sexta-feira, 7 de junho de 2019

Museu Oscar Niemeyer promove oficina gratuita de modelagem em argila


Neste fim de semana, o Museu Oscar Niemeyer oferecerá atividades especiais para seus visitantes. No domingo, 9, a equipe do Educativo do MON realizará a oficina “Composição”, que traz a técnica de modelagem em argila. A atividade acontecerá das 11h às 17h, na Sala de Oficinas, no Subsolo.
Às 16h, o Educativo do MON mediará uma visita à exposição “Oferenda”, na Sala 10. A mostra traz obras da artista Guita Soifer. Com longa trajetória, Guita já expôs em mais de dez países, entre eles, a Alemanha e o Japão. Em sua carreira, transitou por diversas formas de arte: pintura, gravura, desenho, xerox, fotografia, videoarte e instalação, criando sempre a partir de novos suportes. Guita Soifer trabalha o ser humano e a memória com obras simbólicas e sensíveis.
As atividades não têm custo extra. Para participar, basta adquirir o ingresso de entrada ao Museu. Menores de 12 e maiores de 60 anos têm entrada gratuita todos os dias. Os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). Não é necessário que os participantes tenham conhecimento prévio em arte.

SOBRE O MON - O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção de arte asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, mantidas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Mais informações: 3350-4400 ou www.museuoscarniemeyer.org.br.

Museu do Saneamento irá abrir nos finais de semana

A partir deste sábado (8), o Museu do Saneamento começará a abrir também nos finais de semana. A ampliação dos períodos de abertura é parte das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, atendendo a uma demanda antiga de visitantes que não podiam ir ao museu durante a semana.
Segundo o coordenador do Museu, Junio Ferreira Lima, mais de mil visitantes já estiveram no local este ano. “A procura pelo Museu tem aumentado, já recebemos uma média de 20 visitantes por dia, mas precisávamos dar mais oportunidade para que as pessoas conhecessem a importância do saneamento e a evolução do setor no Paraná. Nosso acervo traz mais de 8 mil itens, desde 1875 aos dias atuais, valorizando o patrimônio histórico, tecnológico e cultural do saneamento”, aponta
O Museu é mantido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e fica no prédio da primeira grande Estação de Tratamento de Água, a ETA Tarumã, inaugurada em 1945 e agora desativada. O prédio abriga, de um lado, o Museu do Saneamento, e de outro, o Centro de Tecnologias Sustentáveis da Sanepar, com as mais inovadoras buscas e descobertas dos pesquisadores da empresa.
Trata-se de um dos poucos remanescentes da arquitetura “Art Deco” em Curitiba.  No mesmo espaço, ainda estão preservadas antigas residências que eram utilizadas pelos operadores da ETA Tarumã. As construções são utilizadas atualmente como escritórios administrativos da Sanepar.
Antes de chegar à área do Museu, é possível observar externamente, no mesmo terreno, o prédio do Laboratório Central da Sanepar, um dos mais modernos da América Latina. No acervo há equipamentos, objetos, mobiliários, vestuários, documentos, veículos de transporte, fotografias, audiovisuais, mapas, plantas e projetos de engenharia. Boa parte já está catalogada em meio digital e disponível para consulta no local, de forma a incentivar a pesquisa e a produção de conhecimento na área.
Na principal sala, está aberta a exposição “Dos Olhos d’Água à Sanepar”, com objetos e painéis de textos e fotos que tratam da evolução do setor do saneamento no Estado. Na visita, vale observar a moto vespa “L 19”, utilizada pelas equipes em atividades de campo. Em área construída de cerca de 5 mil m², o Museu abriga salas de exposição de longa e curta duração, reserva técnica, laboratório de conservação, auditório com capacidade para 168 pessoas e estacionamento.
A entrada é gratuita. As visitas podem ser livres ou guiadas por técnicos em meio ambiente ou em turismo e duram aproximadamente uma hora. O horário de funcionamento é das 8h30 às 17h30, de terça a domingo. Grupos acima de dez pessoas podem agendar a visita pelo e-mail visitas@sanepar.com.br.
O endereço é Rua Engenheiro Antonio Batista Ribas, 151 – Tarumã. Há espaço para estacionamento, condições de acessibilidade para cadeirantes e vagas destinadas a idosos e pessoas com deficiência.

Banda Plebe Rude apresenta a turnê “Primórdios”, sábado no Jokers


Uma das bandas mais emblemáticas do rock nacional, a brasiliense Plebe Rude chega a Curitiba em única apresentação, neste sábado (8), às 23h, no Jokers (Rua São Francisco, 164, Centro Histórico). A banda desembarca na capital paranaense com a turnê de “Primórdios”, álbum lançado no ano passado que resgatou canções inéditas, compostas entre 1981 e 1983. Mas no repertório não vão faltar os grandes sucessos do grupo como “Até Quando Esperar”, “Censura” entre outros. O show de abertura da noite será com banda de Curitiba Relespública.
A Plebe Rude - uma das primeiras bandas punks do país, surgida nos anos 80 - apresenta na sua maior parte canções compostas nos últimos anos da ditadura militar. A ideia do álbum surgiu após o lançamento do livro “Meninos em Fúria”, uma co-autoria do integrante Clemente Nascimento e do escritor Marcelo Rubens Paiva, quando Philippe Seabra viu a necessidade de também resgatar suas memórias para um futuro livro – ainda em fase de escrita.
Durante suas pesquisas sobre as músicas iniciais, como foram feitas e inspiração por trás delas, junto com André X, Seabra percebeu a força daquele trabalho pioneiro, que ficou enterrado por baixo do peso do primeiro álbum, “O Concreto Já Rachou”, e do segundo “Nunca Fomos tão Brasileiros”. “Algumas músicas entraram nos primeiros dois álbuns, mas a maioria é inédita. Conseguimos resgatá-las graças às consultas ao jornalista Paulo Marchetti, e, além de jornalista, também pesquisador musical Olímpio Cruz Neto, que guardaram demos e gravações de shows raros”, explica o guitarrista Seabra.
O resultado é mais que um resgate. É a comemoração de um tempo onde a música conectava as pessoas. Onde o faça-você-mesmo dependia de amigos, suor e lágrimas. Onde o mundo era muito maior do que parece hoje e tínhamos que nos unir para não sermos engolidos pelo sistema. São músicas rústicas, inocentes e simples, mas feitas numa época que o que importava era estar no palco cantando para gente igual a você, sobre problemas em comum: falta de perspectiva, tédio, desinformação, censura, controle e adolescência”, finaliza o baixista André X.

PLEBE RUDE - A banda de rock formada em 1981, em Brasília, começou se destacando no meio punkrock por volta de 1982, numa época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. Intitulado “O Concreto Já Rachou”, o primeiro disco do grupo foi lançado em 1985, às vésperas da abertura política do país, em um período de redemocratização. O segundo álbum, “Nunca Fomos Tão Brasileiros”, surgiu no contexto da criação da nova Constituição, em 1988. No terceiro disco, homônimo, a banda buscou explorar as raízes brasileiras, criando o embrião do forró-rock, que teve seu ápice anos depois com os Raimundos. Antes de darem uma pausa na carreira em meados da década de 90, o grupo ainda lançou o quarto disco, “Mais Raiva do Que Medo”, de 1993.
A Plebe Rude retornou às atividades em 2000, com o álbum ao vivo “Enquanto a Trégua Não Vem”. Quatro anos depois, o guitarrista Clemente Nascimento, da banda Inocentes, passou a integrar o grupo, trazendo um estilo mais punk agressivo ao quinto álbum de estúdio, “R ao Contrário” (2006). Cinco anos depois, a banda lançou um novo disco ao vivo, “Rachando Concreto”, ao vivo em Brasília. Em 2014, é lançado o “Nação Daltônica”, e em 2018, o DVD ao vivo “Primórdios”.
Saiba mais do Plebe Rude em http://www.pleberude.com.br/

Informações e reservas  de ingressos pelo fone 3324-2351.

Evolução das inteligências artificiais é tema de exposição no MuMA


A exposição “Do Nascimento dos Robôs” está em cartaz no Museu Municipal de Arte (MuMA), no Portão Cultural. Feita pelo artista digital Jack Holmer, a mostra aborda questões voltadas aos marcos evolutivos das inteligências artificiais e pretende demonstrar como a revolução robótica, ao mesmo tempo em que está no início, já é muito difundida na sociedade.
O projeto é resultado de quatro anos de pesquisa sobre arte, semiótica e avanço da robótica. Por meio de pequenos vídeos com ações de personagens de games - como GTA e The Sims - e de esculturas em 3D feitas de plástico e borracha, o artista visual desafia o público a pensar sobre a possibilidade de as inteligências artificiais serem consideradas formas de vida.
Tanto os robôs quanto os pequenos trechos dos vídeos abordam o lado imprevisível do comportamento dos seres virtuais. “O que torna o assunto interessante são as inúmeras variáveis programadas durante a criação das inteligências e que as tornam imprevisíveis, semelhantes aos humanos”, diz Holmer.
O artista trabalha com produções que mesclam arte e tecnologia. Formado em Licenciatura em Desenho pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, ele teve obras expostas no Museu Oscar Niemayer, no Museu de Arte Contemporânea de Curitiba e participou de colóquios de arte digital na Colômbia e em Cuba. Seus trabalhos são sempre voltados à pesquisa da robótica por meio de processos da semiótica.

A mostra “Do Nascimento dos Robôs” fica aberta à visitação até dia 1º de julho, de terça-feira a domingo, das 10h às 19h. A entrada é franca.

Sábado tem recolhimento de lixo eletrônico no Parque Barigui


Sábado (8) é dia de levar equipamentos eletroeletrônicos que não funcionam mais à ação de recolhimento que acontece no Parque Barigui. A programação faz parte do Mês do Meio Ambiente, uma ação da Prefeitura de Curitiba em parceria o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná (Sescap-PR).
A tenda estará instalada no estacionamento com acesso pela BR-277, próximo ao heliponto. Podem ser levados computadores, monitores, impressoras, rádios, equipamentos de som, telefones, celulares, aparelhos de fax, televisores, câmeras fotográficas.
O recolhimento será feito por associações de catadores de materiais recicláveis ligados ao programa Ecocidadão da Prefeitura de Curitiba, assim como aconteceu nesta semana, em cada uma das 10 Regionais da cidade.

Maratona Visconti é estendida até domingo na Cinemateca


A Cinemateca de Curitiba vai exibir mais três filmes da Maratona Visconti de Cinema, um dos eventos do festival cultural Mia Cara Curitiba. A programação que terminaria nesta quinta-feira (6) foi estendida até o fim de semana. Serão duas sessões no sábado (7) e uma no domingo (8), todas com entrada franca.
No sábado será a vez de “O Inocente”, às (17h), e “Vagas Estrelas da Ursa”, às 19h30. No domingo, às 19h30, a atração ficará por conta de “Noites Brancas”. Os três foram alguns dos títulos do cultuado diretor italiano Luchino Visconti (foto) que passaram pelas salas do Cine Passeio ao longo da semana, em alguns casos em horários coincidentes.
A Cinemateca, até então, havia dado ao público a oportunidade de conhecer ou rever quatro dos 13 filmes selecionados para a mostra: “A Terra Treme”, “O Leopardo”, “Rocco e Seus Irmãos” e “Morte em Veneza”.

Biblioteca Pública oferece diversas atividades para crianças


Contação de histórias, oficina para crianças e dois lançamentos literários marcam a programação da Biblioteca Pública do Paraná neste sábado (8). Todas as atividades são gratuitas e não é necessária inscrição prévia.
Às 10h, a escritora Cassia H. G. Cavarsan conversa com o público sobre “Jeitinho de Manu”, livro que propõe uma brincadeira de perguntas e respostas a partir da curiosidade de uma menina intrigada com uma porta misteriosa. O encontro acontece na Seção Infantil. No mesmo espaço, às 11h, o projeto Hora do Conto apresenta “História em Três Atos”, de Bartolomeu Campos de Queirós. A sessão é seguida de uma oficina de trabalhos manuais.
A partir das 10h30, Raffaella Fernandez lança “A Poética de Resíduos de Carolina Maria de Jesus”, sobre a escritora mineira que morou boa parte da vida em favelas e produziu sua obra enquanto trabalhava como catadora de papel. O evento, que acontece no auditório, ainda inclui uma palestra ministrada pela autora do livro.

Mais informações: 3221-4980.