quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Ni Salles faz tributo no dia do aniversário de Amy Winehouse

O Drakkar Beer & Food celebra o sucesso estrondoso de Amy Winehouse que segue encantando gerações com um tributo especial alusivo ao 34° aniversário da artista. Para interpretar as músicas ecléticas da cantora, falecida em 2011, que incluem soul, jazz, R&B e ritmos caribenhos, o bar recebe, nesta quinta-feira (14), às 21 horas, a cantora e compositora curitibana Ni Salles.

Ni Salles - Em 2011 iniciou oficialmente seu trabalho com música, trabalhando nas casas noturnas de Curitiba e realizando projetos em conjunto com os músicos da cidade. Já são seis anos de trabalho profissional e no ano de 2017 gravou seu 1º EP apenas com músicas autorais. Com 27 anos de idade, a cantora e compositora já possui mais de 70 músicas de sua autoria e algumas feitas com seu parceiro de banda Rafael Mello - com que divide os palcos cantando covers de rock e pop rock cover e suas músicas autorais.

Drakkar Beer & Food - Inaugurado em 2017 com a proposta de proporcionar experiências gustativas, sensoriais e culturais, o Drakkar Beer & Food é um novo espaço para apreciadores de cerveja artesanal, gastronomia, blues e rock´n roll. Localizado no bairro do Rebouças, em Curitiba, o gastrobar se destaca com pratos completos, hambúrgueres, petiscos e sobremesas, chopes artesanais, cervejas especiais nacionais e importadas e bebidas destiladas. Na parte de entretenimento e cultura, o Drakkar traz apresentações, shows musicais e exposições.

O Drakkar está situado na rua Chile, 2067, Rebouças, e os ingressos custam R$ 10,00. Reservas pelos telefones: 99144-9800 / 3205-0948 ou https://www.facebook.com/drakkarbeerfood/

Com apoio da Fundação Cultural, Curitiba recebe Circuito Paranaense de Skate Amador

Promovido pela Federação de Skate do Paraná, com o apoio da Fundação Cultural, Curitiba recebe no próximo final de semana, nos dias 16 e 17, a quarta etapa regional do Circuito Paranaense de Skate Amador.
O encontro será realizado na Praça Afonso Botelho, das 10h às 19h 30, e as competições serão ao som de músicas tocadas por DJ. Ao todo, serão disputadas quatro categorias: Mirim (de 04 a 13 anos); Iniciante (masculino, acima de 14 anos); Amador I (masculino, idade e tempo livre) e Amador II (masculino, idade livre, tempo na categoria até 60 meses).
No sábado, disputam as categorias mirim e iniciante. Já no domingo, a competição fica por conta das categorias Amador II e Amador I. Os três primeiros colocados de cada grupo receberão troféus e kits esportivos. Dos quartos aos sextos colocados de cada categoria ganharão medalhas e kits esportivos.
De acordo com o presidente da Federação de Skate do Paraná, Adalto Elias Pereira, estima-se a participação de 200 inscritos. Ele destaca a importância da parceria com a Fundação Cultural de Curitiba que está apoiando com som e divulgação. “A FCC nos apoiou desde sempre. É uma colaboração muito significativa para a realização do evento. É uma parceria que nos ajuda muito”, afirma.
Para Adalto, após o skate ser considerado esporte olímpico, houve uma procura maior para a prática. “Atraiu mais jovens para participar. Em 2020, nas olimpíadas de Tóquio vai ter o skate como categoria”, explica.


Sobre o Circuito - O Circuito Paranaense de Skate Amador tem como objetivo fomentar o skate entre praticantes e possíveis futuros atletas profissionais. O evento também promove o intercâmbio de skatistas de todo o Estado do Paraná e do Brasil, gerando um clima de conhecimento e troca de informação entre atletas. De acordo com a organização do evento, o uso do skate pode ser estimulado em todas as suas possibilidades como atividade de lazer, saúde, esporte e integração social. Neste ano o Circuito já passou pelas cidades de Matinhos, Assaí, Ivaiporã. A quinta e última etapa do evento será em Maringá em novembro.

Paulinho da Viola encontra Marisa Monte no Guairão nesta quinta

Histórico acontecimento da música brasileira que mobilizou o público no primeiro semestre deste ano de 2017, o reencontro de Paulinho da Viola com Marisa Monte em show inédito passa essencialmente pela nobreza do samba. Ambos são naturais do Rio de Janeiro (RJ), cidade-berço dessa cadência bonita. Ambos estão envolvidos com o passado glorioso da Portela, pioneira agremiação carnavalesca carioca que gerou alguns dos maiores bambas do Brasil. Ambos são cantores, compositores e músicos que interpretam, fazem e tocam samba, entre outros ritmos. Sucesso unânime de crítica, o show Paulinho da Viola encontra Marisa Monte voltará à cena de setembro a novembro, ganhando mais dez apresentações em oito capitais do Brasil para atender à intensa demanda do público.
A rota inicial da turnê incluía somente shows nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), mas a lotação previamente esgotada de todas as apresentações e os incessantes pedidos de apresentações em outras cidades motivaram a sua extensão. Para quem perdeu esse reencontro da elegância do canto de Marisa com a nobreza da presença de Paulinho, em passeio por alguns dos mais belos sambas feitos no Brasil (sobretudo os sambas de Paulinho e os da Portela, predominantes no roteiro que também inclui maravilhas contemporâneas do cancioneiro autoral de Marisa), os artistas seguirão na estrada por mais três meses e fazem uma escala em Curitiba. Com realização da Seven Entretenimento e TIME FOR FUN, a apresentação inédita na cidade acontece no palco do Teatro Guaíra nesta quinta-feira (14), às 21horas.
A cumplicidade entre os artistas em cena é fruto tanto da admiração recíproca entre eles quanto da ligação genuína com o samba. “Estar com o Paulinho é como encontrar a alma do samba”, resume Marisa, que completa 30 anos de carreira em 2017. “Para mim, também é muito prazeroso compartilhar essa experiência. O canto de Marisa faz parte de minha memória musical”, ressalta Paulinho, referência no universo do samba e do choro desde a década de 1960.
A afinidade entre ambos vem de longa data. Marisa e Paulinho já haviam dividido o palco em um festival em 1993, um ano antes de a cantora gravar pela primeira vez uma música do compositor – no caso, Dança da solidão. A composição, que batizou álbum de Paulinho em 1972, ganhou a voz da intérprete em antológica gravação feita com a participação de Gilberto Gil para o CD Verde, anil, amarelo, cor-de-rosa e carvão (1994). Em 2000, Marisa registraria no álbum Memórias, crônicas e declarações de amor (2000) outro samba de Paulinho, Para ver as meninas (1971).
As duas composições estão no roteiro do show, ao lado de títulos do cancioneiro da própria Marisa que giram ao redor do universo do samba, casos de Carnavália (Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, 2002) e De mais ninguém (Marisa Monte e Arnaldo Antunes, 1994). Contudo, se existe um eixo no qual o roteiro se sustenta, além da obra de Paulinho, é o samba produzido pelos compositores da Velha Guarda da Portela.
Esse universo musical, de riqueza melódica e poética, soa íntimo para os cantores. Paulinho frequenta a escola desde os anos 1960 e é, ele mesmo, lenda viva da azul e branco, situada na fronteira entre os bairros de Madureira e Oswaldo Cruz, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Marisa é filha de Carlos Monte, um dos diretores que gerenciaram a agremiação, e bebeu tanto nessa fonte límpida de inspiração que produziu e editou em 2000, por seu selo Phonomotor, um álbum com composições dos bambas da Velha Guarda da escola, Tudo azul, disco descendente da linhagem nobre do histórico LP Portela, passado de glória, produzido em 1970 por Paulinho da Viola para registrar sambas que corriam o risco de se perderem na tradição oral passada de geração para geração.
Não por acaso, antes que os artistas entrem em cena para iniciar a apresentação propriamente dita, o show começa com a reprodução, com som de vinil, desse álbum Portela, passado de glória. Desfrutar da audição de sambas como Levanta cedo (Rufino), Se tu fores na Portela (Ventura), Desengano(Aniceto da Portela), Sofrimento de quem ama (Alberto Lonato) e Vaidade de um sambista (Francisco Santana) é a chave para entrar no reino do samba habitado pelo show Paulinho da Viola encontra Marisa Monte.
Alguns dos sambas desse disco de 1970 são revividos por Paulinho com Marisa no bloco mais informal do show. Como se estivessem numa roda de samba, os cantores puxam o fio da memória que os faz lembrar de clássicos como Quantas lágrimas (Manacéa, 1970) e Sentimentos (Mijinha, 1973). A cada samba, surge uma história em clima que arrebata o público pela espontaneidade com que Marisa e Paulinho transitam por esse reino de melodias encantadas.
Os espectadores das primeiras apresentações do show Paulinho da Viola encontra Marisa Monte, feitas entre maio e junho, já sabem que, após o set inicial do anfitrião, a convidada entra em cena e permanece no palco até o fim do show. Não se trata de uma participação, mas de um show conjunto.
Embora promova basicamente um desfile de sambas conhecidos de Paulinho, de Marisa e dos antigos bambas da Portela, em série de sucessos em que a plateia chega a fazer coro com os artistas, o roteiro também permite que o público ouça sambas menos famosos. O samba que Paulinho compôs pensando em Roberto Carlos, Não quero você assim (1970), é um deles. A composição já tinha sido cantada pelo autor junto com Marisa no show que os uniu em 1993 sob a benção do violonista Raphael Rabello (1962 – 1995), mentor desse primeiro encontro dos dois bambas no palco.
Entre memórias, breves crônicas faladas sobre a Portela e declarações de amor aos compositores da escola, Paulinho da Viola canta, sozinho e com Marisa Monte, músicas que se encadeiam pelo refinamento melódico e poético.  São sambas que passam fluentes como um rio pela memória afetiva dos artistas e do próprio público em encontro histórico pela própria natureza.

Livre para todas as idades, a apresentação de Paulinho da Viola e Marisa Monte tem ingressos que variam de R$ 206,00 (meia) a R$ 806,00 (inteira) de acordo com o setor do teatro. A taxa administrativa de R$ 6,00 está incluída no valor. Mais informações: 3315-0808 ou www.diskingressos.com.br.

MC Jerry Smith se apresenta na Wood’s Curitiba nesta quarta

A Wood’s Curitiba, uma das principais casas de entretenimento do país, vai receber a mais nova sensação do funk nacional: o Mc Jerry Smith. Conhecido pelos sucessos “Na onda do beat” e “Pode se soltar”, o funkeiro se apresenta na capital paranaense nesta quarta-feira, dia 13 de setembro.
Baiano radicado em São Paulo, Rodrigo Silva dos Santos adotou o nome artístico de MC Jerry Smith e deu início a sua carreira no funk em meados de 2012. O reconhecimento nacional veio no final de 2016 com a canção “Bum Bum Granada” em parceria com Mc Zaac. Hoje, aos 23 anos, o MC é um dos artistas mais consolidados do funk atual, conquistando diversos números expressivos nas redes sociais e lotando casas de show por todo o país.
Conhecido pela voz marcante e inconfundível, o Mc Jerry Smith promete agitar o público da Wood’s Curitiba com um repertório embalado pelos principais destaques do seus trabalhos, e também, por outros grandes sucessos do funk nacional.
O evento será realizado na Wood´s Curitiba (Rua General Mário Tourinho, 387, Seminário), a partir das 22h30. Os ingressos estão disponíveis a partir de R$ 10,00 com nome na lista do evento. Mais informações no site www.woodsbar.com.br, pelo telefone 3087-9050 ou na página oficial da Wood’s Curitiba no Facebook.


Cinemateca de Curitiba exibe filmes suecos durante a semana

A Fundação Cultural de Curitiba em parceria com a Embaixada da Suécia apresenta, de 13 a 17 de setembro, a Semana do Cinema Sueco, com a exibição de filmes inéditos que representam a produção cinematográfica atual daquele país. Entre os filmes estão o documentário “A menina que salvou minha vida”, de Hogir Hirori, sobre o drama dos refugiados na Europa, e o romance “Um jogo sério”, com direção de Pernilla August, também atriz, uma das mais populares da Suécia.
“Martha & Niki”, de Tora Mkandawire Martens, é outro documentário da mostra, sobre duas mulheres campeãs mundiais de hip hop. A programação conta ainda com “Reflexões”, de Sara Broos, diretora que retrata no filme a sua mãe, a pintora Karin Broos, e o road movie “Verão eterno” (foto), de Andreas Öhman. Toda a programação inicia às 19h e tem entrada franca.

Programação

13 de setembro
A GAROTA QUE SALVOU A MINHA VIDA, de Hogir Hirori  (2016, cor, 79’) - É agosto de 2014, o documentarista Hogir Hirori deixa sua esposa, que está grávida, na Suécia para voltar a sua terra natal e documentar as histórias dos refugiados. É guerra de novo e mais de 1.4 milhões de pessoas fogem do terror do Estado Islâmico. Na fronteira entre o Iraque e a Síria, ele tem a chance de acompanhar um transporte de helicóptero para as montanhas de Shingal, onde centenas estão presos. No caminho ele encontra uma garota de 11 anos, sozinha e sofrendo com o calor de 45ºC.

14 de setembro
MARTHA & NIKI, de Tora Mårtens (2016, cor, 90’), com Martha Nabwire e Niki Tsappos - Em 2010, Martha Nabwire e Niki Tsappos participaram da maior competição internacional de street dance, Juste Debout, em Paris. Foi a primeira vez que duas mulheres foram campeãs mundiais de hip hop. O filme faz um retrato das artistas, de seu amor pela dança e de uma amizade enfrentando dificuldades.

15 de setembro
UM JOGO SÉRIO, de Pernilla August (2016, cor, 115’) - O filme conta a história de um jovem casal, o jornalista Arvid Stjärnblom e Lydia Stille, que se apaixonam perdidamente. Ambos são atraídos pelo sonho de um amor puro, grande e duradouro. Porém, o sonho exige um sacrifício maior do que eles poderiam imaginar.

16 de setembro
VERÃO ETERNO, de Andreas Öhman (2015, cor, 106’) - Isak e Em se encontram pela primeira vez numa noite de verão em Estocolmo. Eles deixam tudo para trás e embarcam numa viagem pelas arrebatadoras paisagens do Norte da Suécia. Mas o que começou como uma despreocupada aventura logo é tomado pelo fatalismo. Um road movie sobre encontrar alguém para ser o seu universo - e sobre o que você está disposto a fazer por esta pessoa.

17 de setembro
REFLEXOS, de Sara Broos (2016, cor, 76’) - A diretora capta a sua mãe, Karin Broos, uma famosa pintora sueca, em uma viagem para Latvia, a fim de diminuir a distância entre ela s. Desta experiência nasce um filme intimista e poético que explora os lugares mais secretos da mente humana e as complexidades do relacionamento entre mãe e filha.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Biblioteca promove campeonato para pessoas com deficiência

Estão abertas as inscrições para a primeira etapa do “Torneio Amizade de Xadrez” promovido pela Biblioteca Pública do Paraná, em parceria com o Instituto IBGPEX/Uninter e a Associação Batista de Ação Social de Curitiba (ABASC/PIB). Voltado para pessoas que possuem algum tipo de deficiência, o evento acontece no 23 de setembro no campus Garcez da Uninter, a partir das 8h30.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo telefone (41) 3221-4985. Outras duas etapas do campeonato serão realizadas nos dias 21 de outubro e 18 de novembro, na Biblioteca e na Primeira Igreja Batista de Curitiba, respectivamente.
O torneio incentiva a prática do xadrez e viabiliza que os jogadores demonstrem suas habilidades no esporte, sejam iniciantes ou experientes, com diferentes tipos de deficiência (auditiva, visual, física, etc.). Haverá medalhas, troféus e brindes para os vencedores e participantes.

Parceiros - O Instituto IBGPEX de Responsabilidade Socioambiental faz parte do Grupo Uninter e tem como objetivo integrar pessoas com deficiências ao mercado de trabalho de maneira gratuita. Já a Associação Batista de Ação Social de Curitiba (ABASC), fundada em 1996, é uma instituição filantrópica que atua com a finalidade de ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social.


A doçura do samba de Elisa Addor na Caixa Cultural

A Caixa Cultural Curitiba apresenta, nesta terça-feira (5), como atração do projeto Samba de Bamba, a carioca Elisa Addor, apontada pela crítica especializada como uma das melhores cantoras de samba da atualidade. Ela se destaca pela voz de timbre suave, com afinação precisa.
Elisa vai apresentar seu CD “Novos Tempos”, que concilia um repertório autoral ao lado de clássicos do samba que influenciaram na sua formação musical, formando um mosaico retrospectivo da sua carreira.
Elisa Addor foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira por sua participação como cantora e compositora no CD “Farra dos Brinquedos”. Ela atualmente comanda a roda de samba dominical do Semente, tradicional casa de samba do Rio de Janeiro.
O crítico musical João Pimentel, do jornal O Globo aponta ela como uma das melhores cantoras do samba contemporâneo. Seu repertório vem sendo formado por músicas de renomados compositores brasileiros como Chico Buarque, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Gilberto Gil, Cartola, Nelson Cavaquinho entre outros. Ela também compõe e canta músicas de novos compositores como Edu Krieger e Rafael dos Santos.
Na Caixa Cultural ela vai apresentar o show Novos Tempos que é um mosaico retrospectivo da carreira de Elisa. Tem algumas músicas de sua autoria ao lado de algumas pérolas de medalhões estabelecidos da nossa música. Fica claro que a escolha do repertório seguiu exclusivamente o critério da beleza - além, é claro, do envolvimento afetivo de Elisa com cada uma das canções.
Elisa, com o conjunto Cana de Litro, venceu no ano de 2006 o primeiro concurso Jovens Bambas do Velho Samba realizado pela tradicional Casa de samba Carioca da Gema. Como cantora participou dos álbuns “Cantoras da Lapa” e “Pare Olhe Escute” do grupo Passagem de Nível. Também gravou coro nos discos de Dona Ivone Lara, Tereza Cristina, Délcio Carvalho, Moyseis Marques e Pedro Miranda.
A próxima atração do Samba de Bamba é o grupo Sampri, de Mato Grosso do Sul, no dia 3 de outubro.

As apresentações de Elisa Ador acontecem nesta terça-feira, às 20h. Os ingressos estão à venda por R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia, conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito Caixa). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura. Mais informações: 2118-5111.