quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Curitiba sedia pela primeira vez a Chocolate Week da marca Callebaut


A capital paranaense foi a terceira cidade brasileira escolhida pela Callebaut, empresa fundada na Bélgica em 1911 e uma das maiores marcas de chocolates premium para chefs do mundo, para sediar a saborosa Chocolate Week. Sucesso nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro em outras duas edições, o evento acontece em Curitiba até domingo, 30 de setembro.
Na capital paranaense, a Chocolate Week contará com a participação de dez estabelecimentos e quinze endereços: Bazar Doce, Caramelodrama (Presidente Taunay e Fresh Live Market), Chokolat Chocolateria, Cookies Stories, Grué Chocolateria, Mary Ann Apple Factory, O Famoso Brigadeiro (Avenida Iguaçu, Pátio Batel e Shopping Mueller), Nougat, Rose Petenucci e Special Treat (Martin Afonso, Shopping Mueller e Shopping Curitiba). Durante o festival, eles vão oferecer sobremesas de até R$ 20,00 que terão chocolates da Callebaut como grandes estrelas das receitas. Os participantes da edição curitibana foram escolhidos pela equipe da Callebaut no Brasil e têm em comum o trabalho de excelência com chocolates especiais.
Para a Callebaut, é um grande prazer trazer o nosso evento para Curitiba, uma cidade que tem se destacado muito quando o assunto é gastronomia. A Chocolate Week já é um grande sucesso nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, e tenho certeza que o público curitibano também irá se surpreender com receitas irresistíveis e marcantes”, comenta Fernando Brull, gerente de marketing da Callebaut Brasil.

ORIGEM - A Chocolate Week foi criada no Brasil em 2016 com o intuito de chamar a atenção do público para a qualidade do chocolate que consome, assim como homenagear confeiteiros e estabelecimentos que têm se destacado no país. Há mais de 100 anos, aCallebaut elabora chocolates no coração na Bélgica. É um dos raros produtores que seleciona, torra e mói as amêndoas em uma secreta e exclusiva massa de cacau – o principal ingrediente na produção de chocolate. A marca faz parte do grupo Barry Callebaut, maior produtor de chocolate e cacau gourmet do mundo.

A 1ª Chocolate Week Curitiba será realizada entre os dias 21 e 30 de setembro, durante o horário de funcionamento dos empreendimentos participantes. Na próxima semana, o site oficial do evento estará no ar com todas as informações da primeira edição curitibana: http://callebautchocolateweek.com.br/.

Museu Paranaense prorroga exposição sobre histórias das mulheres


A exposição "As Histórias das Mulheres a Partir do Acervo do Museu Paranaense”, em cartaz no andar térreo do Museu (MP), foi prorrogada e pode ser visitada pelo público até 4 de novembro de 2018. A exibição das obras na mostra aposta no impacto da presença de mulheres e na valorização delas nas artes ao longo da história.
A mostra é resultado de uma pesquisa no acervo do MP por meio de um projeto de extensão intitulado "Cultura Material e de Gênero da Universidade Federal do Paraná" e também do grupo de trabalho "Modos de Vestir", mantido pelo museu. A exposição destaca a história das mulheres, contadas por meio do acervo do MP.
Na exposição o público vai encontrar materiais de autoria de mulheres e também obras nas quais elas são os destaques. São revistas femininas antigas, quadros, fotos e outros objetos com tais características. O estudo foi coordenado pelas professoras Renata Senna Garraffoni e Priscila Piazentini Vieira do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, e realizado por estudantes vinculados ao projeto.

O Museu Paranaense está situado na Rua Kellers, 289, São Francisco e pode ser visitado de terça a sexta-feira das 9h às 18h; sábado, domingo e feriado das 10h às 16h. Mais informações: 3304-3300 ou www.museuparanaense.pr.gov.br.

Drama “Uma Espécie de Alasca” é a atração da Caixa Cultural no fim de semana


A peça “Uma Espécie de Alasca” será apresentada na Caixa Cultural Curitiba neste final de semana. O texto de Harold Pinter (Prêmio Nobel de Literatura em 2005) conta com a direção de Gabriel Fontes Paiva, que também é responsável pela adaptação do texto. A história foi inspirada na obra literária “Despertando”, de Oliver Sacks, que teve sua primeira publicação em 1973.
O elenco é formado por três atores: Yara de Novaes, que interpreta Débora, em coma há 29 anos após contrair a doença do sono (encefalite letárgica), que acorda com a mente de 16 anos de idade; Miriam Rinaldi e Jorge Emil, que interpretam, respectivamente, sua irmã Paulinha e seu cunhado, o dedicado médico Hornby. Os dois cuidaram de Débora ao longo de todo esse tempo. “Yara, Miriam e Jorge são artistas genuínos que gostam de se aventurar em territórios ainda não explorados porque sabem que é no risco que podemos avançar mais”, comenta o diretor Gabriel Fontes Paiva.

“Despertando” - A inspiração do inglês Harold Pinter para a peça veio da leitura do livro “Despertando”, do renomado neurologista Oliver Sacks, no qual o autor apresenta casos de pessoas que, depois de ter a vida suspensa por décadas, recobram a consciência em função de testes com um novo tipo de medicamento, descoberto na década de 1960. Pinter compreendeu aqueles pacientes até mais do que seus próprios médicos, segundo muitos deles observaram depois de assistir à primeira montagem do texto em Londres.
Por motivos explicados apenas pela espiritualidade ou sensibilidade de um gênio, o dramaturgo não precisou conversar com Sacks, nem visitar o hospital onde os doentes ficavam para entender a fundo sua alma. Isso mostra como o teatro pode mergulhar no inconsciente, resgatando de lá, sem juízo de valor, nossa mais sincera humanidade”, comenta o diretor, que assina também a adaptação. “O que me capturou nesse texto foi o quanto ele é profundo para tratar questões existenciais, utilizando como ponto de partida um caso real”.
O autor do livro, o neurologista Oliver Sacks, que faleceu em agosto de 2015, tornou-se notícia mundial em fevereiro daquele mesmo ano ao anunciar, em um artigo no jornal The New York Times, que não possuía muito tempo de vida em função do estágio avançado de um câncer. Ao invés de se lamentar ou relembrar com nostalgia sua genial trajetória, disse que se sentia agradecido pela oportunidade de se despedir da vida. “Nos últimos dias, tenho sido capaz de ver a minha vida a partir de uma grande altitude, como uma espécie de paisagem”.
O entendimento raro da existência foi conquistado por uma vida dedicada ao estudo neurológico do ser humano. Sacks, que conseguiu transformar casos médicos em best sellers por meio de um talento nato para escrita, trouxe notoriedade a questões prioritariamente de interesse médico. “Despertando” – obra que também inspirou a premiada montagem cinematográfica “Tempo de Despertar” – permitiu um novo e profundo olhar sobre as questões existenciais. Isto ocorreu em tamanha proporção que gerou no dramaturgo Harold Pinter a vontade de escrever uma peça inspirada em outra obra. “Um dia acordei com a sensação estranha de estar em um lugar e tempo distintos, lembrei do livro de Oliver Sacks, que tinha lido há quase uma década, e escrevi ‘Uma Espécie de Alasca’”, afirmou Pinter.

Um ambiente para o coletivo - Outro aspecto que chama a atenção nessa montagem é a reunião inusitada de grandes artistas. Alguns deles experimentando novas funções, outros pela primeira vez no teatro. O que não é o caso dos três atores: veteranos, reconhecidos e premiados, possuem o desafio de interpretar personagens complexos como alguém que dormiu por quase 30 anos, um médico que dedicou a vida inteira para descobrir a cura de uma doença e uma mulher que abriu mão da própria vida para cuidar da irmã. “Yara, Miriam e Jorge são artistas genuínos que gostam de se aventurar em territórios ainda não explorados porque sabem que é no risco que podemos avançar mais”, comenta o diretor.
Luiz Duva, um dos principais representantes brasileiros de vídeo-arte, performance e novas mídias, é o responsável pela concepção de vídeo da peça. Luísa Maita, um dos representativos nomes da nova MPB, teve sua primeira inserção em trilha sonora no comentado filme “Boyhood”. Maita possui grande reconhecimento nos EUA, com direito a apresentações esgotadas no Lincoln Center de Nova York e primeiro lugar de vendas no iTunes na categoria World Music. Quem assina com ela a trilha sonora é Jam da Silva, outro músico premiado, e também reconhecido internacionalmente. A troca de papéis fica por conta da renomada atriz Débora Falabella, que criou o figurino do espetáculo. “São pessoas com quem tenho muita afinidade artística, com as quais trabalho há anos em projetos artísticos. A Débora, por exemplo, sempre contribuiu muito em figurinos em nossa companhia, a Grupo 3 de Teatro, e já estava pronta para assinar sozinha uma montagem”, comenta Gabriel que também assina a iluminação do espetáculo junto com André Prado.

Indicadas para maiores de 12 anos, as encenações de “Uma Espécie de Alasca” acontecem sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h. A apresentação de sexta-feira, dia 28, contará com tradução em Libras. Os ingressos custam R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia, conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito Caixa). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura. Mais informações: 2118-5111.

Paiol Musical apresenta show e bate-papo com Thais Morell


O Paiol Musical apresenta mais uma grande atração nesta sexta-feira e sábado, nos dias 28 e 29 de setembro, às 20h. A cantora Thais Morell, depois de passar dez anos fora do Brasil, e trocar experiências musicais em mais de 50 cidades, se apresenta no Teatro do Paiol e também participa de um bate-papo gratuito no Conservatório de MPB de Curitiba, na quinta-feira (27), às 19h.
Thaïs estará muito bem acompanhada com os músicos Luis Rolim (bateria), Érica Silva (baixo elétrico e back-vocal), Victor Gabriel Castro (sax/flauta) e Melina Mulazani (back-vocal e percussão).
Com um show, ao mesmo tempo intenso e delicado, Thaïs mistura a MPB com uma diversidade de vertentes do Jazz e da World-Music, conquistando os mais variados públicos. Destaca-se pelo domínio que tem ao violão e desempenha com desenvoltura as funções de cantora, violonista e compositora.
O repertório é composto de canções autorais como “Vestida de Kentê”, "Cancioneira", "Agora ou Jamais" entre outras músicas presentes em nas suas plataformas digitais: youtube e spotify. Também é possível encontrar a discografia completa da artista, que conta com os discos “Cancioneira” (Sedajazz Records) e “Amaralina” (Sedajazz Records).

Bate-papo - Com o tema “Trabalhando com Música Brasileira no Exterior”, a cantora Thais Morell explica sua experiência fora do país nos últimos dez anos, desde a produção de seus discos até as barreiras vencidas pelas mulheres musicistas produtoras.

Os ingressos para a apresentação de Thaïs Morell no Paiol custam R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia).

Curitiba está cotada para sediar novamente o UFC em 2019


O vice-presidente do Ultimate Fighting Championship (UFC), David Shaw, afirmou, no último sábado (22), em São Paulo, que está quase certo que Curitiba voltará a ser sede do evento esportivo em 2019. “A possibilidade é grande de voltarmos a Curitiba. Foi um sucesso o último evento por lá e a tendência é fazermos um evento lá novamente”, revelou o dirigente da competição de Mixed Martial Arts (MMA).
No próximo ano, estão programados três UFCs no Brasil e, se confirmado, o da capital seria o primeiro deles.
A primeira edição do UFC em Curitiba aconteceu em maio de 2016 e registrou o maior público da história da Arena da Baixada, com 45.207 pessoas. Na ocasião, diversos atletas de nome do MMA mundial participaram do card, como Maurício Shogun, Cris Cyborg, Fabrício Werdum e Rogério Minotouro.
Neste ano, o evento ocorreu em São Paulo e o Ginásio do Ibirapuera ficou lotado, no fim de semana passado, para acompanhar o exército de brasileiros, que corresponderam e fizeram bonito no último evento de MMA da temporada no país.

Injeção de recursos - A presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, afirma que será muito importante o retorno do UFC para Curitiba. "O turista que vem para o evento nos interessa muito porque movimenta consideravelmente a economia da cidade", salientou.
De acordo com ela, um estudo realizado em 2016 mostrou que praticamente metade do público de 45 mil pessoas que foi à Arena da Baixada era de fora da cidade (43%) e injetou R$ 45,2 milhões na economia da cidade sem praticamente nenhum gasto do poder público.
Estamos com diversos projetos para grandes eventos em Curitiba e a nossa visão é muito positiva com a possibilidade de o evento chegar novamente ao município”, completou Tatiana. Do total de R$ 45,2 milhões injetados na economia local, R$ 22,2 milhões foram gastos diretamente pelos fãs de MMA em hospedagem, alimentação, transporte e compras.

Já o impacto indireto na economia – com fornecedores de hotéis e restaurantes, por exemplo – foi de R$ 22,9 milhões. 

Museu Oscar Niemeyer inaugura mostra e promove ações ao público durante a semana


O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza nesta semana, de 26 a 30 de setembro, programação especial voltada ao público de todas as idades.

Quarta gratuita - Na quarta gratuita, dia 26, acontece mais uma edição do MON para Educadores com a artista visual Uiara Bartira, que irá propor a oficina teórico/ prática “...Do zero ao infinito...”,  das 9h30h às 11h30 e das 14h às 16h.
Para o público geral ocorre a oficina "Caderninho de Artista”, com técnicas de recorte colagem e desenho, das 11h às 17h, e, às 16h30, mediação na exposição "Luz≈Matéria"; ambas as atividades são com a equipe do Educativo do MON.

Quinta - Dia 27, quinta, às 19 horas, abre a mostra sobre o fotógrafo francês Pierre Verger (1902-1996), que transformou seu trabalho em um grande panorama dos cinco continentes, incluindo o Brasil, onde realizou uma profunda pesquisa.
Fotógrafo, etnólogo e antropólogo, Verger viveu parte da sua vida na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, inclusive com uma produção escrita significativa sobre esta cultura.
Com curadoria de Alex Baradel e Marcelo Guarnieri, a exposição conta com aproximadamente 150 imagens, e está dividida por núcleos que compreendem distintos momentos do seu trabalho, onde o público pode perceber toda a extensão historiográfica e fotográfica da obra de Verger pelo mundo.

Sexta - De 28 a 30, a artista Eliane Prolik apresenta a instalação “Seranum”, constituída por um conjunto de objetos (cerca de 30 unidades). A instalação ficará iluminada dia e noit durante três dias no chão de vidro (vão-livre).

Domingo com programação especial - No domingo, dia 30, das 11h às 17h, acontecerá a oficina: "Mural Coletivo", com técnicas de pintura com tinta guache. Também ocorrerá mediação na mostra "Luz≈Matéria", às 16h30.

MON para Educadores - O programa MON para Educadores realiza encontros mensais, com um artista, ou pesquisador convidado, que propõe uma apresentação ou mediação, seguida de prática artística, destinados especialmente a educadores e professores de artes do ensino público e privado, alunos de licenciatura em artes e outros profissionais da área de mediação cultural. Os encontros são gratuitos e ocorrem nas últimas quartas-feiras de cada mês, coincidindo com o dia da semana em que o MON oferece passe livre a todos os seus visitantes. Para se inscrever os interessados devem entrar em contato pelos telefones – 3350 4468 / 3350 4497 ou por e-mail agendamento@mon.org.br

Uiara Bartira - Nasceu em Curitiba em 27 de março de 1949. Em 1977, formou-se em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Em 1982, concluiu uma especialização em gravura de metal e desenho na The Art Students League e outra em fotogravura no Bob Blackburn Workshop, em Nova Iorque. Implanta e dirige o Museu da Gravura na capital paranaense entre 1989 e 1992. Em sua trajetória artística, participou de diversas exposições individuais e coletivas e como professora se dedicou a diferentes cursos de teoria e práticas artísticas.

Mostra Luz≈Matéria - Apresenta uma seleção de obras do acervo do MON, buscando aquelas que têm como ponto comum a luz de um lado e, de outro, a materialidade. Embora aparentemente divergentes, diametralmente opostos, até, convém lembrar que, para a física, estão muito mais próximos do que se pensa. São cerca de 200 obras, de artistas como Claudio Alvarez, Alfredo Andersen, José Bechara, Maureen Bisilliat, Martin Chambi, Flavio Damm, Theodoro de Bona, Alberto Guignard, Julio Le Parc, Abraham Palatnik, Vik Muniz, Daniel Senise, entre outros.

O horário é das 10h às 18h, com acesso até 17h30. Na terça e domingo o ingresso custa R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). Nas quartas a entrada é franca. Maiores de 60 anos e menores de 12 têm entrada gratuita todos os dias de funcionamento (terça a domingo). Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br.

Paróquia do bairro Campo de Santana recebe Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba


Mais uma edição do projeto “Concerto nas Igrejas” da Camerata Antiqua de Curitiba acontece nesta quinta-feira (27), às 20h, na Paróquia Sant’Ana. Nesta apresentação, obras clássicas de vários períodos serão executadas pela Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, grupo da Camerata, e direção musical de Francisco Freitas. O concerto é aberto ao público e faz parte de uma série de apresentações em igrejas que o grupo realiza ao longo da temporada.
Em 2018, o trabalho social da Camerata Antiqua de Curitiba se intensificou com o aumento no número de concertos nas igrejas – um por mês, num total de 10 apresentações no ano. O repertório preparado para a Paróquia Sant’Ana reflete a característica e a proposta musical do projeto, sendo um apanhado histórico das obras clássicas de compositores estrangeiros e brasileiros, representativos em sua época, como Johann Sebastian Bach, George Friedrich Händel, Heitor Villa-Lobos, Antônio Carlos Gomes, Mozart Camargo Guarnieri e Edmundo Villani-Côrtes.

Concerto nas Igrejas - O projeto Concerto das Igrejas foi idealizado pela Camerata Antiqua de Curitiba como parte de suas atividades de relacionamento com a comunidade desde o ano de 2002. Até agora foram centenas de concertos nos bairros, atingindo milhares de pessoas. A Camerata visitou com seus concertos as mais diversas denominações religiosas – igrejas Católica, Batista, Metodista, Menonita, Igreja Messiânica Mundial, Terreiro de Umbanda do Pai Maneco, entre outras.

A Paróquia Sant’Ana está situada na Estrada Delegado Bruno de Almeida, 2565, Campo de Santana.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Grupo Mandala Folk apresenta temas medievais e da tradição irlandesa no projeto Música na BPP


Temas medievais e canções tradicionais irlandesas formam o repertório do grupo Mandala Folk, atração desta sexta-feira (28) no projeto Música na Biblioteca. A partir das 17h30, no hall térreo da BPP, o quinteto apresenta uma série de releituras no estilo neofolk - marcado pela combinação de instrumentos típicos e modernos e por uma abordagem que passa pelo jazz e o rock. A entrada é gratuita.
Um dos destaques dos shows do Mandala Folk é a viela de roda (ou hurdy-grudy), instrumento de corda medieval tocado com uma manivela pelo músico Mateus Sokolowski - também responsável por banjo, bandolim e bouzouki (este último da família do alaúde). Mestre em História pela UFPR, Sokolowski também é pesquisador e ministra oficinas e palestras sobre música antiga. Thomas Ozatski (violão, voz), Mateus Hoffman Favreto (baixo, voz), Guilherme Harder (bateria, voz), Pedro Rezende (flautas, voz) completam a formação do grupo, na ativa desde 2014.

Música na BPP - Criado em 2012, o projeto tem o objetivo de colocar artistas locais de todos os estilos em contato direto com o público. Os shows são gratuitos e acontecem mensalmente no hall térreo da BPP - por onde passam, todos os dias, 2 mil pessoas. Os músicos podem enviar propostas para a Divisão de Difusão Cultural da Biblioteca, pelo e-mail imprensa@bpp.pr.gov.br.
Mais informações: 3221-4911.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Sessão Sabedoria de setembro exibe o filme “Maria Madalena”


Nesta sexta-feira (28), o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) promove mais uma edição da Sessão Sabedoria, com a exibição do filme "Maria Madalena" (2018), do diretor australiano Garth Davis. A sessão acontece no miniauditório do museu a partir das 15h e a entrada é gratuita. A classificação indicativa é 12 anos.
O longa-metragem conta a trajetória de uma das personagens mais enigmáticas da Bíblia: Maria Madalena, interpretada pela atriz Rooney Mara. A jovem, em busca de uma forma de vida diferente da imposta pela hierarquia e sociedade da época, deixa para trás sua família tradicional e a vila de pescadores onde vivia para se juntar a um novo movimento social liderado por Jesus de Nazaré (Joaquin Phoenix).

Sessão Sabedoria - A ideia do projeto, voltado para a terceira idade e aberto a toda a comunidade, é exibir e criar discussões a partir de filmes que abordam temas considerados relevantes para toda a sociedade. Ao final da sessão é realizado um bate-papo incentivando o público a se manifestar em relação à obra ou aos temas apresentados, fazendo uso das experiências pessoais de cada um.

Orquestra Sinfônica do Paraná apresenta filme-concerto com obra de Chaplin


A arte e genialidade do cinema mudo feito por Charlie Chaplin com a musicalidade do mais tradicional grupo de música erudita do Paraná dão forma ao “Chaplin - City Lights”, filme-concerto com a Orquestra Sinfônica do Paraná – Série de Apresentações Extravagantes. A apresentação, com regência do maestro Stefan Geiger, acontece nesta quarta-feira (26), no grande auditório do Teatro Positivo. A atração faz parte das comemorações de 10 anos do Teatro e inicia um calendário anual de atrações voltadas à música clássica e erudita, patrocinado pelo Grupo Positivo.
O programa contempla a trilha sonora do filme “Luzes da Cidade” (City Lights), que será executada ao vivo pela Orquestra Sinfônica do Paraná, acompanhando a projeção do filme no palco. O espetáculo conta com a condução do maestro alemão Stefan Geiger – titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, corpo estável do Centro Cultural Teatro Guaíra, além de idealizador do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP).
“Luzes da Cidade” é uma comédia romântica americana, produzida em 1931, estrelada, escrita e dirigida por Charles Chaplin, que conta a história de um infeliz, mas complacente andarilho que se apaixona por uma jovem florista cega nas ruas da cidade. A película representa o auge da versatilidade do artista em um período crítico de sua carreira, quando o cinema mudo dava lugar à inserção sonora. Assim, o filme ganhou um dramático acompanhamento musical e efeitos sonoros pontuais. O próprio Chaplin foi responsável pela composição da trilha sonora.
Muita gente não sabe que além de ator, ele também produzia, dirigia e compunha as músicas de seus filmes. Mesmo sem saber escrever música, Chaplin narrava para compositores aquilo que queria ouvir e só aceitava quando estivesse exatamente do jeito que ele havia imaginado”, declara o maestro Stefan Geiger.
O “Chaplin - City Lights”, filme-concerto com a Orquestra Sinfônica do Paraná – Série de Apresentações Extravagantes é uma realização do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná – IAOSP, em parceria com o Palco Paraná, Centro Cultural Teatro Guaíra, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio do Grupo Positivo e apoio da Andersen Ballão Advocacia. Tudo está sendo produzido em conformidade com o “The Chaplin Office” e suas respectivas associações de direitos de imagem e reprodução das obras (França, Itália e Estados Unidos estão envolvidos nas negociações). Os ingressos a preços populares de R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia) podem ser adquiridos pelo DiskIngressos.

Sobre o IAOSP - O Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná foi criado em novembro de 2016, por iniciativa do maestro Stefan Geiger e de entusiastas apoiadores da arte e da cultura paranaense. Entre eles estão o seu presidente, o advogado Wilson José Andersen Ballão, e seus diretores, o produtor cultural Samuel Lago e a gerente do Goethe-Institut Curitiba, Claudia Römmelt.
“Chaplin - City Lights”, filme-concerto com a Orquestra Sinfônica do Paraná – Série de Apresentações Extravagantes marca a atuação desta associação civil sem fins lucrativos que trabalha em prol da Orquestra Sinfônica do Paraná e da música clássica paranaense, com o objetivo de viabilizar projetos e atividades em parceria com instituições, públicas e privadas, comprometidas com a valorização e fomento da música erudita.

Estatuetas do Globo de Ouro e relógio de Robin Williams serão colocados em leilão


LOS ANGELES  - Quatro estatuetas da premiação do Globo de Ouro conquistadas por Robin Williams serão colocadas em leilão no mês que vem, junto à coleção de relógios, brinquedos, arte e itens cinematográficos do falecido ator.
Uma adaga que o comediante usou no set de “Hook - A Volta do Capitão Gancho”, de 1991, e a camiseta a pilhas que o ator vestiu para uma performance de “Blame Canada” na premiação do Oscar de 2000 também estão incluídas na venda da Sotheby’s em 4 de outubro em Nova York.
Estamos incrivelmente animados com o relógio que Robin Williams usou durante ‘Sociedade dos Poetas Mortos’”, disse Nina Del Rio, vice-presidente da Sotheby’s, à Reuters TV em uma exposição pública antes da venda.
O relógio Hamilton banhado a ouro, com gravações na parte de trás após filmagens em 1988, tem estimativa de arrecadação de até 2 mil dólares.
Os itens, incluindo obras dos artistas modernos Banksy e Shephard Fairey, foram colecionados por Williams e sua segunda esposa, Marsha Garces Williams, durante 20 anos. Williams se suicidou em 2014, aos 63 anos.
O leilão inclui as estatuetas do Globo de Ouro que o ator recebeu por “Bom Dia, Vietnã” (com estimativa de 15 mil a 20 mil dólares), “Uma Babá Quase Perfeita”, “Mork & Mindy” e “O Pescador de Ilusões”.
A Sotheby’s espera que a coleção de 300 itens arrecade até 3 milhões de dólares. Uma parte da quantia irá para organizações que o casal apoiava, incluindo Human Rights Watch e o projeto Wounded Warrior.
Nós esperamos e torcemos que muitos fãs de Robin Williams participem desta venda. Há realmente preço para todos”, disse Del Rio. (Reuters)

Priscila Prado participa do projeto Aventuras Literárias e lança livro na BPP


A Biblioteca Pública do Paraná realiza nesta terça-feira (25) mais uma edição do projeto Aventuras Literárias. O evento acontece no auditório, às 14h30, quando a escritora Priscila Prado compartilha suas experiências de leitura e escrita com o público infantojuvenil. Na sequência, a autora autografa seu recente livro de poemas, “Encontros Desconcertantes”. A entrada é gratuita.
A obra traz 105 poemas ilustrados, acompanhados de fotos feitas pela própria Priscila, abordando a problemática do homem perante o mundo e seus semelhantes. É com humor que a autora trabalha as reflexões presentes nos poemas, ora nos próprios versos, ora na ironia da foto que com eles dialoga.

A autora - Escritora e advogada, Priscila Prado é também autora de “Alas, Pétalas e Labaredas” (2016), “No Olho do Paradoxo” (2015), “Preguiça, Coragem e Outros Bichos” (2012) e “A Qualquer Momento Agora” (2005).

Mais informações: 3221-4980.

Monja Coen e Leandro Karnal realizam palestra nesta sexta e sábado em Curitiba


Em tempos de crise, preconceito e intolerância, como transformar o ódio e construir uma cultura de paz? Pensando neste tema, é que Curitiba recebe neste fim de semana Leandro Karnal e Monja Coen para duas sessões da palestra “O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz”. O evento é baseado no livro que leva o mesmo título, lançado pela editora Papirus recentemente, pelos dois autores. Nesta sexta (28), a palestra será às 19h45 no Teatro Positivo e, no sábado (29), será às 9h45 no Teatro Ópera de Arame. Os ingressos já estão à venda no Alô Ingressos e custam a partir de R$ 93,00.
Na palestra o historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil vão fazer o público refletir em torno das relações humanas, o diálogo e a tolerância diante da diversidade de pessoas, de opiniões e de culturas. Também vão falar da intolerância, que suscita sentimentos ruins e atos violentos, e de como transformar a cultura de violência disseminada pelo planeta em cultura de paz, convidando a pensar o que é necessário para alcançar uma sociedade menos agressiva e mais acolhedora.
Atos de violência, escravidão, massacres e assassinatos sempre foram frequentes em todos os períodos da história. “A diferença, hoje, talvez esteja em duas novidades. A primeira é que temos mais informações sobre eles. E a segunda é que existe hoje também, por uma série de fatores, no Ocidente em particular, uma exacerbação do ‘eu’, da sua autoestima e da ideia de que ‘se eu penso assim, isso é o correto’”, aponta Karnal.
Para a Monja Coen, a mídia precisa, sim, “alertar contra os malfeitos e os erros de compreensão humana, alertar contra os preconceitos e as discriminações, alertar contra as várias formas de violência. Mas é preciso também dar visibilidade ao que é benéfico, aos bons exemplos a serem seguidos”.
A proposta para uma cultura de paz remete a “uma revolução muito grande, uma grande transformação individual e social. Porque é necessário modificar todo um sistema educacional, dentro de escolas, universidades, as famílias...”, explica a Monja. “Quando condenamos o hábito alimentar de alguém, o tipo de roupa que ele veste ou a ausência de trajes, estamos falando de algo que incomoda mais a nós mesmos do que qualquer outra coisa, e muito menos sobre o outro, sobre o bem ou sobre a caridade e assim por diante”, acredita o historiador.


Noite musical inédita em Curitiba terá canções sobre os ciclos do amor


O amor é um assunto recorrente no universo musical. Não é pra menos: o tema é universal e todas as fases do amor já inspiraram compositores mundo afora. E a cantora Badi Campelli fez uma curadoria pessoal de músicas que narram os “Ciclos do Amor”, nome da noite musical na qual receberá o público e músicos convidados. Vai ser nesta terça-feira (25), no Espaço 810, às 20h.
No repertório estão canções de compositores curitibanos como Leo Fressato e Bernardo Bravo. O público também ouvirá clássicos de Adriana Calcanhoto, Marisa Monte e até do Olodum.

Os músicos - A banda é formada pelos músicos Thiago Menegassi, Gilson Fukushima e Mauro Castilhos. A noite musical terá as participações especiais de Leo Fressato, Diego Kovalski e Paola Pagnosi.
Os ingressos estão à venda pela internet antecipadamente por R$ 15,00. Na hora custará R$ 20,00. O Espaço 810 é uma galpão alternativo que tem recebido eventos culturais na Rua Itupava, 810.

Curitiba recebe sessão especial do filme “Ferrugem” com bate-papo com a equipe


Nesta quarta-feira (26), a partir das 15h20, o Cineplex Batel vai sediar uma sessão especial do filme paranaense "Ferrugem", dirigido pelo cineasta Aly Muritiba, premiado no Festival de Cinema de Gramado 2018 com os Kikitos de Melhor Filme, Melhor Roteiro (Aly Muritiba e Jessica Candal) e Melhor Desenho de Som (Alexandre Rogoski). Na sequência, a roteirista Jessica Candal e o editor de som e mixador Alexandre Rogoski, membros da equipe responsável pela obra, se reúnem no Centro Europeu (Rua Benjamin Lins, 999, Batel), a partir das 17h15, para um bate-papo gratuito.
O filme de Aly Muritiba conta a história da jovem Tati (Tiffanny Dopke), que assim como a maioria dos adolescentes, ama compartilhar sua vida nas redes sociais e registrar todos os momentos. Porém, após perder o inseparável celular, ela se vê vítima da criminosa divulgação de seus registros íntimos no grupo de WhatsApp da turma do colégio, o que gera terríveis consequências.
Os ingressos para a sessão especial do filme podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, que fica no Shopping Novo Batel, pelo preço de R$ 15,00 e R$ 7,50 (meia). Já a entrada para o bate-papo com Jessica Candal e Alexandre Rogoski na sede do Centro Europeu será gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição.

Convidados - Jessica Candal é Bacharel em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas-metragens “Ainda Ontem”, “Bárbara na Cidade”, “Teia e O Espelho de AnA”. Na área de curadoria, atuou como criadora e curadora do “Reflexos de AnA – Mostra de Documentários de Mulheres” e colaborou com o “Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba”, "FICBIC – Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba" e o festival "COLORS: Cinema+diversidade". Atuando como roteirista, escreveu os longas “Barba Ensopada de Sangue” e “Ferrugem”, em parceria com Aly Muritiba, e “Tão Longe do Centro da Terra”, em parceria com Aarón Fernández. Em 2014, “Horizonte”, seu primeiro roteiro de longa-metragem, venceu o Concurso de Pitchings do Olhar de Cinema e em 2017 participou do Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting.
Alexandre Rogoski é editor de som e mixador de cinema, bacharel em Produção Sonora pela UFPR e especialista em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR. Em 2002, fundou a Off-Beat Audio, estúdio de áudio especializado em pós-produção de som para filmes. Coordenou a pós-produção de som de mais de 20 longas-metragens, entre eles "Ferrugem", "Para a minha amada morta", "Leste Oeste", "Circular", "A Gente", "Morgue Story" e "Nervo Craniano Zero", além de mais de sessenta curtas-metragens.

Mais informações: www.centroeuropeu.com.br.

Mercado Municipal ganha nova pintura e terá boulevard gastronômico


O Mercado Municipal está passando por uma remodelação externa, com nova pintura e a transformação dos corredores de passagem, junto à calçada da Rua General Carneiro, em um amplo boulevard, com cafés e restaurantes para maior convivência dos clientes. As obras de revitalização do espaço da Prefeitura estão sendo custeadas pela Associação dos Comerciantes Estabelecidos no Mercado Municipal de Curitiba (Ascesme) e deverão ser finalizadas na segunda quinzena de outubro.
De acordo com o secretário municipal do Abastecimento, Luiz Gusi, a renovação da fachada do Mercado Municipal é uma antiga reivindicação dos comerciantes do espaço. “Há mais de dez anos, os permissionários pedem e eles mesmo se comprometeram a custear toda a obra”, salienta ele.
A Ascesme investe R$ 400 mil na remodelação e pintura da área externa do tradicional espaço. O projeto é do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) feito em conjunto com a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Smab).
A obra de revitalização da General Carneiro trará um impacto positivo e a nova cor amarela da fachada condiz mais com o que hoje representa o Mercado Municipal, que completou em agosto 60 anos”, afirma Mario Shiguemitu Yamasaki, presidente da Ascesme. “Nós recebemos visitantes de todo o Brasil. O mercado é um ponto turístico e a revitalização vai aumentar a visibilidade e circulação do espaço”, acredita ele.
Yamasaki avalia também que a revitalização deverá melhorar a estrutura e a segurança do Mercado Municipal. “Em abril deste ano, ocorreu um arrombamento na entrada da Rua General Carneiro, com furto de nove lojas. Os prejuízos chegaram a R$ 20 mil para os comerciantes”, conta o presidente da Ascesme.
As obras de remodelação da fachada da Rua General Carneiro estão sendo realizadas à noite para não atrapalhar o movimento comercial e nem colocar em risco a segurança dos clientes. Para que o setor do Mercado Municipal seja transformado em um amplo boulevard, estão sendo instalados brises basculantes sob os arcos da fachada da General Carneiro, que servirão de quebras-sol durante o dia possibilitando a retirada dos toldos existentes nas lojas da ala lateral do mercado. Quando fechados, os brises garantirão mais segurança ao espaço.

Revitalização da região - O secretário municipal de Agricultura e Abastecimento explica ainda que a renovação externa do Mercado Municipal se integra a um conjunto de ações da Prefeitura planejadas para revitalizar toda a região e melhorar as condições de vida da população. “A reabertura do Restaurante Popular do Capanema, em janeiro, deu início a esta grande transformação no entorno. Também estamos criando, em parceria com a Ascesme, um banco de alimentos do Mercado Municipal, que irá destinar hortifrutigranjeiros que deixam de ser comercializados, diariamente, para os programas sociais mantidos pela FAS (Fundação de Ação Social) e destinados as pessoas em situação de rua”, destaca ele.
A presidente da FAS, Elenice Malzoni, observa que a Prefeitura realiza periodicamente uma ação integrada de vários órgãos para sensibilizar os moradores em situação de risco da região do Mercado Municipal sobre a importância de participarem dos programas e serviços ofertados pelo município para essa população. Ela conta que, diariamente, equipes da Prefeitura percorrem a região para fazer abordagem social junto às pessoas em vulnerabilidade.
As equipes, baseadas na unidade de Resgate e Cidadania junto ao Restaurante Popular do Capanema, percorrem todos os dias a região, fazem o cadastramento, oferecem acolhimento e outros encaminhamentos, inclusive para tratamento de saúde, emissão de documentos pessoais,  capacitação profissional e até para vagas de emprego”, enumera Elenice.  
Ela frisa, no entanto, que este trabalho não é apenas durante as obras no Mercado Municipal. “É uma ação contínua que a FAS desenvolve em prol dessa população, buscando vincular essas pessoas aos serviços gratuitos oferecidos pelo município”, reforça.
Elenice recorda ainda que, no mês passado, a Prefeitura realizou um grande mutirão de atendimento às pessoas em situação de risco, na própria Rua General Carneiro, que reuniu as equipes da FAS e das secretarias municipais de Saúde (com a unidade móvel Consultório na Rua) e do Meio Ambiente (com a Rede de Proteção Animal). “Apenas, naquele dia, foram atendidas 43 pessoas”, afirmou a presidente da FAS. Estima-se que cerca de 160 pessoas em situação de risco pernoitam junto ao Mercado Municipal.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Museu Paranaense fará série de atividades para comemorar seus 142 anos


Neste domingo (23), o Museu Paranaense (MP), terceiro museu mais antigo do Brasil, comemora 142 anos. Com um acervo que conta com mais 400 mil itens catalogados, o museu é referência em arqueologia e antropologia, e por isso, muito procurado por pesquisadores. E para celebrar seu aniversário, o MP promove uma série de atividades durante a programação da 12ª Primavera dos Museus, algumas delas inusitadas: no dia 23, das 10h ao 12h, acontece a comemoração dos 142 anos quando funcionários e estagiários caracterizados com roupas de época apresentam ao público as exposições do museu por meio de uma visita mediada especial.

Acervo - O acervo do Museu Paranaense guarda exemplares importantes da história brasileira, em especial, da história paranaense. São objetos de uso pessoal, mobiliário, armas, uniformes, documentos, mapas, fotos, filmes, equipamentos de diversas espécies, moedas, medalhas, pinturas e esculturas, além de grande acervo arqueológico e antropológico.Desde 1979, o MP incorporou três grandes acervos. O primeiro foi o de Vladimir Kozák, naturalista tcheco, que viveu em Curitiba entre 1928 e 1979. O acervo que conta com pinturas, fotos e demais objetos retrata os índios do Paraná e do Brasil. Parte deste acervo, desde 2017, passou a integrar o Programa Memória do Mundo da UNESCO - Brasil.
O segundo acervo veio do Banco do Estado do Paraná. Após a privatização do Banestado, o museu do banco foi desativado e os objetos doados ao MP. O terceiro acervo foi adquirido em 2004 pelo Governo do Paraná e pertencente ao extinto Museu Coronel David Carneiro, com mais de 5.000 itens, entre peças de mobiliário, obras de arte indumentária e armaria, com ênfase na história dos conflitos militares ocorridos no Paraná.
Um dos destaques do museu hoje é o Gufan, uma representação de um índio Proto-Jê, de mais de 2 mil anos, encontrado em 1954, num sitio arqueológico em Prudentópolis. Com a utilização da tecnologia, foi possível retratar como era o nativo e o visitante pode “conhecê-lo” por meio de uma projeção em 3D.O acervo do Museu Paranaense é exposto ao público, em mostras abertas e gratuitas, nas salas de exposições temporárias e de longa duração.Em 2018, foram 21 exposições em cartaz, que receberam até julho, mais de 36 mil visitantes.

Linha do tempo - Idealizado por Agostinho Ermelino de Leão e José Candido Murici, o Museu Paranaense foi inaugurado no dia 25 de setembro de 1876, no Largo da Fonte, hoje Praça Zacarias, em Curitiba. Em 1882, foi incorporado ao Estado e passou a receber contínuas doações. Passa a ser um centro de instrução e pesquisa, o que acabou tornando-o referência e atraindo missões científicas para o estado. Desde que foi inaugurado, o MP já esteve em seis sedes. Até que, em 2002, depois de uma grande reforma no Palácio São Francisco, o Museu mudou-se para lá. A sede foi estruturada para a realização de projetos e atividades culturais, e conta com laboratório, biblioteca, auditório, além das salas de exposição.  Destaque para o Pavilhão da História do Paraná que faz a “linha do tempo” desde a pré-história, 8000 anos antes da época atual, até o início do século XX, com a integração dos imigrantes ao nosso Estado.
No início do ano, o MP passou por reforma do anexo. Com a obra, todos os vidros foram substituídos por versões mais adequadas, o que evita a absorção de calor. O desenho original foi mantido. Foram feitas também obras de melhorias na acessibilidade, como construção de rampas, corrimão, instalação de piso podotátil, além de reformas nos banheiros, elevadores e sistema de ar condicionado. Houve também a troca de piso que era inflamável, sinalização de todo o espaço e adequação de todas as exigências de segurança. Foram investidos 222 mil reais e a obra foi entregue em abril de 2018.


AVEduo apresenta músicas de bolero com o show “Inolvidable”, no Paiol


Comemorando quinze anos de carreira, o AVEduo apresenta uma seleção especial de músicas da rra de ouro do bolero. O show “Inolvidable” que acontecerá no domingo (23), às 19h, no Teatro do Paiol, conta com a participação do pianista paranaense Fábio Cardoso e do percussionista Luciano Madalozzo. 
Os ingressos custam R$ 30,00 e R$ 15 (meia). Para o repertório foram selecionadas canções com histórias para contar e cantar, como ‘Dos Gardenias’, ‘Solamente una Vez’ e ‘Sabor a Mí’. Os tangos argentinos ‘Caminito’, ‘Sur’ e ‘Cambalache’, entre outros grandes clássicos também compõem o show.

Grupo - Formado pela cantora e compositora paranaense Andréa Bernardini e pela cantora argentina Viviana Mena, o grupo AVEduo foi formado em 2003. O Teatro do Paiol, sempre foi um local importante para o duo.
Diferentes modalidades de shows e espetáculos musicais do grupo foram estreados no espaço, como: “Essência Elis” (2009), “AVE, Mujeres!” (2011), “Mujeres Latinas” (2011) e o “Tributo a Mercedes Sosa”.

Músicas e danças revivem o período barroco na Capela Santa Maria


Músicas e danças francesas do período barroco vão levar a Capela Santa Maria para o século XVII nesta sexta-feira (21, às 20h) e sábado (22, às 18h30). A Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, com a direção musical de Fernando Cordella, executa o Programa “Le Roi Danse” com composições feitas para a corte dos Reis Luís XIII e Luís XIV. Os ingressos custam R$ 30,00 e R$ 15,00.
Completa o concerto danças originais da época, com coreografia elaborada pela paulista especialista em dança barroca, Raquel Aranha. “Para chegar até aqui teve bastante investigação em materiais originais, anotações e manuscritos da época. Um concerto desse nível é raro no Brasil!”, comentou a coreógrafa.
No repertório obras de Jean-Féry Rebel (1666-1747) e Jean-Baptiste Lully (Itália, 1632-França, 1687). “Esse é um programa executado poucas vezes no Brasil, principalmente feito por uma orquestra moderna. É muito especial fazer parte dele”, completou o diretor artístico, Fernando Cordella.

Diretor musical - Fernando Cordella é considerado um dos principais cravistas de sua geração na América Latina. Em 2015 recebeu, em São Paulo, o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva no Brasil do ano, na categoria “Êxito Cultural”.
Em 2016, assumiu o posto de professor titular e coordenador da Oficina de Música Barroca da Escola Municipal de Música de São Paulo – EMMSP, vinculada ao Theatro Municipal de São Paulo. Tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil. Cordella é também diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Carazinho e da Sociedade Bach Porto Alegre.

No Guairinha, “Chopin ou o Tormento do Ideal” com Nathalia Timberg e a pianista Clara Sverner


“Chopin ou o Tormento do Ideal” é um espetáculo consagrado a Chopin, que associa música e poesia, interpretado pela atriz Nathalia Timberg e tocado por Clara Sverner, uma das maiores pianistas brasileiras, dirigidas por José Possi Neto.
A montagem original estreou nos primeiros meses do ano de 1987, no Théâtre de la Gaîté-Montparnasse, em Paris. O pianista Erik Berchot, vencedor do prêmio Frédéric Chopin de Varsóvia (1980), uniu seus talentos aos do ator e autor Philippe Etesse para compor o belo espetáculo.
Partindo de recortes textuais da vida de Chopin, cartas de George Sand entrelaçadas com declarações e poemas de Musset, Liszt, Baudelaire, Gérard de Nerval e Saint-Pol-Roux, o espetáculo ilumina, neste encontro de música e palavras, vinte anos da vida e da obra do compositor, criando uma possível subjetividade acerca de sua biografia com a objetividade e a poética do seu contexto histórico.
Texto e música marcam os acontecimentos e apresentam uma personagem dividida entre um cotidiano vivido, às vezes, dolorosamente e um ideal inatingível.
De um lado do palco, uma das maiores vozes do teatro brasileiro, Nathalia Timberg, e do outro uma das mãos mais habilidosas e sensíveis do piano, além de profunda conhecedora do repertório e do gênio chopiniano - em 2011, a pianista foi indicada ao Grammy Latino pelo disco “Chopin por Clara Sverner”.
Salvador, Porto Alegre, Santa Maria, Jundiaí, Santo André, Araraquara, Goiânia, Belo Horizonte e Campinas.

Indicada para maiores de 14 anos, a peça “Chopin ou O Tormento do Ideal” tem ingressos que custam R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia). Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Paula Toller retorna a Curitiba e revisita seus grandes sucessos com a turnê “Como Eu Quero”


A musa da música pop brasileira, Paula Toller retorna a Curitiba com seu novo show “Como Eu Quero”, que traz seus grandes sucessos e releituras de canções dos Mutantes, Charlie Brown Jr, entre outros. Com realização da Prime, a apresentação acontece nesta sexta-feira (21) no palco do Guairão, às 21h15. A abertura fica por conta da cantora, compositora e pianista Taís Alvarenga, que traz na bagagem o seu primeiro disco "Coração Só". Autobiográfico, o show intimista é construído como um roteiro de filme, onde Taís narra a montanha-russa emocional das relações amorosas, com seus altos e baixos, e reflete o amadurecimento da cantora durante esse período.
Depois de viajar com o show “Transbordada” e de protagonizar a turnê “Rock Brasil” para mais de 1 milhão de pessoas, agora Paula apresenta seu repertório de forma mais essencial, numa performance tête-à-tête com o público. A seleção contempla toda a sua carreira, solo e no Kid Abelha. Além das próprias músicas, Paula também apresenta o novo single, “Céu Azul”, de Charlie Brown Jr, numa interpretação delicada e emocionante. Também estão no repertório “Ando Meio Desligado”, dos Mutantes e “Deixa a Vibe te Levar” (versão dela para “Don’t you worry ‘bout a thing”, de Stevie Wonder).
Como não poderia ser diferente em um show de uma hitmaker, grandes sucessos compõem o setlist e o espectador poderá ouvir, entre outras, “Como eu Quero”, “Nada Sei”, “Fixação” e “Grand’Hotel”, interpretadas por Toller com o auxílio luxuoso e a participação do lendário produtor Liminha, nos arranjos e violão, além dos excelentes: Gustavo Camardella (violão e vocal), Pedro Augusto (teclados), Pedro Dias (baixo) e Adal Fonseca (bateria).
A cenografia tem concepção do multifacetado Batman Zavarese. E a luz é assinada por Samuel Bets.
A carreira de Paula Toller se confunde com a da banda Kid Abelha, um dos maiores fenômenos da música nacional, com 9 milhões de discos vendidos em 35 anos, uma enorme coleção de hits e discos de ouro, platina e diamante.  A banda encerrou suas atividades em pleno sucesso, e Paula segue seduzindo os fãs brasileiros com sua voz inconfundível em uma bem sucedida carreira solo, shows de alto nível e ótimas letras, além de muitos prêmios.

SOBRE TAÍS ALVARENGA - Em “Coração Só”, primeiro álbum da cantora, compositora e pianista carioca Taís Alvarenga, lançado em março deste ano, tem a narrativa construída como um roteiro de filme de amor. Nada a ver com as comédias românticas das sessões da tarde. A narrativa sobe e desce na doideira das relações amorosas bem mais reais, com suas gangorras, suas montanhas e seus precipícios. Cheios de grandeza mas também de arestas e espinhos, dores e frustrações. A coerência dos fatos está garantida, já que a própria autora viveu pessoalmente todos eles. Ou quase todos. E não quis aliviar nas tintas ao transformá-los em lindas canções.
O tempo do amor não é o tempo do mundo. Vivemos esse paralelo cruel, onde o tempo do mundo não para esperar que a dor tenha tempo de se acomodar. Num mundo de pressas, o que é profundo fica com estigma de drama. Ter que tirar um amor do peito é ter que arrancar um pedaço de si mesmo”, diz a artista. “O objetivo desse álbum é trazer à tona as sensações mais extremas e até comuns - já que são tão humanas - desse abismo que é viver o amor e a frustração de seu fim prematuro”.
A maior parte das histórias de “Coração Só” já existe há bastante tempo. Algumas dessas músicas até já haviam sido gravadas. Mas só agora Taís encontrou os arranjos ideais para cada uma delas. Precisou encontrar um produtor que entendesse a estética que buscava, algo não muito comum nos álbuns brasileiros contemporâneos. As referências eram, entre outras, o grupo inglês Portishead, o americano Anderson Paak, os franceses Camille e Woodkid (Yoann Lemoine). Taís encontrou em Pupillo, da banda Nação Zumbi, o interlocutor ideal. Assina com ele, a quatro mãos, a produção do álbum.
Taís Alvarenga não nasceu em uma família de músicos. Mas passou boa parte da infância na igreja, o que fez com que sua musicalidade se desenvolvesse logo cedo. Aos 6 anos, já se acompanhava ao piano. Aos 7, fez sua estreia em público, na igreja. Começou a estudar o instrumento aos 8 e, um ano depois, escreveu a primeira canção. Os primeiros anos foram intensos. Fez uma pausa no comecinho da adolescência, quando deixou cantar em público, e se manteve reclusa até os 16 anos. Na volta, cantou e tocou em bandas e descobriu o teatro musical. Tinha 18 anos quando entrou para a trupe de Oswaldo Montenegro, integrando elencos de três peças. Ali, aprendeu também a lidar com produção e assistência de direção. Em 2007, ganhou uma bolsa para estudar na Berklee College of Music, em Boston, Estados Unidos. Tocou com artistas do mundo inteiro e percorreu o circuito de festivais daquele país. Até se formar em Trilha pra Filme. E voltar ao Brasil.
“Coração Só” reflete o amadurecimento conquistado nesse percurso.

Livre para todas as idades, a apresentação de Paula Toller tem ingressos que variam de R$ 520,00 (meia) a R$ 266,00 (inteira) de acordo com o setor do teatro. A taxa administrativa de R$ 6,00 está incluída no valor. Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

Marcelo D2 e o filho Saim sobem ao palco do +55 Bar neste domingo


Quem não se lembra do famoso hit “Loadeando” na voz do cantor Marcelo D2 e seu filho Saim – “Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho…”? Essa dupla sobe ao palco do +55 Bar no próximo domingo (23), na programação do Sunday Sunset da casa. Na época, quando o hit foi lançado, em 2003, Saim ainda era um menino; hoje, com 27 anos ele é rapper e dono de muito sucesso entre a cena musical brasileira.
Marcelo D2, desde 1995, traz em sua carreira a verdadeira celebração da rica cultura brasileira. Responsável pela reformulação do rock nacional ao experimentar misturas entre rap e samba, suas letras são de impacto, idealismo e muita energia. O mais novo álbum do cantor, lançado recentemente e o sétimo já produzido, leva o nome de “Amar é para os fortes”, um disco inspirado no filme de média-metragem também intitulado “Amar é para os fortes”, que traz o conceito de álbum visual para o Brasil, um formato em que música e imagem são indissociáveis.

Os ingressos já estão sendo vendidos pelo Sympla:  https://www.sympla.com.br/2309—sunday-sunset-apresenta-marcelo-d2-e-sain__347653. Para mais informações sobre a programação os contatos telefônicos do +55 Bar são: 3322-0900 ou 99247-3322 (WhatsApp). A casa está localizada na Av. Vicente Machado, 866.

Cândido de setembro traz novo projeto gráfico e especial sobre ideias utópicas


A edição de setembro do jornal Cândido, editado mensalmente pela Biblioteca Pública do Paraná, traz como destaque um ensaio do escritor Nelson de Oliveira sobre ideias utópicas que deram origem a livros emblemáticos da literatura e do pensamento. A partir do clássico “Utopia”, de Thomas Moore, Oliveira mostra como o pensamento utópico “prospera na reflexão filosófica, mas também nos mitos sagrados, na arte e na literatura” e também apresenta uma lista com movimentos literários com viés libertário, cujos integrantes vislumbraram e orbitaram em torno de uma concepção de escrita.
A edição de setembro também apresenta novo projeto gráfico do Cândido, concebido para deixar a leitura mais atraente. Outra novidade é a estreia da coluna “Pensata”, onde escritores convidados discutem temas atuais sugeridos pela equipe do jornal. Na estreia, o escritor José Castello comenta tópicos de “A Coisa Mais Próxima da Vida”, livro em que o crítico inglês James Wood defende, entre outras questões, a “crítica de escritor”, textos, ou resenhas sobre livros feitos por autores de ficção.
Outro destaque é a transcrição dos melhores momentos do bate-papo com a escritora Beatriz Bracher, que participou, em junho, do projeto “Um Escritor na Biblioteca”. Na conversa mediada pelo jornalista Christian Schwartz, a autora dos romances “Não Falei” (2004) e “Anatomia do Paraíso” (2015) comentou, entre outras coisas, seu processo de criação e influências. Já o escritor Mário Bortolotto relembra como conheceu a provocadora prosa do chef Anthony Bourdain, morto em junho deste ano, que causou escândalo ao publicar “Cozinha Confidencial”, obra em que revelou os bastidores dos grandes restaurantes de Nova York.
Duas reportagens resgatam as trajetórias de importantes escritores. O escritor e jornalista Marcio Renato dos Santos traz à tona uma discussão sobre o inventário poético de Fernando Pessoa, que deixou 30 mil “papéis” escritos e assinados por 136 “autores ficcionais” - os famosos heterônimos de Pessoa. E o repórter Daniel Tozzi escreve sobre “A Pulsão Pela Escrita”, biografia romanceada sobre Wilson Bueno, escrita pelo jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini. O livro recupera a trajetória de Bueno, um dos nomes mais inventivos da literatura paranaense e cuja história de vida encanta tanto quanto sua obra.
Entre os inéditos, a edição publica trecho do próximo romance da gaúcha Letícia Wierzchowski, que será lançando em outubro pela editora Bertrand Brasil, contos de Caléu Nilson Moraes e Ernani Buchmann, além de poema de Fernando José Karl. O desenho da capa é assinado pelo artista Cezar Berje.
O Cândido tem tiragem mensal de 7 mil exemplares e é distribuído gratuitamente na Biblioteca Pública do Paraná e em diversos pontos de cultura de Curitiba. O jornal também circula em todas as bibliotecas públicas e escolas de ensino médio do Estado. É enviado, pelo correio, para assinantes a diversas partes do Brasil.


No fim de semana tem Haru Matsuri no Expo Barigui


A comunidade nikkei continua em festa com os 110 anos da imigração japonesa no Brasil que torna a comemoração da chegada da primavera, no 28º Haru Matsuri - Festival da Primavera, ainda mais especial.
Neste ano, o palco do Haru Matsuri recebe, no sábado (22) a partir das 11h, o 38º Gueinosai do Paraná - Festival de Artes Cênicas, promovido pela Aliança Cultural Brasil-Japão, com a participação de artistas de todo o Paraná.
No domingo (23), acontece o Festival de Yosakoi Soran reunindo grupos da dança para apresentações e a realização de um grande workshop com a participação do público.
As atividades iniciam no sábado e domingo às 10h, para visitação dos estandes, bazares e da grandiosa praça de alimentação da gastronomia japonesa. Os ingressos custam R$ 7,00 ou R$ 10,00 para os dois dias (isento até 12 anos e acima de 60 anos). O 28º Haru Matsuri também terá a tradicional exposição de Ikebanas e oficinas.
A cerimônia oficial de abertura do evento será no sábado às 13h. O Haru Matsuri - Festival da Primavera, comemora a chegada da estação das flores e agradece à natureza pelos dias prósperos.

Canal da Música reúne 1.300 bailarinos no Festival de Dança de Curitiba


De sexta-feira (21) a domingo (23), o 35º Festival de Dança de Curitiba levará ritmo e balanço ao grande auditório do Canal da Música, nas Mercês. Os destaques serão a Mostra da 3º Idade, a Mostra Árabe e duas competições inéditas de dança na categoria adulto.
Durante os três dias, o palco do Canal da Música receberá perto de 1.300 bailarinos, que se dividem em cerca de 130 apresentações. A estimativa é que pelo menos cinco mil pessoas assistam às performances.
A coordenadora do Festival de Dança, Debora Pedroso, diz estar confiante na realização do evento. “É um desafio e uma honra estar à frente de um grande festival como este, que traz cultura e alegria para Curitiba”, afirma.

Terceira idade no palco - Neste ano, o festival conta com uma programação variada com mostras de nível amador e pré-profissional. Um dos grandes destaques é a Mostra da 3º Idade.
No domingo (23), no período da manhã, grupos de idosos de todas as dez regionais de Curitiba subirão ao palco para apresentar o trabalho desenvolvido nos Centros de Esporte e Lazer (CEL) da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Smelj). Além disso, haverá mostras escolares, infantil, juvenil e até de dança árabe.
Patrícia Lange Milléo, gerente do Departamento de Lazer da Smelj, destaca as competições de dança que vão acontecer de forma inédita neste ano. “Como inovação, teremos a competição para categoria adulto nas modalidades de balé, jazz, danças urbanas e dança de salão”, comenta.

35 anos de dança - O festival surgiu a partir da iniciativa de um grupo de professores da antiga Divisão de Recreação da Secretaria Municipal da Educação, com a primeira edição em 1984, no ginásio da Praça Oswaldo Cruz. Em 35 anos de história, já passou por diferentes palcos nos mais diversos locais da cidade.
O diretor do Departamento de Lazer da Smelj, Ronaldo Machado Babiak, ressalta a importância do evento para agregar grupos que trabalham com a dança e o restante da população. “O festival proporcionará para os grupos, as academias e escolas de dança a oportunidade de mostrar talentos, integrando os coreógrafos, e, principalmente, oportunizar esta experiência de palco para crianças, jovens, adultos e idosos nas mais diferentes modalidades”, diz.
A Smelj é a responsável pelo planejamento, organização, divulgação e realização do festival, tendo a Fundação Cultura de Curitiba (FCC) no apoio organizacional e na divulgação. O evento também conta com a parceria da RICTV, Jovem Pan Curitiba e com apoio da Malharia Oceânica e Intermedical.

O Canal da Música está situado na Rua Júlio Perneta, 695, Mercês. Mais informações em www.curitiba.pr.gov.br/danca2018

Programação do Festival

SEXTA-FEIRA, 21
9h30 – Mostra Escolar
14h30 – Mostra Escolar
19h30 – Competição de Jazz e Ballet e Mostra Adulta

SÁBADO, 22
15h – Mostra Infantil
17h – Mostra Juvenil
19h30 – Competição de danças urbanas e danças de salão e Mostra Adulta

DOMINGO, 23
9h – Mostra 3º Idade
15h – Mostra Árabe
16h30 – Mostra Infantil
18h – Mostra Juvenil