sexta-feira, 1 de abril de 2022

Feira do Livro segue até início de abril, no Shopping Curitiba, com preços a partir de R$ 7

A Feira do Livro do Shopping Curitiba está fazendo o maior sucesso entre o público. E quem ainda não conferiu tem até o dia 4 de abril para garantir as ofertas. A feira possui milhares de exemplares e preços a partir de R$ 7. 

Entre as opções, tem romances, aventuras, suspense e poesia, tanto para adultos quanto para crianças. Entre os destaques, clássicos da literatura brasileira, com títulos como “O Guarani”, “A Escrava Isaura”, “Memórias de um Sargento de Milícias” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, por apenas R$ 10.

Outros clássicos da literatura internacional também podem ser adquiridos pelo valor de R$ 15, como “Os Três Mosqueteiros”, “Os Lusíadas” e “Frankenstein”.

As crianças vão encontrar opções como “Pinóquio”, “Os Três Porquinhos” e “Bambi”, por R$ 12. Além disso, a feira conta com uma grande variedade de livros para colorir, com temáticas como jardim, cidade encantada e dinossauros.

A Feira do Livro está localizada na plataforma central, no piso L2 do shopping. De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 14h às 20h. Mais informações: 3026-1000 ou www.shoppingcuritiba.com.br

MON recebe em doação mais de 4 mil obras do artista Poty Lazzarotto

No dia do aniversário de Curitiba, 29 de março – e coincidentemente data de nascimento do artista Poty Lazzarotto – o Museu Oscar Niemeyer incorporou a maior coleção já doada à instituição: aproximadamente 4,5 mil obras assinadas por Poty (1924 – 1998).

São mais de 3 mil desenhos e 366 gravuras, além de tapeçarias, entalhes, serigrafias e esculturas, entre outros. A doação, feita pelo irmão do artista, João Lazzarotto, foi recebida pelo governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e passa a pertencer ao Estado do Paraná.

Estamos honrados pela escolha do MON. É um patrimônio de grande riqueza cultural e histórica, que o Estado não teria recursos para pagar e que agora poderá ser visto por todos que vierem visitar o museu”, disse o governador. “Poty é o nosso principal artista e um dos grandes artistas de todo o mundo. Agradeço em nome da população do Paraná o desprendimento da família com essa doação”.

Emocionado, João Lazzarotto contou estar realizado por atender o desejo do seu irmão. “O Poty dizia que obra de arte é para o público olhar e queria que as suas ficassem aqui. Ele recusou pedidos de levar para Paris e para outros lugares. Curitiba era tudo para ele”, afirmou.

A família, explicou, escolheu fazer a doação ao MON por ser um museu com as condições necessárias para abrigar, preservar e expor as obras.

A diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika, falou sobre a importância desta coleção, a maior já doada ao Museu, e também comentou o incremento do acervo. “Nos últimos anos passamos de pouco mais de 3 mil chegando hoje a 14 mil obras, já incluída esta doação, o que consolida o papel e a importância do MON no cenário nacional e internacional”, acrescentou.

EXPOSIÇÃO – A primeira exposição com parte do acervo do artista deve ser inaugurada em julho e vai ocupar dois andares da torre do Olho. “Vamos começar uma reforma no início de abril que, entre outras coisas, vai incluir um novo elevador para melhorar a acessibilidade da torre. Tudo ficará pronto para abrigar a exposição do Poty”, adiantou a superintendente de Cultura, Luciana Casagrande Pereira.

As obras de Poty Lazzarotto também serão levadas para o interior, em mostras itinerantes.

Esta será a segunda exposição de Poty Lazzarotto no museu. Em 2012, o MON apresentou no espaço do Olho a mostra inédita “Poty, de todos nós”, com curadoria de Oswaldo Miranda, o Miran, que reuniu cerca de 800 itens da vasta produção do artista.

ACERVO – Recentemente, o Museu Oscar Niemeyer foi escolhido por suas condições técnicas, capacidade de gestão e credibilidade da instituição para receber uma doação de quase 3 mil obras de arte asiática. No ano passado, as mesmas credenciais fizeram com que o MON recebesse a generosa doação de aproximadamente 1.700 obras de arte africana.

Juliana Vosnika destaca o diálogo constante que tem sido promovido entre as obras do acervo e as obras apresentadas nas exposições temporárias realizadas pelo MON. “As obras do Poty, além de serem apresentadas numa exposição própria, também estarão presentes numa das exposições mais aguardadas deste ano: a dos bancos indígenas”, disse.

MON PARA TODOS – O trabalho de descentralização da cultura iniciado em 2019 tem levado mostras do acervo do museu a outras cidades. Em 2021, foram realizadas duas exposições itinerantes, ambas na Região Metropolitana de Curitiba: “Estruturas e Valores”, do artista paranaense Antonio Arney, na Casa da Memória Manoel Alves Pereira, em Piraquara; e “O Mundo Mágico dos Ningyos”, no Museu Atílio Rocco, em São José dos Pinhais.

Em fevereiro deste ano foi aberta uma exposição com obras itinerantes do acervo do MON no Teatro Municipal de Cascavel.

Abrigado em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados apenas para exposições, o MON é o maior museu de arte da América Latina.

Curitiba resgata Família Folhas para reforçar importância da sustentabilidade no século 21

Separar lata, papel, vidro e plástico tem trilha sonora em Curitiba, pelo menos na memória de quem já era mais crescido no início dos anos 1990. 

A música “Lixo Que Não É Lixo/Não Vai pro Lixo/SE-PA-RE” embalava os quatro personagens que fizeram história no imaginário curitibano e ajudaram a transformar a cidade em Capital Ecológica: a Família Folha, pioneira no Brasil a ensinar a importância de destinar corretamente os resíduos domésticos.

A Família e a música estão de volta – recicladas, renovadas e a serviço dos desafios do século 21.

Em um momento em que a responsabilidade de todos com a sustentabilidade ganha cada vez mais importância em todo o mundo, a Prefeitura de Curitiba procura engajar a população não só na ampliação da coleta de lixo reciclável como também nos programas que fazem da capital um exemplo no enfrentamento dos danos causados pelas mudanças climáticas.

A Família Folhas cresceu e vai incentivar e ensinar novamente todo mundo a separar direito o lixo, além de tomar outras atitudes em prol da sustentabilidade.

Resgatamos o histórico de Curitiba, trazendo de volta o pioneirismo e os resultados que nos transformaram aos olhos do mundo na Capital Ecológica”, diz o prefeito Rafael Greca.

Hoje os desafios conhecidos e documentados por instituições internacionais são muito maiores daqueles que se apresentavam nos anos 1990. Curitiba está fazendo e fará cada vez mais sua parte, em benefício da cidade e do planeta”.

POR QUE MELHORAR A SEPARAÇÃO? - A campanha que embala os programas de sustentabilidade tem a missão de recuperar o orgulho e ampliar a participação dos curitibanos em relação ao tema, incentivando a separar mais e melhor o que for efetivamente reciclável.

Curitiba sempre foi considerada uma cidade de vanguarda na área do Meio Ambiente e desenvolve uma série de ações e programas de grande impacto – como é o caso da Pirâmide (usina) Solar do Caximba e da ampliação da instalação de painéis fotovoltaicos pelo município, do desafio de plantio de árvores, da nova diretriz para ônibus elétricos no transporte coletivo, entre outras ações.

A reciclagem faz parte desse conjunto importante de medidas, tendo impacto significativo na redução de resíduos encaminhados aos aterros sanitários.

Hoje, Curitiba encaminha 52 mil toneladas por mês de resíduos domiciliares e da limpeza urbana para o aterro sanitário de Fazenda Rio Grande, que recebe os resíduos também dos outros 23 municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos (Conresol).

Com a reciclagem, deixamos de encaminhar alguns materiais para os aterros, aumentando a sua vida útil. Ao voltar para a cadeia produtiva, os recicláveis também ajudam a economizar recursos naturais, além de água e energia que seriam usados na produção”, diz a secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza do Carmo Oliveira Dias.

Saiba como separar e destinar corretamente o Lixo que Não é Lixo

Nem todo resíduo é rejeito e separar direito esse material para descarte é fundamental para melhorar a sustentabilidade de uma cidade.

Lata, papel, vidro e plástico não devem ir para o lixo comum

Até pouco tempo atrás, isopor não podia ser reciclado. Agora pode, virou Lixo que Não é Lixo.

A separação correta – aquele trabalho que todos devemos fazer em casa – desses resíduos é fundamental para que eles possam ser reaproveitados.

Um dos cuidados é evitar a contaminação. Portanto, eles precisam estar com menos de água, gordura ou restos de alimentos possível.

A separação é bem mais simples do que se imagina, bastam alguns cuidados”, resume a gerente de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Leila Maria Zem.

O QUE SEPARAR - Basicamente, há duas categorias essenciais de lixo: o úmido e o seco. Eles precisam ser acondicionados em embalagens distintas umas das outras, para melhorar a eficiência do processo.

O lixo úmido é o formado por restos de comida e rejeitos de banheiro, principalmente. Parte dos restos de comida podem ser destinados à compostagem – e, portanto, ter outra utilidade.

Lixo úmido deve ser acondicionado em sacos pretos para ser enviado à coleta comum. Já o lixo seco é aquele composto basicamente por embalagens, que devem ser livres de contaminação (portanto, precisam estar limpas) antes de ser enviado para coleta. O material deve ser acondicionado em sacos coloridos (outra cor que não seja a preta) ou, ainda, em caixas de papelão.

QUE HORAS DESCARTAR? - Tanto o lixo domiciliar comum quanto o reciclável devem ser colocados na lixeira para recolhimento nos horários próximos da passagem dos caminhões de coleta - as duas têm dias e horários distintos e por região.

Isso evita, por exemplo, que um animal revire o material e suje a rua (o que, de quebra, pode atrair bichos como ratos e baratas).

Cada região tem os seus dias e horários específicos de coleta. Está em dúvida de quando passa na sua casa? Consulte o site (coletalixo.curitiba.pr.gov.br).

Isso é importante, vale reforçar: horário próximo tem de ser próximo! Se a coleta passa à noite, por exemplo, nada de colocar o lixo de manhã ou cinco horas antes.

PRECISA LIMPAR - As embalagens do lixo reciclável não devem estar com restos de comida ou sujos ao serem encaminhadas para reciclagem.

Se não estiver limpo, o material perde seu valor comercial – além de atrair vetores de doenças (como ratos) e causar mau cheiro.

Portanto, é preciso limpá-lo. O material pode ser limpo no momento de lavar a louça, aproveitando a água que já seria utilizada.

Não precisa passar esponja com detergente; tirar os excessos com água já resolve. O excesso também pode ser retirado com um guardanapo já utilizado

E se for de papelão? Claro, não dá pra lavar, mas é preciso raspar os restos de comida, molho etc.

Itens como remédios ou produtos de limpeza requerem atenção especial.

 

RECICLA OU NÃO RECICLA? - Um guia rápido para os materiais mais comuns:

CAIXA DE PIZZA - Recicla. Mesmo a parte engordurada pelo queijo e pelo azeite? Sim, esse tipo de “sujeira” não prejudica o processo de reciclagem. Mas é importante evitar que restos da pizza vão junto com o material, porque os alimentos vão contaminar o material e atrair vetores durante o armazenamento. Isso vale para outros tipos de caixas de papelão também.

CAIXA E SACOLA DE PLÁSTICO - Recicla. Depois de retirar todo o resíduo de alimento do recipiente plástico, ele pode ser destinado ao lixo reciclável.

EMBALAGEM DE ISOPOR - Recicla. Assim como acontece com o plástico, é preciso retirar todo o resíduo das embalagens de isopor e destiná-las limpas e secas.

MARMITA DE ALUMÍNIO - Recicla. Mantém-se o cuidado de retirar bem os resíduos de alimentos para destinar as marmitas de alumínio para reciclagem. 

TALHER DESCARTÁVEL - Recicla. Mas, sempre que possível, reutilizar.

GUARDANAPO E PAPEL TOALHA - Pode reciclar, desde que estejam limpos. Se forem usados apenas para secar água, por exemplo, assim que secarem, podem ser destinados à reciclagem. Mas aqueles que foram usados e estão com gordura e outros tipos de sujeira devem ir para o lixo comum.

EMBALAGENS DE REMÉDIOS - Uma parte recicla, outra não. As caixinhas de papel que servem de embalagem devem ser encaminhadas para reaproveitamento. Já as cartelinhas de comprimidos vazias e os vidros ou tubinhos de plástico de remédio não podem ir para a reciclagem, já que contém resquícios de produtos químicos. Muitas farmácias têm locais específicos para receber esse material. No sistema do município, o descarte deve ser feito no caminhão do Lixo Tóxico (veja o cronograma no site https://coletalixo.curitiba.pr.gov.br/lixo-toxico). Nunca descartar o conteúdo de remédio no lixo comum.

PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE - Embalagens de papelão, metal e plástico que tenham sido adquiridas com estes produtos podem ser separadas e encaminhadas para a reciclagem desde que não haja nenhum resíduo que, em geral, contém componentes químicos. Ou seja, limpar bem antes de encaminhar.

LIXO ELETROELETRÔNICO - Monitores, computadores, notebooks, aparelhos de TV, fax, de telefonia fixa, celulares, entre outros equipamentos sem uso ou estragados são encaminhados corretamente por meio de mutirões de recolhimento mensais realizados pela Secretaria do Meio Ambiente. Resíduos deste tipo podem, ainda, ser apresentados à coleta do Lixo que Não É Lixo (um item) ou levados aos Ecopontos mistos (são 11 na cidade). Três regionais da cidade também instalaram pontos fixos para coleta: Boqueirão, Tatuquara e Cajuru. O material é encaminhado a associações do Ecocidadão, que fazem a separação correta. Eletroeletrônicos descartados de maneira incorreta ou em aterros sanitários podem causar poluição ambiental em função de seus componentes tóxicos.

EMBALAGENS DE SALGADINHO – Recicla. Apesar de ser complicado, em função de envolver vários tipos de plástico, é possível encaminhar para a separação, sim. O mercado não é muito receptivo ao produto, mas assim como com o isopor, podem aparecer novas tecnologias para facilitar e popularizar a reutilização do material.

ÓLEO DE COZINHA – Recicla. Óleo usado em frituras, de origem animal ou vegetal, pode ser encaminhado para a coleta seletiva ou para o Câmbio Verde, com o líquido bem acondicionado em garrafas pet. Ecopontos e caminhões do Lixo Tóxico também recebem o resíduo.

Cinemateca exibe filmes com recursos de acessibilidade para surdos e cegos

A Cinemateca de Curitiba passará a exibir filmes com acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. O Cinema de Inclusão terá audiodescrição, legendas e tradução em Libras, sempre em um sábado de cada mês, às 15h.

A primeira sessão do Cinema Inclusivo na Cinemateca será neste sábado (2) com a exibição do longa “Carmen Miranda: Bananas is my Business” com audiodescrição e legendas. O filme é um documentário que conta a vida e a trajetória de sucesso e fala da personalidade da cantora e atriz portuguesa Carmen Miranda, sensação no Brasil e no exterior entre as décadas de 1930 e 1950.

Segundo a coordenadora do projeto, Márcia Squiba, a iniciativa atende uma parcela da população que normalmente não tem muitas opções de lazer, principalmente quanto aos produtos audiovisuais.

Os deficientes visuais e auditivos têm poucas oportunidades para consumir esses produtos culturais, eles ficam limitados àquilo que é adaptado para as suas necessidades”, diz Márcia.

 Além disso, complementa, as sessões serão uma oportunidade para conexão dos participantes, que terão um espaço de bate-papo ao final da exibição para se conhecerem e discutirem sobre a obra”.

Os filmes que estarão na programação fazem parte do vasto acervo da Cinemateca e terão adaptações como audiodescrição e Libras. Entre os filmes que já estão na lista de espera para serem exibidos nos próximos meses temos os longas “Eles Não Usam Black-tie”, baseado na peça de Gianfrancesco Guarnieri, e a comédia “Nem Sansão Nem Dalila”, além de uma série de mostras temáticas de curtas-metragens.

Márcia conta que a ideia surgiu inspirada pela experiência que teve trabalhando com Luiz Amorim, professor de música com baixa visão que atualmente coordena projetos inclusivos de musicalização no Conservatório de MPB de Curitiba.

A Cinemateca está situada na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.174, São Francisco. Mais informações: 3321-3252 ou  www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/cinemateca-de-curitiba/

 

Conservatório de MPB vira sala de aula para alunos com deficiência visual

A vontade de fazer algo parecido na Cinemateca levou ela e Marcos Saboia, coordenador do espaço, a se reunirem com pessoas com deficiência e instituições para idealizarem o projeto. A iniciativa está sendo apoiada pelo Departamento dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Prefeitura e pela Seção de Braille da Biblioteca Pública do Paraná, que irá oferecer um curso prático aos funcionários e voluntários da Cinemateca, para que possam recepcionar e auxiliar os visitantes.

Campo das Artes recebe “Marcio Juliano Outro Samba” na Mostra Pôr do Sol

Ousadia, contemporaneidade, lirismo e bom humor caracterizam o show “Marcio Juliano Outro Samba”, próxima atração da Mostra Pôr do Sol, dias 1º, 2, 8 e 9 de abril, às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã. O evento marca a abertura oficial do espaço, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, que vem sendo construído desde 2008.  

O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. É um desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, “No Samba” (2016) e “Noël” (2006).   

O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. É um desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, “No Samba” (2016) e “Noël” (2006).  

Com caráter teatral e leitura contemporânea deste universo musical, “Outro Samba” conta com interações e intervenções de projeções mapeadas, com áudios sincronizados. “A ideia é revisitar uma estética muito explorada por esta geração de compositores, a do cinema”, revela Marcio que também dirige o show. A assistência de direção e iluminação é de Nadja Naira (Companhia Brasileira de Teatro). “Outro Samba” traz ao palco músicos virtuosos: Sérgio Albach (clarone), que assina a direção musical, Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (bateria e percussão). Misturando diferentes linguagens projeta em cena participações especiais como a Orquestra à Base de Sopro e o trombonista Raul de Souza, falecido no ano passado.

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que, sobretudo, evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

O show estreou em Curitiba, no final de 2019, ano de lançamento do CD de mesmo nome e, durante a pandemia, em 2021, foi adaptado ao formato digital, virou DVD e circulou virtualmente pelo interior do Paraná. “Participar da Mostra é uma experiência muito feliz, vamos oferecer ao público um espetáculo com uma abordagem diferente, é um show de música ancorado no teatro. Voltar ao presencial, poder ensaiar, preparar o show e o espaço para receber o público é muito emocionante”, comemora Marcio que também é o produtor geral da Mostra Pôr do Sol. 

O Campo das Artes é um espaço muito importante, único no Brasil. O fato dele estar situado no Paraná é uma riqueza para nós. Espero que esta iniciativa privada do Luís Melo sirva de inspiração ao poder público para que, por meio das leis de incentivo, movimente este lugar com muitas atrações e oportunidades artísticas porque o público está sedento de arte. Todos os ingressos da Mostra esgotaram em apenas 8 horas após a distribuição pelo site”, conta.

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022.

SOBRE MARCIO JULIANO - Marcio Juliano é um artista brasileiro. Natural de Curitiba, começou no teatro e na música aos 15 anos. De lá para cá escreveu, compôs, cantou, atuou, dirigiu, dançou, operou luz, foi contrarregra, produziu. Em 2005, fundou a Cia Ilimitada, produtora cultural onde realiza seus projetos. Como cantor, estreou em 2006, “Noël”, show cênico musical em homenagem a Noel Rosa, com direção de Marcio Abreu e Direção Musical de Sérgio Albach. O disco “Noël” veio em 2009, com ele Marcio visitou teatros de 25 cidades brasileiras, em mais de 70 apresentações, que tiveram um público de 50 mil espectadores. Seu trabalho mais recente é o projeto “Outro Samba”, que faz uma releitura das composições da Época de Ouro e inclui a gravação de CD e também DVD e pode ser conferido no site do artista: http://marciojuliano.com.br/

Ficha Técnica de “Marco Juliano Outro Samba”

Direção, Pesquisa e Concepção: Marcio Juliano. Direção Musical: Sérgio Albach. Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira. Som: Chico Santarosa. Projeções: Alan Raffo. Animação: Carlon Hard e Rômolo D’hipólito. Figurino: Áldice Lopes. Elenco: Marcio Juliano, Luís Rolim, Lucas Melo e Sérgio Albach. Participação Virtual: Raul de Souza, Uyara Torrente, Érica Silva, Iria Braga, Milena Tupi, Cássia Damasceno e músicos da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Assessoria de Comunicação: Glaucia Domingos. Realização e Produção: Companhia Ilimitada.

O Campo das Artes está situado na Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR. Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383. Email: contato@campodasartes.com.br. Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site https://www.campodasartes.com.br/. Capacidade: 100 pessoas por apresentação. Duração: 60 minutos. Classificação Indicativa: Livre.

SAIBA MAIS EM:

https://www.campodasartes.com.br/

https://www.instagram.com/_campodasartes/

Facebook: @campodasartesbrasil

Feira Especial da Páscoa começa nesta sexta repleta de tradições

Artesãos de Curitiba e região já estão com tudo pronto para o início das tradicionais Feiras Especiais de Páscoa, que começam nesta sexta-feira (1º), no Centro. Serão dois pontos da Prefeitura, nas praças Osório e Santos Andrade, repletos de delícias e itens alusivos à data, bem como barraquinhas com temas turísticos da capital, de programas da Prefeitura e com culinária de diversos países e regiões do Brasil.

Na Praça Osório, serão 57 barracas, sendo 25 de artesanato e as demais de gastronomia ou institucionais. Já na Praça Santos Andrade serão cinco bancas, sendo três de artesanato e duas de comidinhas. As Feiras Especiais de Páscoa vão até 16 de abril e são organizadas pelo Instituto Municipal de Turismo.

Em sua banca na Praça Osório, a artesã Lilian Cordeiro Cruz vai expor chocolates, bolo e tortas repletos de frutas secas como damasco, tâmara, figo e uva. “Cada cliente é único e eu tento passar isso para eles, oferecendo chocolates que fogem do tradicional, com textura macia e recheios para diferentes paladares. Não trabalho somente com um produto personalizado, mas também com atendimento personalizado", conta ela, que ainda irá comercializar chocolates, bolos e tortas com recheios de creme de avelã, ovomaltine, brigadeiro e trufa. Lilian prepara seus chocolates em sua casa, no bairro Bacacheri.

PATINHAS E CESTAS - A artesã Gina Alves, que também expõe na Feira da Páscoa da Osório, irá mostrar como papéis microondulados e em E.V.A (um tipo de emborrachado) são transformados em delicadas e coloridas cestinhas, máscaras de coelho, arcos de cabeça de orelhinhas e até patinhas para tornar a Páscoa ainda mais lúdica para a criançada.

Meu carro-chefe são as patinhas de coelho. Vou levar seis mil unidades e eu acabo comercializando tudo. Mas há muitos outros itens mais simples ou elaborados, repletos de laços, coelhos, cenouras e outros adereços”, destaca Gina.

Ela conta que é um trabalho minucioso, que exige muita dedicação, sempre pensando em estreitar os laços familiares. Também faz muito sucesso outra criação da artesã: os “coelhos porta-chocolate”. “Mesmo com as crianças mais crescidas, há pais que mantêm a tradição”, revela Gina, que tem seu ateliê em São José dos Pinhais.

Horários de funcionamento das feiras: na Osório, de segunda a sábado, das 10h às 21h, e domingo, da 14h30 às 19h30. Na Santos Andrade, de segunda a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 12h às 18h30.

Mutirão de coleta de eletroeletrônicos acontece em sete locais

O mutirão de recolhimento de resíduos eletroeletrônicos da Prefeitura de Curitiba será neste sábado (2). Sem sair do carro, vai ser possível entregar equipamentos estragados ou fora de uso em sete pontos da cidade (endereços abaixo). O recolhimento é feito por associações do Ecocidadão, das 9h às 15h. 

Micro-ondas, TVs, torradeiras, batedeiras, aspiradores, ventiladores, mixers, secadores, calculadoras, câmeras digitais, rádios, computadores, tablets, notebooks, celulares, impressoras, monitores e carregadores de celular estão entre os itens que podem ser levados pelos cidadãos.

Se descartados indevidamente, esses materiais possuem componentes que podem contaminar o solo e a água”, explica a gerente de Educação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Leila Maria Zem.

Por isso, as associações do Ecocidadão, contratadas pelo município para separação de materiais recicláveis, vão receber e fazer a triagem dos equipamentos: o que pode ser reciclado é separado do que precisa de tratamento diferente para evitar contaminações.

Partes plásticas dos equipamentos são separadas e vendidas pelas associações. Já as tóxicas, encaminhadas a empresas especializadas para descontaminação.

OUTROS PONTOS - Quem tem resíduo deste tipo para descartar também pode apresentar à coleta do Lixo que Não É Lixo (um item) ou levar aos Ecopontos mistos. Três regionais da cidade também instalaram pontos fixos para coleta, como é o caso do Boqueirão (Rua da Cidadania do Carmo), Tatuquara e Cajuru.

LOCAIS DE ENTREGA

- Parque Barigui: estacionamento próximo ao heliponto, entrada pela BR-277

- Parque Bacacheri: acesso pela Rua Dr. Eurico César de Almeida

- Parque São Lourenço: acesso pela Rua José Brusamolin

- Parque Tingui: acesso pela Rua José Casagrande, próximo à ponte

- Praça Desembargador Armando Carneiro: Rua Lourival Portella Natel c/ Rua Levino Schier, acesso pela Avenida Presidente Kennedy, Portão

- Praça Capão Raso (em frente ao Santuário São José), acesso pela Av. República Argentina

- Praça Menonitas: Rua Antonio Kosovski, 3.425, c/ Rua Major Theolindo Ferreira Libas