda Sinfônica da Embap, composta por 80 integrantes, tem como objetivo o aperfeiçoamento de conhecimentos técnicos e musicais. A Banda cria oportunidade para os alunos a prática de conjunto através de execução de repertório variado de diversos estilos e dificuldades técnicas.
Para este concerto, a Banda terá a participação do solista convidado Vinicius Lira Coutinho.
Os ingressos para esta apresentação da Sinfônica da Embap custam R$ 15,00 e R$ 7,50 (meia). Entrada franca para alunos e professores da Belas Artes do Paraná.

Última Sessão Sabedoria do ano vai exibir o filme "Elsa & Fred"

O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) - com apoio do Conselho Estadual dos Direitos do Idoso - promove nesta sexta-feira (27), às 15h, a Sessão Sabedoria. O filme deste mês é a comédia dramática "Elsa & Fred", de Michael Radford. A exibição será no Auditório Brasílio Itiberê, anexo à Secretaria de Estado da Cultura, no Centro de Curitiba. A entrada é gratuita e o filme indicado para maiores de 10 anos.
Estrelado por Shirley MacLaine e Christopher Plummer, a obra é uma refilmagem americana de um dos maiores sucessos do cinema argentino e conta a história de Elsa, que viveu os últimos 60 anos sonhando com um grande amor.
Fred, hipocondríaco e rabugento, um pouco mais jovem do que ela, se sente perturbado e confuso depois de perder a esposa, relutando em sair de casa. Ele se muda para um apartamento menor e conhece Elsa. A partir daí tudo muda – ela explode em sua vida como um turbilhão, determinada a ensinar-lhe que o tempo que lhe resta é precioso. Fred se rende então à juventude e à audácia de Elsa e assim aprende a viver.

SESSÃO SABEDORIA - A ideia do projeto, que é voltado para a terceira idade e aberto a toda a comunidade, é exibir e discutir filmes que abordam temas relevantes para a sociedade por meio de enredos de grande comunicabilidade com o público. Ao final da sessão é realizado um debate incentivando o público a se manifestar em relação à obra ou ao tema apresentados, com uso de sua grande experiência de vida.

Todas as sessões são apresentadas e mediadas pela socióloga Rosângela Diniz Chubak. 

Pagu Leal revira sua memória em “Stand Up and Down #tentativa5”

Tudo começou com um desafio pessoal algum tempo antes de ultrapassar a “barreira dos 40”. Antes da festa de seu quadragésimo aniversário a atriz e dramaturga Pagu Leal começou a fazer um inventário em seus arquivos pessoais. O material era enorme, muitos diários, cadernos, moleskines, uma infinidade de fragmentos de cartas, poemas em guardanapos. Uma vida passada a limpo. Porém, o que transformou realmente esta investigação em peça, ou como a autora mesmo diz, em um “stand up and down”, foi o fato de que seus escritos eram, quase em sua maioria, estranhos à própria autora. Com a consultoria cênica de Rosana Stavis, Rafael Camargo, Andy Gercker, Silvia Monteiro, Dimis Jean Sores, Luis Carlos Pazello a peça estreou em fevereiro de 2015 e volta em cartaz dia 26 de novembro no mini Guaira para mais uma temporada, ou, para mais uma #tentativa.
“Stand up and down #tentativa5” é uma comédia sobre o envelhecer. Ou melhor, sobre o drama de não ser mais jovem. Crítica e muito bem-humorada, Pagu percorre fatos da sua vida, obras como o Banquete, artigos científicos, conselhos terapêuticos, ao mesmo tempo em que faz uma reflexão irreverente sobre o amor e sexo e as transformações destes com o passar dos anos.
O espetáculo foi concebido como uma confissão para amigos. “A minha vontade é descontrair, servir champagne para toda a plateia e colocá-la mais perto, mas há a limitação do espaço”, explicou Pagu. O risco, salientou, é parecer pretensiosa: “Estou sujeita, mas não queria que encarassem o texto como eu dando conselhos a alguém. Só acredito que do que vivemos ficam apenas as memórias, por isso todo mundo deveria contar as melhores histórias sobre si”.
Com dramaturgia, concepção e atuação de Pagu Leal, “Stand up and down #tentativa5” será encenada a partir desta quinta-feira (26) até dia 13 de dezembro, sempre de quinta a domingo, às 20h. Indicada para maiores de 14 anos, a peça tem ingressos custando R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia).


Escritor Martim Paes lança nova obra na Livrarias Curitiba

O escritor e palestrante Martim Paes lança nesta quinta-feira (26) seu novo livro: “Desafios: Veneno ou Vitamina?”, publicado pela editora InVerso. O lançamento será na Livrarias Curitiba do Shopping Estação, a partir das 19h30, incluindo sessão de autógrafos e bate-papo com o autor. 
Em seu livro, Paes parte da premissa que a vida é cheia de desafios, desde a hora em que o indivíduo acorda até a hora em que vai dormir, e que escolhas são necessárias a todo momento. Com base em teorias que aplica em suas palestras, de sua própria autoria ou de autores renomados, o autor oferece caminhos que buscam levar a escolhas do bem (ou vitaminas) para a qualidade de vida e a saúde física e mental. Afinal, aproveitar oportunidades é ainda mais importante nas adversidades.   

Martim Paes - Com 15 anos de experiência em desenvolvimento de pessoas, Martim Paes contabiliza cerca de 15 mil participantes que já assistiram a suas palestras, treinamentos e serviços de coach. Sua formação é em Economia e Educação Física, com especialização em Psicologia Organizacional e do Trabalho, formação em Executive Coach pela Sociedade Brasileira de Coach e outras formações em Dinâmica de Grupo.
Mais informações: www.martimpaes.blosgspot.com ou 3254-1616.

Museu Oscar Niemeyer recebe a exposição “Colapso”, que reúne obras de três artistas paranaenses

O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe nesta quinta-feira, dia 26, às 19 horas, a mostra “Colapso”, com obras de três artistas paranaenses: Cleverson Oliveira, Fernando Burjato (foto) e Gabriele Gomes. Com curadoria de Ana Rocha, a exposição conta com 55 obras entre pinturas, desenhos, objetos e instalações.
A ideia, segundo a curadora, é mostrar vinte anos de intenso diálogo e produção dos artistas com a cidade de Curitiba como ponto de encontro e origem. “Suas trajetórias, por vezes muito díspares, possuem pontos em comum. É neles que o colapso acontece: o estado de suspensão de cada um se dissipa, as pesquisas se confundem, os três se mostram tão próximos quanto artistas de uma mesma geração podem estar”, afirma.
A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, diz que os visitantes podem conhecer nessa mostra a produção artística feita no Estado.
Nos trabalhos de Cleverson, a imagem é uma mancha no papel ou na tela, molhada por gotas de chuva que são uma espécie de convite para ver e pensar como se forma a ideia de paisagem. O jogo entre imagem/paisagem e a representação das gotas é uma ironia dessa arte que imita a vida, que busca para si uma realidade como a que vivemos.
Fernando Burjato trata de uma imagem sem figuras. Seu trabalho se constrói pela borda, acumula tinta como se buscasse sair para além dos limites da tela. As cores justapostas não se misturam, e o acúmulo de matéria fica pelas bordas, dando corpo à imagem, às listras.
Gabriele Gomes também tem trajetória marcada pela pintura que avança para além do bidimensional; o desejo de tocar as superfícies levou sua pesquisa a experimentações com a tinta sobre objetos, o mar, a paisagem, pegadas. A tinta toma conta e engole para si os objetos do dia a dia.
Esta exposição é um convite para nos aprofundarmos na pesquisa de Cleverson, Fernando e Gabriele. Convidado a olhar atentamente e encontrar os pontos, o expectador é quem encontrará o colapso em cada trabalho apresentado”, diz Ana Rocha.

Sobre os artistas

Grupo que caracteriza a “Geração Noventa” de Curitiba, que junto com outros artistas, como Fábio Noronha, Keila Kern e Daniela Vicentini, se origina na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, em 1992. A galeria Casa da Imagem e os workshops orientados por Geraldo Leão, um dos principais artistas do grupo “Moto contínuo”, que se originou dez anos antes, e que tem a proposta de fomentar a arte contemporânea no Paraná nos anos 80, exerce grande influência sobre estes artistas.
Nesta mesma época ocorreu a “Bienal Internacional da Gravura de Curitiba”, que trouxe obras de diversos artistas internacionais, e teve impacto fundamental na formação do grupo e outros mais. O curador da exposição foi Paulo Herkenhoff, que mantém uma relação estreita com a cidade de Curitiba, e que testemunhou a embrionária produção do grupo.
Em 1994, a exposição “A Fala”, na galeria do Inter, Centro Brasil Estados Unidos, apresentou os trabalhos recentes do grupo e impulsionou a trajetória de Fernando, Gabriele e Cleverson. Um ano depois, os artistas deixaram Curitiba, Cleverson foi para Nova Iorque, Fernando, para São Paulo, e Gabriele, Santa Catarina. Por 20 anos o grupo manteve um diálogo que tem Curitiba como ponto de referência e lugar de encontro. Ao longo deste período a produção dos astistas estabeleceu influencia e afirmou um dialogo com as gerações mais recentes, constituindo a história da arte local.

A mostra “Colapso” pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 18h, com ingressos custando R$ 9,00 e R$ 4,50 (meia). Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br.

Fenômeno Mac DeMarco pela primeira vez em Curitiba

Nesta quinta-feira, dia 26 de novembro, 20h, o fenômeno mundial da música alternativa Mac DeMarco se apresenta pela primeira vez em Curitiba para apresentar seu novo álbum “Another One”, lançado mundialmente em agosto. Com casas lotadas por onde passa no Brasil e no exterior - participou de grandes festivais como London Field Day Festival, Glastonbury, Coachella -, por aqui o show faz parte da primeira edição do Festival Coisarada e acontece no Music Hall. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Disk Ingressos.
O Festival ainda conta com a banda paulistana O Terno, um dos maiores nomes na cena rock brasileira atual, e The Shorts, banda curitibana recente que vem conquistando espaço na mídia e sucesso de público, sendo apontada como uma das grandes revelações musicais do ano.
O DJ Set fica por conta do pernambucano China, músico e produtor que fez parte do time de vjs da MTV até 2013, e pela dupla dinâmica de Curitiba Alessandro Oliveira e Jonathan Washington.

O Music Hall está situado na rua Engenheiro Rebouças, 1645, Rebouças e abre às 19h. Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

Mostra no Itau Cinemas comemora os 75 anos do astro Buce Lee

Nunca houve - nem haverá - um mito tão reverenciado e cultuado nas artes marciais que Bruce Lee. Ator, roteirista, diretor, coreógrafo e criador da revolucionária arte marcial Jeet Kune Do, Bruce Lee completaria 75 anos nesta sexta-feira, dia 27 de novembro.
Para comemorar a data, a Sato Company realiza o “Festival Bruce Lee - 75 Anos”, com a exibição, em cópias novas, remasterizadas e em suas versões originais (com áudio em cantonês), dos filmes mais importantes de Bruce Lee, onde ele atua verdadeiramente como protagonista. São eles: “O Dragão Chinês”, “A Fúria do Dragão”, “O Voo do Dragão” e “Jogo da Morte”, todos indicados para maiores de 14 anos.
O Festival acontece de 26 de novembro a 2 de dezembro no Itau Cinemas de doze capitais brasileiras: Manaus, Natal, João Pessoa, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis. É a primeira vez no Brasil que os filmes de Bruce Lee serão exibidos sem cortes e em sua língua original e sua voz não será dublada em inglês.

OS FILMES

O DRAGÃO CHINÊS (Hong Kong, 1971, 100 minutos, título original: Tang Shan Da Xiong, título internacional: The Big Boss). Direção e Roteiro: Wei Lo, com Bruce Lee, Maria Yi e James Tien. Exibição: dias 26 (17h30 e 19h30) e 28 (17h30).
Misteriosos desaparecimentos perturbam a família do jovem Cheng (Lee), que se mudou junto com seus primos para trabalhar numa fábrica de gelo. Para resolver o caso, porém, o rapaz será obrigado a quebrar um juramento que fez à família: o de nunca mais se envolver em brigas.

A FÚRIA DO DRAGÃO (Hong Kong, 1972, 102 minutos, título original: Jing Wu Men, título internacional: Fist of Fury). Direção e Roteiro: Wei Lo, com Bruce Lee, Nora Miao, James Tien e Robert Baker. Exibição: dias 27 (17h30 e 19h30), 28 (19h30) e 2 (17h30).
Ao voltar para sua antiga escola em Xangai, Chen Zhen (Lee) recebe a notícia do assassinato de seu velho e querido mestre. Investigando o crime, ele descobre que uma escola rival, envolvida com contrabando de drogas, está por trás do assassinato. Para vingar seu professor, Chen será obrigado a se confrontar com os mais habilidosos e letais campeões de artes marciais.

O VOO DO DRAGÃO (Hong Kong, 1972, 100 minutos, título original: Meng Long Guo Jiang, título internacional: The Way of the Dragon). Direção e roteiro: Bruce Lee, com Bruce Lee, Chuck Norris, Nora Miao e Robert Wall. Exibição: dias 29 (19h30), 30 (17h30 e 19h30) e 2 (19h30).
Quando Tang Lung (Lee) chega a Roma para trabalhar no restaurante de seus primos, ele logo percebe que uma organização criminosa está pressionando a família para que o local seja vendido. Tang decide então enfrentar os bandidos, que contratam o famoso lutador norte-americano de artes marciais Colt (Norris) para tentar derrotá-lo. A luta final, realizada no Coliseu, é um marco nos filmes do gênero.

JOGO DA MORTE (Hong Kong/EUA, 1978, 85 minutos, título original: Game of Death). Direção: Robert Clouse e Bruce Lee (não creditado), roteiro: Robert Clouse (assinando como Jan Spears), com Bruce Lee, Gig Young e Colleen Camp. Exibição: dias 29 (17h30) e 1º (17h30 e 19h30).
Alguém está tentando matar Billy Lo (Lee), um famoso astro de filmes de artes marciais. Para descobrir quem deseja assassiná-lo, Billy forja sua própria morte, e agora planeja sua vingança.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Revistas de terror em quadrinhos serão lançadas na Gibiteca

A editora Cultura & Quadrinhos promove o retorno de duas séries de terror genuinamente brasileiras. As revistas “Calafrio” e “Mestres do Terror” serão lançadas na Gibiteca de Curitiba nesta quinta-feira (26), às 19h, com entrada franca, marcando o retorno de duas séries de terror genuinamente brasileiras.
As duas séries foram retomadas pela editora Cultura & Quadrinhos e recomeçam exatamente no ponto em que foram encerradas, em 1993, quando eram editadas pela D-Arte (“Calafrio” recomeça do número 53 e “Mestres do Terror” a partir do 63). As duas revistas trazem histórias da geração clássica que brilhou na primeira fase, como também estarão representadas gerações posteriores e novos talentos do quadrinho nacional.
A proposta das séries é a mesma iniciada por Rodolfo Zalla. “Calafrio” traz antologias de HQs de terror e “Mestres do Terror” foca nos personagens. As edições serão trimestrais e com 54 páginas. Ainda estarão nas páginas das revistas as matérias e seções que deixaram saudades no público leitor. Haverá seções de cartas, biografias na seção “Quem é Quem dos Quadrinhos?”, “Arte dos Leitores”, as capas mais belas e ainda algumas inovações que serão reveladas nas páginas da revista.
O projeto é encabeçado pelos editores Daniel Saks e Fábio Chibilski, que em acordo comercial com uma das maiores referências da HQ nacional, o mestre Rodolfo Zalla, viabilizaram o retorno dos títulos. Interessados, artistas, leitores e curiosos podem entrar em contato através do e-mail revistacalafrio@gmail.com.

Última semana para o envio de projetos do programa Circula Paraná

Os agentes culturais do Paraná que desejam receber recursos para projetos aprovados pela Lei Rouanet, com previsão de execução no primeiro semestre de 2016, têm até a próxima segunda-feira (30/11) para enviar a documentação necessária para a Secretaria de Estado da Cultura (SEEC). A seleção será feita por meio do Circula Paraná, programa que auxilia na captação de recursos, via incentivo fiscal, junto às empresas públicas ou sociedades de economia mista estaduais.
Os interessados devem encaminhar à SEEC cópia integral do projeto cultural e da planilha orçamentária enviados ao Ministério da Cultura (MinC) e cópia da portaria de aprovação do projeto. Esses projetos serão avaliados por uma comissão formada especificamente para este fim. Ao término do processo, será publicada a relação dos projetos selecionados com as informações necessárias para a obtenção do incentivo fiscal.

Prazos - Para os projetos com previsão de execução no primeiro semestre de 2016, os documentos devem ser enviados até o dia 30 de novembro de 2015. Já para os projetos com previsão de execução no segundo semestre de 2016, ou sem data definida para a realização, o prazo final para envio é o dia 31 de março de 2016.

Quem pode enviar projetos - Pessoas jurídicas ou físicas, sediadas ou domiciliadas no Paraná, que possuam projetos aprovados com fundamento no art. 18, da Lei Federal nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, voltados para a circulação de produtos culturais e a realização de mostras, festas e festivais de arte e cultura.

Avaliação - Os projetos serão avaliados por uma comissão presidida pelo Secretário de Estado da Cultura, composta por cinco representantes indicados pelas empresas incentivadoras e quatro representantes da SEEC.
Entre os aspectos analisados, será levada em consideração a descentralização do projeto, a circulação e o alcance dentro das oito macrorregiões histórico-culturais do Estado. Ao realizar a análise e avaliação dos projetos, a comissão deverá respeitar a especificidade e a finalidade de cada um, em relação aos que possuem as mesmas características, valorizando, sempre que possível, a realização de projetos que atinjam o maior número de municípios do Estado.

Mais informações: www.cultura.pr.gov.br.

Vestido de Judy Garland em "O Mágico de Oz" é leiloado por US$1,5 milhão

(Reuters) - Um vestido usado pela atriz Judy Garland no filme "O Mágico de Oz", de 1939, foi arrematado por 1,56 milhão de dólares em um leilão em Nova York, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira.
O vestido de algodão azul e branco, um dos 10 que devem ter sido feitos para Judy usar como a personagem Dorothy no filme, estava entre os principais itens do leilão da Bonham's e Turner de memorabilia de filmes clássicos de Hollywood.
Descrito como tendo manchas de suor em torno do pescoço, mas em bom estado, a estimativa era de que fosse vendido por um valor entre 800.000 dólares e 1,2 milhão de dólares.
O preço de 1,56 milhão de dólares alcançado nesta segunda-feira inclui a comissão. O comprador não foi identificado.
Um ano atrás, o traje do Leão Covarde usado pelo ator Bert Lahr no filme foi vendido por quase 3,1 milhões de dólares no leilão da Bonham's.
O item mais caro ligado a figurino de filmes é o vestido plissado "marfim" de Marilyn Monroe usado no filme "O Pecado Mora ao Lado", de 1955, vendido por 5,6 milhões de dólares em um leilão na Califórnia em 2011.

“Rodada do Vale-Cultura” acontece em Curitiba nesta quinta

Nesta quinta-feira, 26 de novembro, será realizada a “Rodada do Vale-Cultura” em Curitiba, a primeira cidade do Sul do país a acolher esta jornada de circulação pelos estados brasileiros promovendo o Programa de Cultura do Trabalhador. O evento, que estreou em Belo Horizonte, no último dia 17, e também já passou por Fortaleza, no dia 19, objetiva compartilhar informações sobre o funcionamento do programa e ampliar a adesão de empregadores, estabelecimentos recebedores e cidadãos em todas as regiões do Brasil.
A programação na capital paranaense acontece na Sala de Convenções do Centro de Eventos da FIEP/PR (Av. Comendador Franco, 1.341, Jardim Botânico), com um café da manhã com empresários e entidades de classe patronais, às 9 horas, e um café da tarde com entidades laborais, empresas de comércio de produtos e serviços culturais e espaços de cultura, às 16h30. Interessados em participar devem fazer suas inscrições pelo site http://goo.gl/forms/tK5cZ6DoIZ.
Gerido pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Sefic/MinC), o Vale-Cultura é um benefício concedido pelo empregador para os seus trabalhadores com vínculo empregatício formal, prioritariamente para aqueles que recebem até cinco salários mínimos. O valor de R$ 50,00 mensais, que é cumulativo, pode ser consumido exclusivamente em produtos e serviços culturais, em todo o território nacional, inclusive pela internet, incluindo assim a cultura na cesta básica do brasileiro. É possível comprar ingressos de teatro, cinema, museus, espetáculos, shows, circos, além de CDs, DVDs, livros, revistas e jornais, ou ainda pagar mensalidades de cursos artístico-culturais, por exemplo, numa rede de quase 40 mil recebedoras ativas em todos os estados.
O Vale-Cultura é um dos mais inovadores programas do MinC por focar no cidadão e no seu direito de fruir e criar seus próprios meios de produção, em contraponto ao foco nos profissionais da cultura”, argumenta Carlos Paiva, secretário de Fomento e Incentivo à Cultura. “Já em seu início, temos identificado o impacto na vida de milhares de famílias que não tinham acesso a práticas culturais, como ir ao teatro ou comprar livros mensalmente, e que, com o benefício, passaram a ampliar este repertório”, comenta ele.
Criado pela Lei nº 12.761 de 27 de dezembro de 2012, regulamentado pelo Decreto 8.084 de 26 de agosto de 2013, quando de fato passa a ser executado, o Vale-Cultura é o primeiro programa do MinC que vislumbra os cidadãos de forma direta. Assim, pretende-se atuar diante de uma realidade de alta exclusão de consumo cultural e qualificar a rotina cidadã dos beneficiados e suas famílias. De forma indireta, o Vale-Cultura, ao incentivar a participação das pessoas na vida cultural, estimula o crescimento e a autonomia da economia da cultura no país. “Isto cria a possibilidade de uma melhor sustentabilidade de iniciativas culturais através da relação com o público, o que as leis de incentivo e fundos de cultura de certa forma afastaram”, conclui Carlos Paiva.
O potencial do Vale-Cultura é evidente: quase 4 40 milhões de trabalhadores do Brasil ganham até cinco salários mínimos. Ao se alcançar 10% deles, o programa fará circular R$ 2,4 bilhões por ano nas cadeias produtivas da cultura, orçamento que supera em mais de R$ 1 bilhão os recursos anuais dedicados ao incentivo fiscal da Lei Rouanet. Até outubro de 2015, 1.189 empresas brasileiras já beneficiaram 449.990 trabalhadores com o Vale-Cultura, totalizando um consumo de quase R$ 197 milhões.

Programação – A “Rodada do Vale-Cultura” se inicia com um café da manhã com potenciais beneficiárias – ou seja, as empresas que podem conceder o benefício a seu quadro de colaboradores. Para este momento, são convidados empresários, estatais, contadores, profissionais de Recursos Humanos e sindicatos patronais, para conhecer o Programa de Cultura do Trabalhador, com destaque para as vantagens e ganhos para a performance das empresas, bem como as facilidades e incentivos disponíveis, além de fomentar a responsabilidade das instituições com o desenvolvimento cultural do país.
No turno vespertino, um chá da tarde acolhe potenciais recebedoras – empresas que comercializam produtos e/ou serviços culturais e que, portanto, podem receber o Vale-Cultura como forma de pagamento – e entidades de classe de representatividade laboral. Eles serão instruídos sobre os procedimentos de adesão ao programa e motivados a incluir esta pauta em suas demandas sindicais, tendo acesso às informações necessárias.
Durante todo o dia, as empresas operadoras estarão disponíveis no local – elas são aquelas autorizadas pelo MinC para produzir, comercializar e operacionalizar os cartões do Vale-Cultura. Este serviço é atualmente assumido por 17 empresas que atuam na área de benefícios pré-pagos para empregados, como ocorre com os de refeição e alimentação, por exemplo. A presença das operadoras completa a rodada, permitindo a articulação com as empresas, tanto as beneficiárias quanto as recebedoras, para negociar propostas de contratos com as conveniências mais atraentes.
Depois de Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Curitiba (PR), a última edição de 2015 da “Rodada do Vale-Cultura” será em Brasília (DF), em 17 de dezembro. Para 2016, estão previstas 12 edições em diferentes localidades, a partir de fevereiro e ao longo de todo o ano.