segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Livro conta a luta de jogadores de futebol por justiça e democracia

O brasileiro Sócrates, o argelino Rachid Mekhlouf, os franceses Lilian Thurram e Eric Cantona, e o chileno Carlos Caszely, além de terem sido grandes jogadores de futebol, têm a carreira e a vida marcadas por outra característica em comum: a luta pela democracia. O engajamento desses e de outros atletas é tema do livro “Democracia Futból Club” (Editora Ludopédio), do jornalista e pesquisador Roberto Jardim.

Como a escalação de um time de “titulares”, o autor escalou histórias de 11 jogadores e um treinador. Entretanto, a formação do elenco não prezou o critério técnico, mas a relevância desses personagens fora das quatro linhas. Assim, Roberto Jardim “manda a campo” Claudio Tamburrini, Agustín Lucas, Lilian Thurram, Pedro Graffigna, Afonsinho, Obdulio Varela, Carlos Caszely, Sócrates, Eric Cantona, Reinaldo e Rachid Mekhloufi. Com a prancheta, José Ricardo de León.

A maior parte dos perfilados no livro viveu durante uma ditadura, como Tamburrini (Argentina) e o treinador Ricardo de León (Uruguai). O autor afirma que o contexto político, somado ao nascimento e a infância, vividas em suas respectivas comunidades, ajudaram na politização desses atletas.

Teve jogador que mudou o posicionamento ao longo do tempo, como o Reinaldo. Mas você pega o Afonsinho, por exemplo, que era filho de sindicalista ferroviário. O Obdulio Varela era jornaleiro, viveu na rua e absorveu isso para a vida. A maioria tem uma história por trás e ajuda na formação política”, explicou.

 

VOLTA À ESQUERDA - O livro traz a história de dois ícones do futebol e da resistência uruguaia pela democracia: De León e o volante Pedro Graffigna. Ambos defendiam a cor violeta do Defensor, clube da capital, Montevidéu, em 1976, em plena vigência do regime ditatorial do general Antonio Francese – primeiro presidente após o golpe civil-militar uruguaio de 1973.

De León era professor de escola pública e filiado ao partido comunista. Em sua trajetória, recusou-se a treinar a seleção uruguaia, que impôs seu silenciamento político como contrapartida. Já Graffigna era militante de esquerda e foi um dos símbolos do Defensor dentro de campo.

Em 1976, o time violeta foi campeão uruguaio e quebrou a hegemonia de Nacional e Peñarol, tornando-se o primeiro pequeno clube a vencer o torneio nacional. Os jogadores marcaram a vitoriosa campanha pelo gesto de cerrar os punhos a cada gol marcado.

O elenco, engajado politicamente e contrário à ditadura, resolveu fazer o último protesto na partida de celebração do título, com uma volta olímpica “ao contrário”, ou seja, à esquerda.

Era um grupo forte, ligado à esquerda, tanto é que o atacante Luis Cubillas era a única exceção. À véspera do último jogo, o De León disse que era preciso criar uma comemoração diferente para aquela ocasião, quando ninguém podia se manifestar no país, e aconteceu a volta olímpica à esquerda”, relata o autor.

 

RESISTÊNCIA BRASILEIRA - Durante a ditadura civil-militar brasileira, entre 1964 e 1985, também houve jogadores que enfrentaram o autoritarismo e lutaram pela redemocratização do país. Como exemplo de resistência política nos gramados nacionais, o livro perfila os ídolos Reinaldo, do Atlético Mineiro, Sócrates, um dos líderes da histórica “democracia corintiana”, e o botafoguense Afonsinho.

Além de seus gols, na década de 1970, a luta de Reinaldo também marcou sua carreira: a cada bola na rede, o jogador do Atlético Mineiro erguia o punho direito cerrado e esticava seu braço esquerdo junto ao corpo. Além de representar a resistência à ditadura, o gesto era uma homenagem ao movimento negro norte-americano Panteras Negras. Após deixar o futebol, o atacante seguiu sua luta pela democracia. Chegou a ser eleito deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores e vereador de Belo Horizonte, pelo Partido Verde.

Ele resolveu se posicionar politicamente nos campos e sofreu pressão do então presidente Ernesto Geisel. Na Copa do Mundo de 1978, ele marca um gol, faz o gesto e, no jogo seguinte, ele foi tirado da equipe. Reinaldo ainda sofreu boicotes, espalharam notícia de que ele era gay e isso tirou ele da Copa de 1982 também, por exemplo”, relata o jornalista.

O carioca Afonso Celso Garcia Reis, o Afonsinho, além de jogador, era aluno da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro e militava no movimento estudantil. A dupla jornada não rendia elogios, ao contrário. “Diziam para ele que futebol é para jogador e não estudante”, conta Jardim.

Entre as finais do Campeonato Carioca e a Taça Brasil de 1968, Afonsinho ajudou a organizar protestos e participou da também histórica Passeata dos 100 Mil, manifestação popular contra o regime autoritário. “Em 1972, o Pelé disse que o Afonsinho era o primeiro homem livre do futebol brasileiro”, acrescenta o jornalista.

 

GIGANTES FORA DE CAMPO - Duas outras grandes histórias de jogadores de futebol que lutaram pela democracia estão no livro. Entre elas, a do goleiro Claudio Tamburrini, que não deixou um grande legado dentro de campo, mas fora dele. O argentino só atuou dois anos no futebol profissional, quando teve a carreira suspensa, em 1977, após ser preso, em casa, pelos militares.

Naquele período, a Argentina vivia um período de rigorosa ditadura militar, que teve início em 1976, quando um golpe de Estado depôs a então presidenta María Estela Martínez de Perón, conhecida como Isabelita Perón. A Junta Militar assumiu o poder e, em seguida, indicou o general Jorge Rafael Videla para presidir o país.

Tamburrini nunca foi ligado aos movimentos de resistência que se seguiram ao golpe, mas seu histórico como militante estudantil resultou numa prisão que durou 120 dias. “Claudio entraria no livro mesmo se houvesse outro goleiro mais renomado, porque foi vítima da ditadura, que interrompeu o sonho dele. Ele foi torturado, conseguiu fugir da prisão e sobreviveu. É algo raro na época. Ele ainda ficou alguns meses clandestino na Argentina, antes de pegar exílio na Suécia”, diz o jornalista.

Outro craque que também protagonizou uma luta pela democracia é o argelino Rachid Mekhloufi. Na década de 1950, a Argélia era uma colônia francesa. Por essa razão, Mekhloufi defendia as cores da França.

Craque do time Saint-Étienne, Rachid recusou-se a cumprir a convocação para disputar a Copa do Mundo de 1958 pela França. Em vez disso, preferiu jogar futebol em nome da libertação e pela democracia da Argélia. Entretanto, depois da independência de seu país, em 1962, voltou ao futebol para encantar os torcedores franceses.

Ele jogaria a Copa de 1958 e, nas vésperas do torneio, os jogadores argelinos o chamaram para participar pela seleção da Frente de Libertação Nacional, e ele aderiu. Esse time rodou vários países para juntar fundos e financiar a luta, por meio do futebol. Portanto, ele abriu mão da Copa para ficar quatro anos lutando pela independência”, explica Jardim.

O impacto da Frente de Libertação Nacional foi imediato. Os jogadores denunciavam o tamanho da guerra que França e Argélia protagonizavam. As estrelas argelinas se recusavam a jogar pela metrópole e começavam a defender sua colônia. Mekhloufi, em especial, havia se tornado um dos “soldados” mais importantes da revolução, mas sem ter pegado em uma arma.

Em seu blog, o autor comenta: “Dificilmente seria possível encontrar uma seleção dessas (de jogadores politicamente conscientes e ativistas) nos tempos atuais. Afinal, contratos de marketing praticamente tornaram o futebol acéfalo, politicamente falando - isso porque os poderosos que determinam a “neutralidade” não a veem como um gesto político, também. Hoje, os boleiros só se manifestam sobre o futebol ou sobre seus patrocinadores, deixando de lado qualquer tema que possa criar polêmica para quem lhes sustenta - salvo raríssimas exceções, claro”.

Biblioteca tem novas edições dos projetos infantis online

Já estão no ar novas edições virtuais dos projetos Era Uma Zine e Hora do Conto, desenvolvidos pela Biblioteca Pública do Paraná para atender o público infantil de forma remota durante a quarentena.

HORA DO CONTO - No vídeo da semana, Virgínia Lane apresenta Maya e Selou, de Lara Meana e Maria Pascual de La Torre. O conteúdo está disponível no canal do YouTube BPP Conta, que também traz materiais gravados por contadores parceiros. Assista aqui.

ERA UMA ZINE - O fanzine eletrônico segue com a série dedicada à primavera. O calor da cor amarela é o tema da edição, que conta a história da música "O Rei", de Luiz Tatit, traz uma entrevista com a escritora Júlia Medeiros e ensina os leitores a produzirem um diário ilustrado. Baixe aqui.

A Biblioteca segue a orientação do Governo do Estado para o enfrentamento ao coronavírus e está fechada por tempo indeterminado.

Eventos do Goethe-Institut podem ser vistos pelas redes sociais

Ocorreu entre 25 e 27 de agosto, a Semana de Arte, Cultura e Literatura, promovida pela Secretaria Municipal de Educação de Curitiba. O Goethe-Institut Curitiba é parceiro da Secretaria e ofereceu, ao longo da semana, uma série de eventos para os professores da rede e público geral. Os eventos, em ambiente virtual, foram gravados e estão disponíveis nas redes sociais. Assim, quem não pôde acessar ao vivo pode assistir ao tema que tem interesse.

Uma das lives mais disputadas foi sobre a capital Berlim, uma das cidades mais procuradas como destino turístico, para intercâmbio ou mesmo profissionalmente. A palestra foi proferida pela Katharina Bleher, mestranda binacional pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pela Universidade de Leipzig, da Alemanha, em parceria com o Instituto. A palestrante trouxe um panorama amplo da cidade, desde antes da unificação. A cidade é hoje a segunda mais populosa da União Europeia, com quase 6 milhões de habitantes, considerando a sua região metropolitana. Para assistir, acesse em https://www.youtube.com/watch?v=JvE_Kw_KmyA 

A segunda live foi sobre gastronomia: “Delícia de conversa”, com a escritora Marli Dall Stella, estudiosa da culinária alemã e austríaca, que faz adaptações das receitas originais à gastronômica brasileira. Ela é autora do livro “Receitas Austríacas do Tirol Brasileiro”, com 112 receitas doces e salgadas. 

Durante o encontro, a cozinheira lançou a sua versão vegana, sem glúten e sem lactose, da Torta Sacher, que tradicionalmente leva chocolate e é recheada com geleia de damasco e coberta de chocolate. Para assistir, pode acessar em https://www.instagram.com/p/CEXXnomD1du/ 

A terceira palestra foi com a booktuber, a jornalista Gisele Eberspächer, mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná. O tema da conversa fo  “Vamos falar sobre livros - uma pequena viagem ao mundo da literatura alemã”. Ela apresentou livros alemães traduzidos para o português. Entre as obras citadas estão: Montanha Mágica, de Thomas Mann com tradução de Herbert Caro; Uma juventude na Alemanha, de Ernst Toller com tradução de Ricardo Ploch; e Mundaréu Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos (1812-1815) – dos famosos irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm Grimm) com tradução de Christine Röhrig. Para conferir a live inteira, é só acessar em https://www.youtube.com/watch?v=cmNqycewPzE 

Os eventos da Semana de Arte Cultura e Literatura promovidos pelo Goethe Institut foram encerrados com o pianista Diego Zorrilla, que tocou e contou histórias sobre compositores de origem germânica, como Ludwig van Beethoven, conhecido por melodias como ‘Pour Elise’ e ‘Sonata ao Luar’, e que completaria 250 anos em 2020, e também sobre Wolfgang Amadeus Mozart e Robert Schumann. O vídeo ainda pode ser acessado em https://www.facebook.com/dzpiano/videos/382079946108933

 

SOBRE O GOETHE-INSTITUT CURITIBA - Em Curitiba desde 1972, o Goethe-Institut é o Instituto Cultural oficial da República Federal da Alemanha, fundado em 1951 na cidade de Munique, na Alemanha. Atualmente, o Goethe-Institut possui 157 sedes em 98 países, sendo 12 somente na Alemanha e cinco no Brasil. O objetivo é promover o conhecimento da língua alemã em todo o mundo assim como o intercâmbio cultural. O Goethe-Institut Curitiba fica na Rua Reinaldino S. de Quadros, 33, mas está fechado para atendimento presencial. Os canais de comunicação são o e-mail info-curitiba@goethe.de e o telefone (41) 3262-8244, com atendimento de segunda a sexta, das 10h às 16h. Mais informações no site do Goethe-Institut Curitiba: https://www.goethe.de/curitiba.

Parque Vila Velha abre nesta terça para comemorar os 197 anos de Ponta Grossa

Principal atrativo turístico da região dos Campos Gerais, próxima à capital paranaense, o Parque Vila Velha abrirá excepcionalmente nesta terça-feira (15) para celebrar com os pontagrossenses os 197 anos da cidade. “Vamos funcionar neste feriado municipal para que os nossos melhores vizinhos possam comemorar essa data aproveitando o dia junto à nossa natureza”, afirma Leandro Ribas, gerente geral da concessionária Soul Vila Velha, uma empresa da Soul Parques.

O horário de visitação será das 9h às 17h, com as vendas de ingressos nas bilheterias até às 15hs. Quem já quiser garantir o seu feriado no parque pode adquirir seu ingresso antecipadamente no site www.parquevilavelha.com.br. Até o final de setembro, o preço promocional é de R$ 28 para todos os visitantes.

Como estamos operando com limitação de 50% da capacidade de visitação, quem já tiver seu ingresso comprado antecipadamente garante sua entrada, mesmo chegando depois da abertura do parque”, explica Ribas.

Durante a visitação é obrigatório o uso de máscara de proteção facial e é realizada medição de temperatura corporal. São disponibilizados dispensers de álcool gel em diversos locais, especialmente nos pontos de ônibus para uso no embarque e desembarque. A permanência nos mirantes tem lotação máxima e limitação de tempo de permanência para garantir o distanciamento mínimo de 1,5 metros entre os visitantes. Por enquanto, para evitar aglomerações, os passeios especiais da Caminhada Noturna, Trilha da Fortaleza e Circuito de Cicloturismo não serão oferecidos.

Com a abertura na terça, o Parque Vila Velha ficará fechado na quarta-feira (16) para manutenção e descanso da natureza. O endereço é BR-376, km 515 – Jardim Vila Velha, em Ponta Grossa (PR).

Projeto “Aulões para ENEM” do UniBrasil está com as inscrições abertas

Já estão abertas as inscrições para o “Aulões para ENEM”, projeto do UniBrasil Centro Universitário que ofertará gratuitamente, durante os meses de outubro, novembro e dezembro deste ano, aulões preparatórios aos alunos do ensino médio que pretendam realizar o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, que acontece em janeiro de 2021.

Além de incentivar a participação dos estudantes na prova, a proposta dos aulões é promover o acesso ao conhecimento para aqueles que almejam ingressar no ensino superior e ajudar a impulsionar o ensino no estado do Paraná.

Ao longo de sete semanas, os conteúdos de Redação, Língua Portuguesa, Ciências Humanas, Matemática, Física, Química e Biologia serão os temas das aulas ministradas on-line por professores universitários. O estudante também terá acesso às apostilas das disciplinas pelas quais tenha interesse, exercícios elaborados com base nas últimas provas do ENEM, vídeos explicativos e outros conteúdos que o ajudarão a ampliar seus conhecimentos e se preparar para a prova. Tudo sem nenhum custo.

Para ter acesso às aulas e aos materiais, basta realizar inscrição no www.unibrasil.apprbs.com.br/aulao2020 e aguardar o e-mail de confirmação. Além disso, é preciso possuir celular, computador ou tablet com acesso à internet para acompanhar as aulas e outras atividades que serão ofertadas na plataforma.

Loja do Museu Oscar Niemeyer ganha versão virtual

A MON Loja, localizada no vão livre do Museu Oscar Niemeyer, pode, a partir de agora, ser acessada a distância. As peças diferenciadas e exclusivas comercializadas estão à disposição na versão virtual, além de peças de design assinadas, réplicas de artistas famosos, livros de arte e infantis, catálogos e souvenires do museu.

Na loja virtual estão disponíveis produtos com marca própria, como camiseta, material de papelaria, bolsa, guarda-chuva, caneca e copo. Outros itens que poderão ser adquiridos a distância são: máscaras, catálogos, livros de artistas do acervo e produtos para o público infantil, como os kits com os materiais sugeridos nas oficinas artísticas virtuais.

Assim como o MON, a loja física está temporariamente fechada para o público desde março, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determinou o fechamento dos espaços culturais do Governo para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Informações sobre formas de pagamento e envio da loja online estão disponíveis no site da MON Loja: ebanxbeep.com/mon_loja

SOBRE O MON - A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina.

O acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, 17 mil deles de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

João Carlos Martins apresenta concerto-live de música clássica

Nesta sexta (11), o pianista e maestro brasileiro João Carlos Martins se une à Bachiana Filarmônica SESI-SP e convidados para a apresentação de um concerto-live diretamente do Teatro do SESI com transmissão no Facebook e YouTube do maestro e no Facebook e YouTube do SESI-SP, a partir das 20h30.

O concerto reunirá obras de grandes compositores da música clássica, começando com uma das mais conhecidas peças do repertório orquestral, “Eine Kleine Musik” (“Uma Pequena Serenata Noturna”), de Mozart, que, embora nunca tenha sido levada a público por seu compositor, é sua obra mais executada.

Uma das sinfonias mais imponentes da música clássica, a “Sinfonia nº 5”, de Beethoven, também será executada. Martins apresentará “Allegro com brio”, o primeiro movimento dessa peça também conhecida como “Sinfonia do Destino”, considerada um “monumento” da criação artística.

Outra obra de Beethoven que poderá ser apreciada pelo público em suas casas é o “Concerto para Piano nº 3 – Rondó: Allegro”, com o solista Davi Campolongo. Já a soprano Anna Beatriz Gomes interpretará a ária “A Rainha da Noite”, da ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart.

A ária mais conhecida do compositor Giácomo Puccini, “Nessun Dorma”, do último ato da ópera Turandot também está presente no programa da apresentação. Imortalizada na voz de Luciano Pavarotti, será interpretada pelo tenor Jean William, que já encantou multidões cantando esta ária.

A noite seguirá com a segunda valsa composta por Dmitri Shostakovich. Parte da “Suíte para Orquestra de Variedades”, uma suíte em oito movimentos, a valsa é o sétimo movimento da versão original e foi trilha sonora do filme soviético “The First Echelon” (1955).

Fechando o programa, o maestro João Carlos Martins assume o piano com uma das melodias mais belas de Astor Piazzolla, “Adios Nonino”, que o autor chamava de seu tango número um.

O concerto é viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério do Turismo.