quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Contrato dos Beatles com empresário é vendido por mais de 550 mil dólares em Londres

(Reuters) - "Money can't buy me love" (“Dinheiro não pode me comprar amor”), certa vez cantaram os Beatles, mas um contrato que ajudou a lançar a banda mais famosa de todos os tempos foi vendido em um leilão da Sotheby’s nesta terça-feira por 365 mil libras (553.121 dólares).
O contrato firmado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr em 1 de outubro de 1962, confirmou Brian Epstein, por vezes chamado de o quinto Beatles, como seu empresário, e também estabeleceu Ringo como baterista da banda.
Foi o segundo contrato assinado pelos Beatles com Epstein, um ex-dono de loja de discos que se apaixonou pelo grupo após ouvi-los várias vezes seguidas no Cavern Club, em Liverpool.
O contrato substituiu o que o grupo havia assinado em janeiro daquele mesmo ano, que incluía Pete Best como baterista. Ele foi substituído por Richard Starkey, mais conhecido como Ringo.
O documento foi assinado dias antes do lançamento do primeiro single de sucesso da banda, “Love Me Do”.
Sem este contrato, e a relação que representa, parece ser inconcebível que os Beatles pudessem ter conquistado tudo que conseguiram”, disse Gabriel Heaton, especialista em livros e manuscritos da Sotheby’s, por meio de um comunicado.

Lady Gaga é escolhida mulher do ano pela Billboard

(Reuters) - A cantora Lady Gaga foi indicada a mulher do ano pela revista especializada em música Billboard por ser considerada uma figura de grande influência.
Lady Gaga foi escolhida porque ela foi uma "figura-chave de influência" este ano, disse em comunicado nesta terça-feira Janice Min, que supervisiona a Billboard como co-presidente do grupo Guggenheim Media's Entertainment, que controla a revista.
"Não há nenhuma outra mulher dominando os gostos da cultura popular e sua evolução como ela o faz hoje", disse Min. 
Lady Gaga, de 29 anos, vai receber o prêmio na cerimônia da Billboard em Nova York, em dezembro. No ano passado, a homenageada foi Taylor Swift.

Jardim Botânico expõe animais empalhados do acervo do Museu de História Natural

Quem for passear no Jardim Botânico poderá, até domingo (4), observar a exposição “Fauna Brasileira e Convidados” que está instalada no salão de exposições. A mostra itinerante faz parte da comemoração do Dia Mundial dos Animais (4 de outubro) e é composta por vários animais empalhados (taxidermizados) que fazem parte do acervo do Museu de História Natural Capão de Imbuia.
Jaguatirica, gato do mato, tamanduá mirim, macaco prego, cobras, lagartos, aves, além de um tigre, urso e um filhote de hipopótamo estão dispostos dentro de uma área cênica que lembra uma floresta e estão fazendo a alegria das crianças que foram até o local.
Maíra Uhaile e Eduardo Gonçalves da Rosa, estudantes da 7.ª série do Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Ponta Grossa, aproveitaram para fotografar os animais. “Achei muito criativo. A reprodução da floresta está muito legal. Assim podemos ver de perto animais silvestres que normalmente não poderíamos chegar tão perto”, diz Eduardo.
A auxiliar de cozinha Suellen Dias e o marido, o garçom Alex Almeida, estão morando em Curitiba há menos de um ano. Eles aproveitaram a tarde de folga para conhecer o Jardim Botânico. “Adorei o Jardim Botânico. É espetacular! Estou aproveitando para conhecer, mesmo que empalhados animais que nunca tinha visto”, conta Suellen.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Renato Lima, ressalta que o objetivo da exposição itinerante é oferecer a oportunidade de observar os animais em um ambiente que represente o mais próximo do original. “As crianças estão adorando. A exposição é uma excelente ferramenta de sensibilização e para conhecimento da biodiversidade".

O salão de exposições do Jardim Botânico está aberto das 9 às 11h e das 14 às 16h30, com entrada gratuita.

Bienal Internacional de Curitiba 2015 começa no dia 3 de outubro

A Bienal Internacional de Curitiba completa 22 anos em 2015 priorizando a arte que vai para as ruas, com ações que não se restringem aos museus, centros culturais e galerias, mas que ganham o espaço urbano. Tem curadoria geral do crítico de arte Teixeira Coelho e acontece na capital paranaense entre os dias 3 de outubro e 6 de dezembro com obras de artistas dos cinco continentes em mais de 100 espaços da cidade.
Nesta edição, a Bienal tem como conceito curatorial a Luz do Mundo, fio condutor das obras que representam o melhor da arte contemporânea mundial. “A edição de 2015 da Bienal Internacional de Curitiba tem por tema a arte da luz, a arte com a luz, a arte feita de luz e que tem na luz sua matéria, seu material e conteúdo”, observa o crítico e curador geral Teixeira Coelho. Paralelamente, a UNESCO instituiu em 2015 o Ano Internacional da Luz, no campo da Ciência e Tecnologia.
Este ano, a comissão organizadora decidiu homenagear o artista franco-argentino Julio Le Parc, expoente da arte contemporânea e um dos pioneiros da arte cinética. Fundador do coletivo GRAV nos anos 60, sua obra consiste principalmente de relevos que compõem a luz e movimento com líquido fluorescente e outros materiais. “Deslumbramento: palavra que melhor expressa a reação humana diante de suas obras”, afirma Teixeira Coelho. Julio Le Parc tem uma obra impactante, que será exposta pela primeira vez na capital. “O público se surpreenderá com a qualidade das obras e dos artistas que estarão na Bienal. Nomes icônicos, de grande visibilidade internacional, e artistas emergentes premiados estarão nos inúmeros espaços, nomes como Anthony McCall (EUA), Carlo Bernardini (Itália), Dan Flavin (EUA), Doug Wheeler (EUA), Yumi Kori (Japão). Eliane Prolik (Brasil), Iván Navarro (Chile), Jeong Moon Choi (Coreia do Sul), Bill Viola (EUA), Odires Milászho (Brasil) e Xul Solar (Argentina)”, adianta a presidente da Bienal, Luciana Casagrande Pereira.
A Bienal conta com os curadores convidados Leonor Amarante, Tereza de Arruda, Fernando Ribeiro, Bo Nilsson e Yamil Le Parc. Os ganhadores do Prêmio Jovens Curadores 2015, Ana Rocha e Goura Nataraj, trabalham em conjunto com o curador convidado Daniel Rangel. Vera Miraglia e Carmen Lúcia Kassis são as responsáveis pela curadoria educacional.
Para o Circuito de Museus os curadores são Adriana Almada, Alfons Hug, Ana Gonzales, Antonio Cava, Benedito Costa Neto, Dannys Montes de Oca, Fernando Bini, Isadora Hofstaetter, Joice Gumiel Passos, Lenora Pedroso, Luiz Carlos Brugnera, Rodrigo Marques, Mauricio Vieira, Oriete Heloisa Cavagnari, Royce W. Smith e Vanessa Múrio. Stephanie Dahn Batista e Angelo Luz assinam a curadoria do Circuito Universitário e Paulo Camargo e Denize Correa Araujo formam o corpo curatorial do Festival de Cinema. O Circuito de Galerias conta com curadoria de Cleverson Oliveira, Keila Kern, Livia Fontana, Lucia Casillo Malucelli, Márcia Aracheski, Mauricio Pinheiro Lima, Regina Casillo, Roberto Pitella e Tuca Nissel.
A Bienal estará presente nos principais espaços culturais de Curitiba, entre museus, centros culturais, galerias e espaços de arte tais como Museu Oscar Niemeyer (MON), Centro Cultural Sistema Fiep, Museu Municipal de Arte (MuMA), Catedral Metropolitana de Curitiba, Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões – Pavilhão Antony McCall, Museu de Arte da UFPR (MusA), Museu Paranaense, Galeria APAP, Museu da Gravura, Museu da Fotografia, Memorial de Curitiba, Museu Guido Viaro, Museu de Arte Contemporânea do Paraná e Pátio Batel entre outros.
Nesta edição, a arte urbana e as performances artísticas ganham atenção especial, pois, além de estarem cada vez mais fortes e presentes no cenário internacional, oferecem um contato direto e imediato com a comunidade. Não fosse o bastante, as obras de rua ainda ajudam a cumprir o papel de deixar heranças mais duradouras, ampliando sua ação para além do período de exposições.
A Bienal é uma excelente oportunidade para se ter contato com o que há de mais contemporâneo no mundo da arte. Ao observar as obras, acompanhar as performances, visitar um museu, é possível cruzar fronteiras geográficas e expandir o repertório cultural. Mais uma vez, a Bienal envolverá toda a cidade, provocando as pessoas de um jeito diferente”, afirma o diretor-geral da Bienal, Luiz Ernesto Meyer Pereira.

Educativo - O Projeto Ação Educativa busca prolongar e potencializar os efeitos da Bienal na rede pública de ensino. A proposta é criar uma rede multiplicadora de conhecimento com palestras, mesas-redondas e visitas mediadas. Será publicado um material educativo (disponível também para download no site da Bienal), impactando professores, alunos e a comunidade em geral. Todas as bibliotecas escolares do Paraná receberão essa publicação.

Histórico - A Bienal Internacional de Curitiba teve sua primeira edição em 1993, quando ainda se chamava VentoSul, com artistas da Argentina, Brasil e Paraguai. Em 1995, acrescentou a participação para artistas do Chile e Uruguai. O marco da edição de 1997 foi a itinerância com obras que seguiram para grandes centros culturais como o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e o Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires).
Em 2007, a mostra passou a ser temática com obras relacionadas a “Narrativas Contemporâneas” e teve abrangência latino-americana. Em 2009, trouxe artistas dos cinco continentes e o grande tema abordado foi “Água Grande: Os Mapas Alterados”, trazendo artistas como Bruce Nauman, Gary Hill e Marina Abramovic. Em 2011, foi intitulada Bienal de Curitiba e transformou a cidade num grande espaço de arte contemporânea, com destaque para o projeto educativo visando democratizar as artes visuais. Em 2013, a Bienal Internacional de Curitiba comemorou 20 anos de história e se consolidou como um dos eventos mais importantes do circuito mundial. Artistas de relevância no cenário da arte contemporânea internacional, como o sul-africano William Kentridge, o chinês Ai Weiwei, a francesa Louise Bourgeois, o austríaco Peter Kubelka e o alemão Heinz Mack passaram pela mostra. Artistas residentes em cidades do Paraná e de outros estados brasileiros também conquistaram grande visibilidade durante o evento.

Circuitos - Com o intuito de expandir e consolidar seus vínculos locais, a Bienal apoia a realização de cinco circuitos. O Circuito de Museus terá mostras organizadas pelas instituições, dialogando com o conceito da Bienal. O Circuito de Galerias conta com uma programação especial nas principais galerias de arte contemporânea da cidade. Já o Circuito de Ateliês colocará o público em contato com a produção dos artistas locais em seu ambiente de trabalho.
O Circuito Universitário da Bienal Internacional de Curitiba – CUBIC, promove debates, reflexões e expõe obras de artistas universitários. Neste circuito, a Bienal oferece um prêmio para a melhor obra, que neste ano será uma residência artística na Cité Internationale Universitaire de Paris.
Apresentado pela Petrobras, o Festival de Cinema da Bienal Internacional de Curitiba acontece de 5 a 15 de novembro e tem curadoria do jornalista e crítico Paulo Camargo e da PhD em cinema Denize Araújo. A programação conta com exibição de filmes nacionais e internacionais e uma mostra universitária competitiva. Três participantes serão premiados com um estágio na Academia de Cinema de Nova York.

Roteiros - São quatro tipos de roteiros para quem quiser visitar a Bienal: a Pé, de Bicicleta, de Van e de Ônibus. Basta escolher qual o melhor trajeto, agendar a visita via site e aproveitar tudo o que está exposto pela cidade. Quem quiser também pode adquirir um guia pocket bilíngue, que mostra onde as obras estão, seja nos espaços expositivos ou na rua.

Museografia - O arquiteto Jayme Bernardo é o autor do projeto de museografia nos diversos museus e centros culturais da Bienal Internacional de Curitiba.

Publicações - Com o início do evento, o guia com a programação da Bienal será distribuído nos espaços expositivos e em diversos pontos da cidade. O site oficial também incluirá toda a programação e as informações gerais. Os catálogos da Bienal Internacional de Curitiba e do Festival de Cinema contêm informações detalhadas de todos os artistas e obras e poderão ser adquiridos a partir de outubro. O guia e o catálogo da Bienal são editados pela Arte e Letra.

Patrocínio - O Ministério da Cultura apresenta a Bienal Internacional de Curitiba 2015, realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Lei Rouanet). Esta edição também conta com o patrocínio master da UEG Araucária e patrocínio do BNDES, Petrobras, Sanepar, Scania e BRDE. Tem copatrocínio da Barigui Financeira, Sesi FIEP, Monreal Construtora e Pátio Batel. Tem o apoio da APAP-PR e o apoio internacional da Fundação Japão, Consulado Geral do Japão, Embaixada da Argentina, Consulado da Argentina, Instituto Goethe, Prefeitura de Columbus, Prefeitura de Cracóvia, Embaixada da Itália, Consulado Geral da Itália, Instituto Italiano de Cultura, Centro Cultural Coreano no Brasil e Consulado Geral da República da Coréia, Embaixada do México e Embaixada da Suécia.

Mais informações: www.bienaldecuritiba.org

Lúcia Schiffer Durães escreve sobre a última obra de Richard Wagner

A paranaense Lúcia Schiffer Durães, autora do livro “O Anel do Nibelungo, Guia Prático do Ouvinte”, está lançando a sua segunda obra: “Guia do Ouvinte Parsifal”, uma análise literária e musical da ópera “Parsifal” do compositor Richard Wagner. O lançamento ocorre nesta quarta-feira (30), às 18h30, na Livraria da Vila do Pátio Batel.
“Parsifal” é uma ópera de três atos, que estreou no Bayreuth Festspielhaus, em julho de 1882. O primeiro e o último ato da ópera são encenados no território do Graal, na floresta e no templo do Graal, em Montsalvat, que é um local fictício com uma paisagem típica das montanhas do norte da Espanha, na época gótica, onde vivem os cavaleiros do Graal. O segundo ato é encenado no castelo de Klingsor e no jardim onde vivem as Moças-Flores.
Segundo Lúcia, “Parsifal” é o ponto alto da grande reforma da ópera, realizada por Wagner. “O compositor queria fazer uma reforma completa, musical e social, no mundo da ópera. Wagner foi bastante abrangente ao desafiar as tradições sociais e musicais do teatro lírico do século XIX. Ele criticou o mundo da ópera de forma polêmica e moralista, pois o público se preocupava mais com o glamour social e o divertimento do que com o significado e a unidade artística”.
Lúcia enfatiza que o principal objetivo de Wagner ao promover uma reforma na ópera era causar o retorno da sociedade ao seu espírito puro e original, utilizando o drama na música. “Ele desejava mostrar as verdades não compreendidas pela sociedade. A música deveria ter um poder expressivo em relação ao drama”.
A autora do “Guia do Ouvinte Parsifal” explica que, as óperas de Wagner são divididas em árias e duetos, como acontecia nas óperas italianas e francesas. “O compositor queria restaurar a importância do tema e do movimento dramático, de forma a transformar a partitura em uma sinfonia”. O mais importante na música deveria ser a sensação expressa, que despertava as emoções do ouvinte e não somente a expressão melódica em si. O resultado seria a melodia dramática, que podemos ouvir na ópera Parsifal.
A autora comenta, também, que “Parsifal” é uma obra de arte que reflete profundamente sobre os aspectos do sagrado e sobre as questões humanas essenciais como o amor, o erro, a ética, o perdão, a redenção, a compaixão, a caridade, a sabedoria e o ser humano perante a coletividade. “Parsifal é uma obra que pode ser interpretada como sagrada ou profana, cristã ou pagã, conservadora ou progressista. É uma síntese de toda a ambivalência estética do compositor”.

Sobre o Guia do Ouvinte Parsifal - “Esse livro tem o objetivo de facilitar a compreensão da ópera Parsifal que é muito complexa. Lançar um segundo Guia para auxiliar o ouvinte a conhecer melhor o trabalho de Wagner é muito importante, pois no Brasil não temos livros publicados em português com uma análise literária e musical das óperas de Wagner”, comenta Lúcia.
A autora espera que o “Guia do Ouvinte Parsifal” cumpra o seu propósito como arte, a mais importante forma de expressão humana. “A arte reflete os mais profundos sentimentos e torna-se um instrumento de transformação para que as pessoas possam divisar a compreensão de valores fundamentais, sensibilizar a alma e alcançar a felicidade”.

Sobre a autora - Lúcia Schiffer Durães é aluna do maestro e professor Osvaldo Colarusso, consultor e orientador musical do “Guia do Ouvinte Parsifal”. Lúcia também estudou piano, durante muitos anos, com a professora Margô Zugueib, o que possibilitou o estudo avançado de obras musicais como as de Richard Wagner.
Depois de muitos anos de trabalho com disciplina e dedicação para escrever sobre a obra de Wagner, a autora afirma que este é o segundo Guia do Ouvinte de uma série de livros com a análise literária e musical das óperas do compositor que pretende escrever.
Lúcia conta que desde o lançamento do “O Anel do Nibelungo, Guia Prático do Ouvinte”, tem recebido inúmeros convites para fazer palestras, ministrar aulas, participar de grupos de estudos, orientar trabalhos universitários em diversas disciplinas, sobre as óperas de Wagner. “Esse trabalho auxilia a compreensão das características dos personagens das óperas – muitos deles mitológicos – e dos símbolos utilizados por Wagner. As explicações sobre a música são muito importantes porque levam à compreensão dos significados dos temas (leitmotiven) que Wagner introduz na sinfonia como motivo condutor”.
Lúcia revela, ainda, que esse trabalho de estudo e pesquisa não tem data para terminar. “Estou cada vez mais interessada pela obra de Richard Wagner. A oportunidade de divulgar a obra do compositor para públicos diferentes abriu um campo de atuação que me traz muita realização pessoal”. A autora já anuncia a continuidade de sua pesquisa e deixa escapar que o próximo objeto de estudo será a ópera Tristão e Isolda.

Para ler e ouvir - “Parsifal é emocionante porque mostra a importância da presença divina no mundo, independente dos dogmas, pois sem ela o mundo se desagregaria e viveria em desarmonia. É muito importante manter acesa a chama da espiritualidade no ser humano, baseada no amor, na fé e na esperança”, reforça a autora.
Sobre a organização do livro, Lúcia explica que o Guia do Ouvinte Parsifal contém a cronologia de Wagner, considerações gerais sobre a obra do compositor, considerações gerais sobre a ópera Parsifal, a lista dos temas que aparecem na sinfonia, uma análise musical detalhada da ópera seguida de comentários e dos trechos da partitura dos temas (leitmotiven).
No final do livro há um CD-ROM de multimídia interativa que é autoexecutável em computadores e/ou aparelhos de CD, DVD e BLUE RAY, que contém a gravação dos 29 temas exemplificados no Guia do Ouvinte Parsifal; o nome dos temas gravados pelo professor Osvaldo Colarusso; a tradução alemão-português da ópera Parsifal com os temas marcados em números no texto em alemão (esses números quando pressionados tocam o seu respectivo tema).

O “Guia do Ouvinte Parsifal” foi editado pela Keyboard, Editora Musical, e poderá ser adquirido a partir desta terça-feira (30 de setembro) na Livraria da Vila do Pátio Batel, em Curitiba, ou pelo site da autora: www.luciaduraes.com.br.

Crianças ganham um dia com atividades e brincadeiras gratuitas no Centro Histórico

O Dia das Crianças vai chegar mais cedo no Centro Histórico de Curitiba. Pelo quarto ano consecutivo a Rede Empresarial da região preparou um dia de atividades para comemorar a data. Com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba, o Centro Histórico Divertido acontece dia 3 de outubro, das 10h às 18h e reunirá mais de 40 atrações gratuitas espalhadas em diversos pontos da cidade.
A cada ano um tema é escolhido e para 2015 o mote é “Revivendo Brincadeiras e Brinquedos”. Ou seja, toda a família poderá desfrutar de brincadeiras de outros tempos como pular corda, amarelinha, elástico, jogar pião. Francielle Zuffo, coordenadora do evento, explica que o Centro Histórico Divertido é um evento para resgatar a brincadeira de rua e incentivar os pais a aproveitarem o tempo com seus filhos.
Conseguimos diversos parceiros, de pequenos a médios empresários, que se engajaram nesta iniciativa para juntos proporcionarmos um dia muito especial para toda a família. A colaboração de todos foi muito importante para conseguirmos chegar a esta programação tão rica de atividades e com muita diversão”, afirma Francielle.
Os apoiadores do Centro Histórico Divertido, que já está no Calendário Oficial da Cidade, são: Sebrae, Fecomércio, Sesc, Curitiba Convention e Bureau, Instituto Municipal Curitiba Turismo, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Escola Anjo da Guarda, Café IPIC, Esal Flores, Exército, Anjuss, Omicron Escola de Fotografia, Casa Labirinto, Casa do Contador de Histórias, Cia Brink Brinquedos, Contarte, Escoteiros do Brasil, Grupo de Dança Dream Quest Crew, Colégio Integral, Mãezíssima, Colégio Integral, Spirit Animation Studios, Grupo Taque Tique Tá, Grupo Thá, Tupi Pererê, Tecnokena.

Programação acontece em mais de dez pontos do Centro Histórico

O Centro Histórico Divertido será realizado das 10 às 18 horas do dia 03 de outubro (sábado) em mais de dez espaços da região do Centro Histórico. São diversas praças, ruas, teatros e estabelecimentos que terão uma estrutura especialmente montada no dia com brincadeiras diversas.
O calçadão do Largo da Ordem, por exemplo, terá uma grande tenda organizada pelo Sesc com apresentações musicais, contação de histórias, brincadeiras e oficinas de confecção de brinquedos. O local ainda vai ter um painel de fotos da Omicron Escola de Fotografia, parceira da Associação do Centro Histórico desde o Festival de Inverno.
As Praças também são grandes protagonistas. A Generoso Marques, João Cândido e Eufrásio Correia recebem atrações como apresentações de dança, uma pista de skate da Anjuss (apoiador do evento), treinamento de cordas com o Exército e atividades com os Escoteiros. O Sesc Paço da Liberdade, Casa Hoffmann e Teatro Cine Glóriah foram reservados para exibição de filmes, desenhos, shows e apresentações. As ruas Saldanha Marinho e São Francisco terão recreação; e um dos pontos mais conhecidos de Curitiba, o relógio das Flores, terá tendas com yoga infantil, oficina de malabares, a atividade Minha Pequena Horta, da Esal Flores, dentre outros.

Sobre a Associação do Centro Histórico de Curitiba - Pensando em promover a maior ocupação do região do Centro Histórico pelos turistas e, principalmente pelos próprios curitibanos, em 2012 surgiu a Rede. Com a iniciativa fomentada pelo Sebrae Paraná, em parceria com o Sistema Fecomércio e a Prefeitura Municipal de Curitiba, 20 estabelecimentos se uniram em torno deste objetivo.
Dentre as ações da Rede estão dois eventos anuais que já estão consagrados pelo público: o Festival de Inverno do Centro Histórico e o Centro Histórico Divertido. A Rede também traz atrações durante alguns períodos muito característicos da cidade, como o Festival de Teatro de Curitiba, evento conhecido internacionalmente.

CLIQUE AQUI para ver a programação completa



FCC prepara programação especial para o "Dia de Ler. Todo Dia!"

Nesta quinta-feira, dia 1º, acontece o evento "Dia de Ler. Todo Dia!", uma mobilização nacional de incentivo à leitura realizada em mais de 200 cidades brasileiras. Em Curitiba, a ação acontecerá nas unidades da Rede Municipal de Bibliotecas Escolares (Faróis do Saber, Bibliotecas Escolares, Bibliotecas Temáticas, Biblioteca Especializada em Educação e Gibitecas), nas Casas da Leitura da Fundação Cultural de Curitiba e na Biblioteca Pública do Paraná. Também participam Núcleos Regionais da Educação, Escolas Municipais, Centros Municipais de Educação Infantil e Espaços Culturais da FCC.
O objetivo do evento é fomentar a iniciativa de ler. Para participar vale ler livros inteiros ou apenas trechos, romance, poesia, ficção, biografia, narrativa visual, livro, revista, jornal ou gibi. Mais sobre o projeto em http://www.diadelertododia.com/

PROGRAMAÇÃO:

Casa da Leitura Walmor Marcellino
"Intercâmbio Poético", no período da tarde, recebendo alguns poetas da regional que frequentam a Casa. O intuito é a leitura autoral desse público, a troca de versos e a mediação de alguns poemas de vários autores. A Casa será decorada com poemas em flores que poderão ser colhidas após a atividade.

Roda de leitura "Maria dos Prazeres"
Mediador: Murilo Coelho
Data: 01 de outubro
Período: das 8:00 às 9:30
Local: Colégio Estadual Guaira

Roda de leitura “A Casa de Bonecas”
Mediador: Fabiane Cezaro
Data: 01 de outubro
Período: manhã
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Manoel Carlos Karam
Sinopse da apresentação: Leitura em voz alta da obra “A Casa de Bonecas”, de Katherine Mansfield. Este conto, escrito há aproximadamente um século, traz questões atuais sobre a hierarquia social vivenciada por crianças através da imposição do adulto.

Roda de Leitura “Miragem: esfera rubra”
Data: 01 de outubro
Período: manhã
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Walmor Marcellino (Rua: Lupionópolis, sem número, Casa 12 – Vila Tecnológica – Bairro Novo B – Sítio Cercado Casa da Leitura Walmor Marcellino
Sinopse: Roda de Leitura em Múltiplas Linguagens, unindo texto literário, música e imagens, cuja discussão levantará questões do que é uma terra sem lei onde o absurdo e a alucinação se sobrepõem à realidade. A ênfase da discussão se dará em torno da violência social, onde os participantes poderão trocar suas experiências e fazer um parâmetro com as obras apresentadas.
Mediação: Kely Medeiros

Roda de Leitura “Leitores imaginários”
Mediação: Leandro Toporowicz
Data: 01 de Outubro
Período: manhã
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Paulo Leminski
Sinopse: Roda de leitura com obras de arte que têm como temática a prática da leitura.

Roda de Leitura “O Milagre dos Pássaros”
Mediação: Daniele Rosa
Data: 01 de outubro
Duração da atividade: 02h
Período: manhã
Local: Casa da Leitura Augusto Stresser
Sinopse da apresentação: Leitura compartilhada da novela “O Milagre dos Pássaros” de Jorge Amado.

Roda de leitura “A voz imortal de Ariano Suassuna”
Mediador: Alisson Freyer e Carolina Correia
Data: 01 de outubro
Período: manhã
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Wilson Bueno
Sinopse da apresentação: Leitura de trechos da obra “Fernando e Isaura”, primeiro romance do escritor

Roda de Leitura de “Em busca do tempo perdido”.
Mediador: Murilo Coelho.
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h.
Local: Casa da Leitura Dario Vellozo.
Sinopse da apresentação:

Roda de leitura “A Casa de Bonecas”
Mediador: Fabiane Cezaro
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Manoel Carlos Karam
Sinopse da apresentação: Leitura em voz alta da obra “A Casa de Bonecas”, de Katherine Mansfield. Este conto, escrito há aproximadamente um século, traz questões atuais sobre a hierarquia social vivenciada por crianças através da imposição do adulto.

Roda de leitura Vamos falar de literatura infantil!
Mediador: Sueelem Witsmiszyn
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da leitura Wilson Martins
Sinopse da apresentação: Bate-papo e reflexão sobre arte, literatura infantil e a escola – com momentos de contação de história.

Os Ato-Mosaicos da Espera
Mediador: Tarik Alexandre
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Jamil Snege
Sinopse da apresentação: Roda de leitura sobre o texto “A Espera” em “Fragmentos de um Discurso Amoroso” de Roland Barthes.

SEM PALMEIRA OU SABIÁ
Mediador:Juliana Baum
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Hilda Hilst
Sinopse da apresentação: Roda de leitura e partilha de impressões com textos de Bartolomeu Campos de Queirós.

Área artística: Literatura
Nome da atividade: Conversas animais
Mediador: Samuel Rodrigues Teixeira
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Espaço da Leitura Eucaliptos.
Sinopse da apresentação: O que outros animais teriam a dizer dos seres humanos? Partindo de textos em que autores consagrados emprestam sua narrativa à visão de outros animais podemos reavaliar o nosso papel no mundo.

Roda de Leitura “A segunda à direita, e depois, sempre em frente, até de manhã”
Mediação: Leandro Toporowicz
Data: 01 de Outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Paulo Leminski
Sinopse: Roda de leitura com trecho de Peter e Wendy, de J. M. Barrie.

Roda de leitura “A voz imortal de João Ubaldo Ribeiro”
Mediador: Alisson Freyer e Carolina Correia
Data: 01 de outubro
Período: tarde
Duração da atividade: 2h
Local: Casa da Leitura Wilson Bueno
Sinopse da apresentação: Roda de leitura em texto e vídeo das obras “O santo que não acreditava em Deus” e trechos de “Deus é brasileiro”, filme de Cacá Diegues baseado no texto de João Ubaldo.

Os endereços e contatos das Casas de Leituira você encontra no link http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/espacos-culturais/literatura/